Blog Marcelo Sereno

2016 – O futuro vai começar

Agora que a poeira baixou e todo mundo já comemorou bastante, temos que encarar a preparação para as Olimpíadas do Rio de Janeiro com seriedade. Os Jogos devem ser vistos como um agente transformador, que resultará em desenvolvimento econômico e social em uma escala até difícil de mensurar.
Muito já foi dito sobre a mudança pela qual passou Barcelona quando recebeu as Olimpíadas em 1992. Lembrando que a revitalização da zona portuária é um ponto em comum entre as duas localidades, a cidade espanhola é uma bela inspiração.
O Rio já começou seguindo uma ótima referência: a união entre as três esferas de governo e destas com o Comitê Olímpico. Em Barcelona, os Jogos foram um esforço conjunto da prefeitura, do governo espanhol, do governo autônomo da Catalunha e dos comitês olímpicos espanhol e internacional. Além disso, como espera-se que aconteça no Rio, foram firmadas parcerias público-privadas para garantir a preparação da cidade.
Como lá, aqui há inúmeras prioridades de investimentos, como infra-estrutura de transporte, habitação, hotelaria, equipamentos esportivos etc. O mais importante é que se privilegie o que traga benefícios duradouros para a cidade e sua população. Este deve ser o foco do planejamento a partir de agora.
Aos poucos, posso comentar detalhadamente os desafios a serem encarados rumo a 2016.

Brasil nas Olimpíadas - Rio 2016

Agora que a poeira baixou e todo mundo já comemorou bastante, temos que encarar a preparação para as Olimpíadas do Rio de Janeiro com seriedade. Os Jogos devem ser vistos como um agente transformador, que resultará em desenvolvimento econômico e social em uma escala até difícil de mensurar.

Muito já foi dito sobre a mudança pela qual passou Barcelona quando recebeu as Olimpíadas em 1992. Lembrando que a revitalização da zona portuária é um ponto em comum entre as duas localidades, a cidade espanhola é uma bela inspiração.

O Rio já começou seguindo uma ótima referência: a união entre as três esferas de governo e destas com o Comitê Olímpico. Em Barcelona, os Jogos foram um esforço conjunto da prefeitura, do governo espanhol, do governo autônomo da Catalunha e dos comitês olímpicos espanhol e internacional. Além disso, como espera-se que aconteça no Rio, foram firmadas parcerias público-privadas para garantir a preparação da cidade.

Como lá, aqui há inúmeras prioridades de investimentos, como infra-estrutura de transporte, habitação, hotelaria, equipamentos esportivos etc. O mais importante é que se privilegie o que traga benefícios duradouros para a cidade e sua população. Este deve ser o foco do planejamento a partir de agora.

Aos poucos, posso comentar detalhadamente os desafios a serem encarados rumo a 2016.

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