Dados do Instituto de Segurança Pública do Estado indicam que, em 2009, as apreensões de crack cresceram mais de 500% em relação a 2008 no Rio de Janeiro. Assistentes sociais, policiais, profissionais de saúde e a sociedade de uma maneira geral constatam, assustados, que o consumo da droga cresceu na cidade.
O que, há mais de 10 anos, é uma realidade muito viva em São Paulo, chegou ao Rio de Janeiro. Estima-se que mais de 300 favelas cariocas já tenham o crack entre os produtos oferecidos pelos traficantes. No início do ano passado, esse número não chegava a 50.
Estima-se que 90% dos jovens que vivem nas ruas sejam dependentes da droga que, cinco vezes mais potente que a cocaína, causa dependência avassaladora e praticamente instantânea. Para conscientizar os jovens de todas as classes sociais sobre os efeitos do crack no organismo, a Superintendência de Políticas da Juventude da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos lançou a campanha “Escolha a vida, viva sem crack”. As ações da Secretaria visam difundir a informação e fazer com que os jovens tomem consciência que o barato de uma noite pode ter consequências sérias, com um final nada feliz.
Os efeitos intensos e devastadores do crack, que causa desequilíbrio físico e psíquico, devastam famílias e ceifam vidas. Segundo os estudos de assistentes sociais, depois que se começa a consumir a droga, a sobrevida é, em média, de apenas dois anos.
As campanhas educativas são muito importantes para esclarecer e prevenir. Além disso, o poder público tem que investir no atendimento às pessoas que queiram deixar o vício. O acesso aos centros de reabilitação tem que ser garantido e a repressão ao tráfico é questão de saúde pública.
Os jovens que consomem crack precisam de ajuda e, ao contrário dos dependentes de outras drogas, costumam procurar apoio para escapar do vício. As instituições têm que estar preparadas para dar o atendimento necessário e evitar tragédias. O crack avançou de forma muito rápida no estado. Mas ainda é tempo de pará-lo e salvar preciosas vidas.






Caro Sereno, eu concordo com você, este flagelo não deveria ser surpresa para nós cariocas e fluminenses, pois era questão de tempo esta praga chegar. Vamos ver agora que está praga se espalhou e chegando inclusive à classe média, o que as autoridades vão fazer.
Espero que elas lembrem que represão violenta não basta.
Um abraço,
Rolf Malungo de Souza
Marcelo Sereno,
Realmente você tem toda razão, pois chegamos a uma situação assustadora.
Tem um Estado do Brasil e graças a DEUS não é no Estado do Rio de Janeiro, que o comentário já,é de que, um político desse Estado, e muito conhecido no Brasil, é usuário de Crack. Ele logicamente tem recursos financeiros para se tratar, mais até quando o dinheiro vai resolver o problema do vício que ele carrega, e as pessoas viciadas que não tem tanto recurso financeiro, e chegam a um ponto que não tem mais como sustentá-lo, aí o que fazem, vão se prostituir, vão para o trafico, vão roubar, furtar,etc.
Abraço e sucesso com o movimento.
Caro Marcelo Sereno, pois esta droiga chamada CRACK é muito preocupante, principalmente para as familias desetruturadas e as de menor poder aquisitivo, pois seriainteressante antes de usar o poder policial, teriamos que fazer palestras com as familias carentes,punir os de maior poder aquisitivo que são os que mais sustentam os traficantes e coibir os pequenos roubos,que são feitos justamente por aqueles que precisam roubar para sustentar os seus vicios e tambem fazer um trabalalho junto a toda sociedade para que se unam em torno do combate ao uso de DROGAS químicas.
Um abraço e vamos a luta.
Bom dia Marcelo.
Compartilho com você a minha preocupação com o que chamo de a “tragédia do crack”, sou morador do centro do município de Duque de Caxias e diariamente eu e minha família somos alguns dos “atingidos” por essa tragédia.
Saio para trabalhar bem cedo e é mais do que comum ver, ao longo do estacionamento do Prezunic, no centro de Caxias, cerca de 30 a 40 jovens dormindo em condições sub-humanas em colchões ou pedações de papelão, infelizmente dominados pelo crack.
Isso não é novidade, a cerca de 1 (um) ano atrás a prefeitura demoliu uma “cracolandia” onde as pessoas iam todos os dias para se drogar, são meninos, meninas, jovens e até pessoas com mais idade, arruinados por essa “droga maldita”.
É preciso URGENTEMENTE encontrar uma solução para o fato, pelo que parece a cura, ou o controle é muito mais difícil do que em outros casos, visto que os danos são mais rápidos e mais arrazadores do que as outras drogas.
O que vemos em nossa cidade é a “invasão” que estas pessoas fazem nos sinais, nas ruas e até próximo a nossas casas, registro ainda que eu mesmo tive uma experiência bastante difícil com uma criança que, sob o efeito nítido da droga, pediu-me dinheiro, quando eu disse que não tinha, ele, agressivamente, tentou me atacar, sendo prontamente rechaçado com o devido rigor.
A sociedade precisa, DESESPERADAMENTE de uma solução, entendo que muitas mortes desses viciados se dão em razão dos ataques que eles vêm fazendo na população e que, muitas vezes, encontram uma reação drástica.
Um forte abraço.
Vicente
Bom dia Marcelo,
De fato quem presencia todos os dias esse caos sabe que essa droga é avassaladora. Mata muito rápido, destroi a maior e mais importante instituicão que existe em nossa sociedade que é a FAMILIA de um jeito que a maioria nem imajina.
Parabenizo ai a galera da superintedencia de Juventude pela brilhante campanha que eles vem fazendo e tambem a sua iniciativa de colaborar nessa que sem dúvida alguma é uma das maiores jornadas de lutas de todos nós.
Grande abraco e parabens pelo blog, está show de bola.
Prezado Marcelo:
Meu nome é Gilbert William e estou passando por esse problema com meu filho que atualmente está com 21 anos.Ele está usando crack a aproximadamente 2 anos,já me pediu ajuda e consegui interna-lo pro duas vezes,mas,porem as clínicas em que ele esteve também atendiam a doentes mentais ,no qual todos eram tratados juntos,quando ia visita-lo,encontrava meu filho totalmente drogado por fortes remédios ,enfim,percebi que o tratamento adotado não era direcionado a dependentes químicos,mas, para doentes mentais.
Estou pedindo ajuda ,pois encontrei uma clínica chamada Jorge Jaber que trata de dependencia quimica com terapeutas e a prática dos doeze passos,porém o acesso a essa clínica ,só é feita atravéz de plano de saúde ,pagando ou atravéz de ordem judicial,ou seja ,se o dependente tiver cometido algum delito e o juiz togado decidirque ele tenha que ser internado.Ai eu pergunto como pai:já que meu filho não tem plano de saúde e eu não tenho condições finaceiras para pagar a internação,Será que meu filho terá que cometer algum delito para poder salvar a sua vida ?????Pois eu como pai e cidadão lhes digo :Não ficarei calado e não desistirei nunca farei tudo para salvar a vida do meu filho,portanto peço ajuda a quem puder me ajudar,a lutar contra essa maldita doença que se abateu contra meu filho.
Obrigado!!!!
Um abraço !!!!! Gilbert William!!
Infelizmente me parece que já era, quase toda a nação, esta sendo tomada. Meus amigos eu tenho 51 anos, fui usuário de drogas, alcool, fumo e que o que estivesse mais, eu me libertei de tudo de uma vez só, eu falei ou eu, ou tudo isto que está aí. Mais uma coisa muito importante é querer muito e procurar ajuda, eu encontrei o meu poder superior que me ajudou muito e faz 21 anos da libertação. Agora muita luta contra essas drogas se eu pudesse faria uma mágica para sumir essa desgraça toda da terra. Mas Deus pode é só querer, não estou vendendo Bíblia, sou apenas filho de Deus. Um abraço para todos aí esta o meu email, é pedir e eu estarei pronto para partilhar minha vida para quem quer que seja. Um abraço e Que Deus Nos Ajude.