
Nesta semana o Rio de Janeiro sedia o V Fórum Urbano Mundial, que tem como objetivo analisar a rápida urbanização e seu impacto nas comunidades, cidades, economias, mudanças climáticas e políticas em todo o mundo. Nesta edição, o evento organizado pela Organização das Nações Unidas tem como tema “O Direito à Cidade: Unindo o Urbano Dividido”. Um tema bem apropriado ao Rio de Janeiro, já nomeado como a cidade partida, dividida entre asfalto e favela. Essa divisão é explicitamente social e econômica e tem sido tema de diversas ações do Governo Federal, que tem como intenção, reduzi-la ao máximo.
A situação no Rio vem melhorando. O Governo Federal está investindo em obras do PAC nas comunidades da Rocinha, do Complexo do Alemão, do Cantagalo, do Pavão-Pavãozinho, entre outras. As obras de urbanização nas comunidades colaboram para reduzir as diferenças sócio-econômicas.
O ministro das Cidades, Marcio Fortes de Almeida, anunciou durante o primeiro dia do Fórum Urbano Mundial a redução do déficit habitacional brasileiro para 5,8 milhões de domicílios. O dado é referente a 2008 aponta redução de cerca de 8% em relação a 2007, quando a falta de moradia era 6,3 milhões de unidades habitacionais.
O déficit habitacional afeta principalmente a população que ganha menos de três salários mínimos. Para auxiliar essas pessoas e garantir o acesso à moradia própria, o Governo Federal lançou o programa Minha Casa, Minha Vida.
Do Fórum Urbano Mundial espera-se muita discussão, muita troca e muitas idéias para que tantas pessoas no mundo possam viver com dignidade, com qualidade de vida. O Brasil já serve de exemplo e tem uma trajetória pela frente que poderá ajudar muitos países a encontrar o caminho do crescimento com redução de desigualdades.






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