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Banda Larga: O Desenvolvimento de Uma Nação

Governo Federal quer universalizar o acesso à internet banda larga até 2014.

Governo Federal quer universalizar o acesso à internet banda larga até 2014.

A sociedade contemporânea, marcada pelo uso e aplicação de conhecimento e da informação, está vivendo uma revolução tecnológica. No contexto da “economia do conhecimento”, no qual informação e conhecimento são instrumentos de trabalho, a infraestrutura de acesso a Internet é vista como essencial para o desenvolvimento e competitividade das nações.

O potencial do acesso à banda largar de dinamizar a economia e trazer benefícios sociais tem levado à adoção, por diversos países, de programas nacionais de expansão desse sistema. O Brasil, embora ainda apresente uma baixa difusão do acesso em banda larga nos domicílios, demonstra um elevado potencial de participar da sociedade da informação, já que possui mais de 64 milhões de internautas e o brasileiro está entre os que usam mais intensivamente a Internet (30 horas e 13 minutos mensais).

O Ministério das Comunicações estabelece uma proposta para um Plano Nacional de Banda Larga, com o objetivo de massificar, até 2014, a oferta de acessos e promover o crescimento da capacidade da infraestrutura de telecomunicações do país. Essa expansão da oferta visa:

• Acelerar a entrada da população na moderna Sociedade da Informação;
• Promover maior difusão das aplicações de Governo Eletrônico e facilitar aos cidadãos o uso dos serviços do Estado;
• Contribuir para a evolução das redes de telecomunicações do país em direção aos novos paradigmas de tecnologia e arquitetura que se desenham no horizonte futuro, baseados na comunicação sobre o protocolo IP;
• Contribuir para o desenvolvimento industrial e tecnológico do país, em particular do setor de tecnologias de informação e comunicação (TICs);
• Aumentar a competitividade das empresas brasileiras, em especial daquelas do setor de TICs, assim como das micro, pequenas e médias empresas dos demais setores econômicos;
• Contribuir para o aumento do nível de emprego no país;
• Contribuir para o crescimento do PIB brasileiro.

O número de acessos a banda larga fixa atingiu aproximadamente 9,6 milhões em dezembro de 2008, o que corresponde a aproximadamente 17,8 acessos a cada 100 domicílios e 5,2 acessos a cada 100 brasileiros. Apesar do contínuo crescimento no número de acessos – taxa anual média de crescimento de 49% entre os anos de 2002 e 2008.

Metas do PNBL até 2014

Acesso Fixo Individual (Urbano e Rural): 30 milhões de acessos banda larga fixa (urbanos e rurais), somando-se os acessos em domicílios, propriedades, empresas e cooperativas.

Acesso Fixo Coletivo (Urbano e Rural):Levar acesso banda larga a 100% dos órgãos de Governo, incluindo:

• 100% das unidades da Administração Federal, dos Estados e Municípios.
• 100% das escolas públicas ainda não atendidas (mais de 70.000 rurais).
• 100% das unidades de saúde (mais de 177.000).
• 100% das bibliotecas públicas (mais de 10.000).
• 100% dos órgãos de segurança pública (mais de 14.000).

Implantar 100 mil novos Telecentros Federais até 2014.
Acesso Móvel: 60 milhões de acessos banda larga móvel, entre terminais de voz/dados (com serviço de dados ativo) e modems exclusivamente de dados.

*Natanael Martins
Graduando em Ciências Econômicas – Universidade Candido Mendes – RJ
Diretor de Políticas para Juventude da UEE-RJ

Discussão

10 comentários para “Banda Larga: O Desenvolvimento de Uma Nação”

  1. Postado por Banda Larga para desenvolver o Brasil « Luiz Cláudio Marcolino | maio 6, 2010, 17:53
  2. [...] No Blog do LEN, com dados do Blog do Sereno [...]

    Postado por TELES – ELES TÊM MEDO DISSO « Faltando Teclas | maio 6, 2010, 18:35
  3. Gostei da materia

    Postado por Olivanio | maio 6, 2010, 18:35
  4. Olá Marcelo,
    Uma pergunta que estamos fazendo aqui entre os formadores de opinião.
    No lugar de criar uma outra organização de Banda Larga não seria melhor baixar os impostos?
    Pagamos o maior imposto do mundo, e baixar de 46,00 para 35,00 mesmo assim comparando com outros paises ainda estaremos no atraso.
    o imposto é altissimo por isso nossas contas telefonicas é cara. Em uma conta comum que temos uma banda larga a metade é imposto.

    Postado por Redação | maio 6, 2010, 19:23
  5. Prezado Marcelo, parabéns pelo artigo. Tomei a liberdade de replicá-lo no meu blog http://blogdeumsem-mdia.blogspot.com

    Postado por carlos dória | maio 6, 2010, 19:47
  6. Prezado Companheiro,
    Foi com grande prazer que recebi E-mail direcionando para este seu veículo de comunicação.
    Aproveito para parabenizar o companheiro pela oportunidade que dá aos companheiros de Partido que não o conhecem e aos seus eleitores a oprtunidade de saber de seus feitos e atos.
    Colo-me a disposição no que for necessário e de interesse do companheiro com relação a contribuição e participação.
    Estamos juntos nes ta caminhada.
    Aproveito para convidar-lo e aos seus assessores a visitar o BLOG DO JACÓ, que eu administro com publicações não só referentes ao companheiro JACÓ, mas com fatos, noticias e feitos do nosso governo municipal de B. Roxo, nosso partido e demais companheiros.
    accessem:http://jacopt2010.ning.com/ e se possível coloquem em sua lista de links.

    Saudações PetisTas.
    Gutemberg Landi (GUTI)
    Membro da Executiva Municipal do PT B. Roxo

    Postado por Gutemberg Landi (GUTI) | maio 7, 2010, 12:22
  7. Alguem usa a retórica dos impostos mais caros do mundo e sugere substituir os investimentos no desenvolvimento da tecnologia em banda larga. Seria bom lembrar que um economista famoso cometeu um grande erro ao calcular e analisar os encargos sociais a partir de numeros relativos (numeros percentuais) e alardeou ter o Brasil os encargos sociais mais caros do mundo s/folha de pagamento. Depois descobriu que o os percentuais teriam que ser aplicados sobre a base de calculo (os salarios). Logo descobriu que temos os menores salarios do mundo então sua afirmativa estava prejudicada. Temos as maiores taxas de sonegação do mundo, e não é por termos as maiores taxas de impostos do mundo. Acredito que seja por ainda por não termos consciencia social e que desenvolvimento, especialmente com iniciativa do estado gerada por falta de capacidade/compromisso da iniciativa privada que gosta de achar pronto e proteção estatal para ter seus lucros absurdos, não se faz com redução ou eliminação de impostos, mas sim com investimentos gerados com aplicação dos impostos. Tenho a impressão que se reduzirmos as taxas de impostos os ricos vão desperdiçar mais e enviarão mais dinheiro para os paraísos fiscais. Por fim, os altos preços da banda larga e de toda telefonia não pode ser atribuido aos impostos, acredito que a ganância, incompetência e desonestidade da iniciativa privada no setor seja a causa. Vejam agora o caso so setor eletrico: foi a taxa de impostos que fizeram as familias a terem o seu consumo de energia aumentado de forma tão inacreditavel?

    Postado por Nery | maio 9, 2010, 18:07
  8. Acredito que o Brasil tem potencial suficiente para baixar o valor dos impostos e ainda melhorar o sistema de comunicação, em voga, Banda Larga, o que falta é a tão famosa frase: “vontade política minha gente, e isto só vai acontecer um dia em que não houver mais políticos do tipo que estamos vendo atualmente governar nosso País”

    Postado por Alice Mafra Fernandes | maio 10, 2010, 16:21
  9. Nao podemos perder a oprortunidade de no nosso governo avançarmos o maximo possivel nas conquistas do bem estar social, pricipalmente levando-se em conta as distancias entre um ponto e outro do nosso Querido PAIS=BRASIL, que com o COMPANHEIRO LULA deu um salto de qualidade jamais imaginado pela burguesia que esperava ser este um governo do fracasso.
    Parabens ao Presidente Lula pela coragem de instituir a banda larga em todo Brasil, e Voce Companheiro Marcelo continue na sua missao de difusor contumaz para darmos total apoio a esta iniciativa.

    Raimundo Cruz

    Postado por Raimundo da Cruz Pereira | maio 11, 2010, 14:31
  10. A democratização do acesso à banda larga é um pressuposto fundamental para a educação a distância possa se dar de forma efetiva no país, chegando àqueles que mais precisam dela e esbarram nos abusos cometidos pelos provedores privados. Sem ser caso isolado, tive, pessoalmente, um contrato de banda larga (fibra ótica!) suspenso unilateralmente e sem aviso prévio pela Telefônica, quando ministrava um curso intensivo a distância, na Unicamp. Por enquanto, nem mesmo a ANATEL tem ajudado muito. Se alguém souber de bons advogados, na região de Campinas/SP, agradeço, pois a coisa vai para o âmbito jurídico. Mas para equacionar a questão de fato, é preciso acabar com o monopólio privatista, tornar os preços mais acessíveis e levar as ligações a lugares não privilegiados.

    Postado por Paulo Oliveira | maio 14, 2010, 11:22

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