É de assustar que no Brasil, em pleno século XXI ainda precise fazer atividades para combater o Trabalho Escravo. O problema foi tema de uma discussão que aconteceu em Brasília, nesta semana, promovida pela Comissão Nacioanal para a Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae) e pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
Alguns avaços já foram conseguidos como, por exemplo, os bancos públicos utilizarem mecanismos para evitar que empresas, na lista suja do trabalho escravo, tenham acesso a linhas de crédito. Essa fiscalização é feita, inclusive, após a liberação do aporte .
Durante o evento, o Mtb também lançou dois livros sobre o assunto. No entanto, as medidas ainda não são plenamente eficazes, já que escravidão não deveria ser uma discussão promovida depois da virada do século. De 1995 a 2010 quase 40 mil pessoas foram resgatadas dessas condições. As empresas tiveram que pagar quase R$ 55 milhões em indenização a esses trabalhadores.
Em 2009, o Ministério realizou 156 operações de combate ao trabalo escravo, quando foram inspencionados 350 estabelecimentos e resgatados 3,7 mil trabalhadores. Só no Rio de Janeiro foram três operações, com 5 estabelecimentos verificados e 521 trabalhadores resgatados.




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