A Petrobras anunciou a duplicação do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) que está sendo construído em Itaboraí. No local, serão construídas duas refinarias e produzirão matéria-prima para plástico e combustíveis (óleo diesel e querosene de aviação – QAV). A previsão é de que a produção diária de barris passe dos 150 mil iniciais, para 330 mil. A medida foi provocada pela crise financeira mundial e o aumento de consumo de alguns combustíveis no mercado interno.
Considerado o maior projeto industrial da década os gastos inicias previstos eram de U$$ 8,5 bilhões e passaram para U$$ 20 bilhões. O início da operação também foi alterado de 2012 para 2013. A expectativa é de que sejam produzidos anualmente 2,15 milhões de metros cúbicos de QAV e 9,36 milhões de metros cúbicos de diesel.
A primeira refinaria começará a produção de combustíveis em 2013. Em 2015 começará a produção de matérias – primas petroquímicas. A previsão de início de operação da segunda refinaria é 2017. A expectativa inicial do projeto era da geração de 212 mil postos de trabalho diretos, indiretos e efeito de renda em âmbito nacional.
O município de São Gonçalo já começa a colher frutos do investimento do Comperj. A Petrobras também anunciou a construção, naquela cidade, de um porto e estrada que serão ligados ao Comperj. Com investimentos da ordem de R$ 500 milhões e mais de 40 mil postos de trabalho. O reflexo disso será a duplicação do Produto Interno Bruto (PIB) da cidade.
O setor petroquímico está tomando força e contribuindo para o desenvolvimento do país. Representa uma oportunidade de desenvolvimento para a região de Itaboraí e São Gonçalo. Mais emprego, representa mais renda. Mais arrecadação de impostos, mais investimentos. Tudo junto significa melhoria na qualidade de vida e a perspectiva de um futuro melhor.




e muito iportante enquanto o Brasil tar em processo de crecimentio aselerado o governo esta acertando o bom se da continuídade este projeto politíco PT???
boa noite caro marcelo sereno,é maravilhoso ver a competência da nossa valorosa (petrobrás).quando começar a jorrar o óleo cru em águas brasileiras,nossas refinarias tem que estarem preparadas e super aparelhadas para superarem a demanda.
Prezado Marcelo,
No projeto inicial de refinar 150mil barris por dia para derivados da petroquímica a Petrobras precisou desapropriar 45 milhões de metros quadrados de terrenos desde Porto das Caixas até Sambaetiba. Agora, com a duplicação, passando de uma para duas unidades, para refino de 330 mil barris/dia destinados a metade para diesel e querozene de aviação, será necessário aumentar a área já existente, com mais desapropriações ?
Será substancialmente aumentado também a oferta de empregos ?
Obrigado pela resposta.
Prezado Sereno, sua competencia é indiscutivel, foi responsável e profissional trabalhando na Grandiflorum, Holding que comtrola a Manguinhos Refinaria. Temos muito, muito petroleo para refinar e aparelhar nossas refinarias é dar emprego e dignidade para a população do nosso Rio de Janeiro, estou contigo e não abro.