
Investir na educação é uma condição fundamental para o desenvolvimento do país.
O Governo Lula está chegando ao final. Mas o seu legado permanecerá por muito tempo porque a conquista popular foi muito grande. Ganharemos muito com a eleição de Dilma Rousseff (13) que personifica a continuidade desse legado representado pela retirada de 30 milhões de pessoas da situação de miséria absoluta. Mas nós temos planos grandiosos e, por isso, precisamos nos planejar e atuar em frentes diversas.
Talvez a primeira delas seja a educação. Dentre todas as reformas que vamos implementar talvez a do ensino seja a mais importante delas. Porque uma sociedade deseja ser referência precisa de um povo que seja referência e a educação é a base de tudo. Um povo educado vive melhor porque come melhor, tem mais saúde e capacidade de trabalho seja ele físico ou intelectual. É mais reflexivo, consciente e, portanto, vota melhor.
Quando colocamos o ensino como prioridade, falamos não só da ampliação do número de estabelecimentos – desde a creche às universidades – mas uma melhor significativa na qualidade. O ensino público deve ser referência porque oferecer boa educação é um dever do governo. O ensino público deve ser uma escolha da população mesmo que ela possa pagar por isso. Temos que optar por isso, assim como já fazemos quando vamos escolher uma instituição de ensino superior.
Queremos alcançar a condição de 4ª economia mundial, conforme estimou o ministro Guido Mantega. Para chegarmos a essa condição é preciso, com urgência e responsabilidade, continuar a desenvolver a economia e promover a desigualdade social. Melhorando a qualidade de ensino, temos uma classe trabalhadora preparada para enfrentar os desafios e com uma facilidade maior de se adequar às mudanças que tenderão a acontecer cada vez mais rápido.
Atualmente, temos apenas 20% da população com idade universitária frequentando as instituições de ensino superior. É muito pouco para um país que quer ser a 4ª economia do mundo. Quem quer estar em condição de liderança deve produzir tecnologia. Só conseguimos isso, investindo em educação para pensar uma população que reflete sobre o seu tempo, seja sobre as questões ideológicas, seja sobre tecnologia.
Ainda caminhamos. A nossa sorte é que o Brasil ainda precisa ser construído. Melhorar nossos meios de transporte, nossas rodovias, ampliar as moradias, as áreas de lazer… portanto, temos condições de absorver esse contingente que não pôde ter acesso à educação de uma maneira ampla, irrestrita e com qualidade. Mas nós vamos chegar lá. Se isso não acontecer, nós vamos perder o trem da história.
Por muito tempo, nós fomos um país que aceitou sua condição de colônia. Não produzindo tecnologia, apenas consumindo e fornecendo matéria-prima. Esse tempo já passou e é por essa razão quer projetos como o Universidade Para Todos (Pro-Uni) e Financiamento Estudantil (Fies) devem ser políticas permanentes, para que possamos alcançar ou superar a revolução da informática, da tecnologia, das telecomunicações, da biotecnologia…Precisamos ampliar também o número de universidades públicas, de escolas de ensino técnico e escolas noturnas.
Para que essas mudanças se tornem realidade e direito, precisaremos investir muito. E teremos como fazer isso, não só com o crescimento da nossa economia como ainda com recursos provenientes da exploração do pré-sal e dos recursos provenientes do Fundo Social do Pré-Sal, cuja criação já foi aprovada no Senado.
O Brasil ainda vai crescer muito. E investir na educação talvez seja a primeira e mais fundamental agência. Por essas e outras que devemos eleger Dilma Rousseff (13), Lindberg Farias (131), Sérgio Cabral (15).
Fique Sereno! 1314




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