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	<title>Blog do Marcelo Sereno &#187; Artigos</title>
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		<title>Aeroportos leiloados:  A volta das privatizações?</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 15:23:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A impressão dos jornais, colunas e especialistas depois dos leilões que concederam três dos maiores aeroportos brasileiros à iniciativa privada é de que, depois de anos de oposição ferrenha ao processo de desestatização nos governo Collor e Fernando Henrique Cardoso, o PT cedeu e iniciou uma nova era das privatizações. No Twitter, Elena Landau, presidente do BNDES no governo FHC comemorou a “vitória”: “Hoje é dia muito importante: o debate sobre privatizações se encerrou… e nós ganhamos”. Pouco depois, satirizou a presidenta: “Hoje me aposento e passo o bastão: Dilma é a nova musa das privatizações”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Aeroporto.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5294" title="Aeroporto" src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Aeroporto-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>A impressão dos jornais, colunas e especialistas depois dos leilões que concederam três dos maiores aeroportos brasileiros à iniciativa privada é de que, depois de anos de oposição ferrenha ao processo de desestatização nos governo Collor e Fernando Henrique Cardoso, o PT cedeu e iniciou uma nova era das privatizações. No Twitter, Elena Landau, presidente do BNDES no governo FHC comemorou a “vitória”: “Hoje é dia muito importante: o debate sobre privatizações se encerrou… e nós ganhamos”. Pouco depois, satirizou a presidenta: “Hoje me aposento e passo o bastão: Dilma é a nova musa das privatizações”.</p>
<div id="attachment_66440">
<p>“O PT privatizou”, “A privatização está de volta” “O PT mudou”. Esse era o tom geral das manchetes e artigos nos jornais da terça-feira. Os sindicalistas do PSDB fizeram questão de aplaudir Dilma.</p>
</div>
<p>“A privatização promovida pelo governo Dilma demonstra, na opinião do Núcleo Sindical do PSDB-SP, que houve amadurecimento na mentalidade estatizante que o partido da presidente pregava nos anos 90″, declararam em nota.</p>
<p>No leilão na bolsa de valores de São Paulo, na segunda-feira 6, o aeroporto de Guarulhos foi adquirido pelo consórcio da Invepar (formada pelas empresas de fundo de pensão Previ, Funcef e Petros), a construtora OAS e a operadora estatal sul-africana ACSA, com lance de 16,21 bilhões e ágio de 373,5%.</p>
<p>O aeroporto Juscelino Kubitschek em Brasília, principal centro de distribuição de voos no Brasil, foi concedido ao consórcio Inframerica, das empresas Infravix e a argentina Corporación America, com lance de 4,5 bilhões e ágio surpreendente de 673%. Viracopos, de Campinas, ficou com a Triunfo e a francesa Égis, que administra 11 aeroportos em países africanos.</p>
<p>A comparação foi feita com as privatizações da década de 1990 parte do Plano Nacional de Desestatização. Na época, empresas como Usiminas, Vale do Rio Doce, Eletropaulo, Banespa, Embratel e Telebras foram vendidas ao capital privado. No entanto, como explica Gilson de Lima Garafalo, professor dos cursos de economia da Universidade de São Paulo (USP) e da PUC-SP, os dois processos são muito diferentes.</p>
<p>Agora, a transferência foi feita por meio de concessões – a empresa não é vendida, mas “emprestada” por um período de tempo. O governo repassa aos compradores a administração dos aeroportos para esses consórcios, mas continua “dono” do negócio e, portanto, com maior possibilidade de fiscalização. O mesmo foi feito com rodovias, como a Fernão Dias, e rodoviárias, como Tietê e Jabaquara,em São Paulo. Além de reaver a empresa depois de um período, o modelo de Dilma Rousseff blindou possíveis demissões em massa ao manter a Infraero com 49% desses aeroportos e estipular investimentos obrigatórios.</p>
<p>“Na privatização, o novo dono racionaliza todo processo produtivo, o que vai passar pela demissão de pessoas. O PT, dentro de seu corporativismo, não queria quadro de demissões”, diz ele.</p>
<p>Da maneira que foi feita, com uma série de empreendimentos previstos, o mais provável é que o corpo de funcionários tenha de ser ampliado. Até a Copa do Mundo de 2014, são estimados 2,9 billhões de reais em investimentos nos três aeroportos. Além disso, a Infraero fica como um braço da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), órgão do governo responsável por fiscalizar esse segmento.</p>
<p>“O governo [<em>FHC</em>] precisava de dinheiro para resolver o déficit de caixa e não tinha condições de acompanhar avanços tecnológicos que aconteciam”, explica Garafalo, sobre a necessidade das privatizações no mandato de Fernando Henrique.</p>
<p>“Mas foi vendida a totalidade das empresas estatais e não resolveu problemas de caixa, por conta da má-administração dos recursos”, diz. Segundo ele, o dinheiro da privatização foi usado em despesas correntes, sem reduzir o déficit público e nem aumentar investimentos públicos.</p>
<p>A ideia dessas concessões é de que, até a Copa de 2014, os aeroportos ganhem investimentos em infraestrutura e operem com capacidade para receber o contingente de turistas que virão ao país nos megaeventos dessa década. A concessão seria interessante para desburocratizar e, portanto, acelerar o processo, uma vez que dispensaria o processo de licitações e concorrência para a contratação, além de outros entraves da administração pública. “O Brasil não podia mais perder tempo: a Copa do Mundo está aí”, afirma o especialista.</p>
<p>Para ele, a concessão da segunda-feira 6 foi feita de forma inteligente, resultado de um aperfeiçoamento desse sistema nos últimos anos.</p>
<p><strong>Ficou dentro da casa</strong></p>
<p>Assim como na época de FHC, o Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) será o principal financiador dessas empresas. A instituição deve financiar cerca de 60% das obras civis e 80% da aquisição de equipamentos. Na época de FHC, o banco chegou a fazer aportes de 100% da compra, como no caso da Eletropaulo.</p>
<p>Além dos 49% da Infraero, a concessão do aeroporto de Guarulhos ficou “dentro de casa”, segundo Garofalo, ao ser comprada por consórcio com a empresa Invepar, que inclui os fundos de pensão estatais Previ, Funcep e  Petros. “Foi placa branca, no caso de Guarulhos”, diz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto de Clara Roman, na <a href="http://www.cartacapital.com.br/economia/a-volta-das-privatizacoes/">Carta Capital</a>.</p>
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		<title>Descaso nos trilhos</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 23:25:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Blog Marcelo Sereno]]></category>
		<category><![CDATA[Semana]]></category>
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		<category><![CDATA[SuperVia]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte Público]]></category>
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		<description><![CDATA[Está em testes o primeiro trem chinês adquirido pelo Governo do Estado no ano passado. A composição deve ser disponibilizada para os passageiros do trecho Japeri-Queimados até o fim deste mês. O trem tem sistema mais moderno, com controles de alta tecnologia, além de TVs, bagageiro e ar condicionado. A notícia, em pleno verão, deveria ser motivo de comemoração. Mas, infelizmente, não há muito o que celebrar quando o assunto é transporte ferroviário de passageiros no Rio de Janeiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/trem-chines.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5108" title="trem chines" src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/trem-chines.jpg" alt="" width="259" height="194" /></a>Está em testes o primeiro trem chinês adquirido pelo Governo do Estado no ano passado. A composição deve ser disponibilizada para os passageiros do trecho Japeri-Queimados até o fim deste mês. O trem tem sistema mais moderno, com controles de alta tecnologia, além de TVs, bagageiro e ar condicionado. A notícia, em pleno verão, deveria ser motivo de comemoração. Mas, infelizmente, não há muito o que celebrar quando o assunto é transporte ferroviário de passageiros no Rio de Janeiro.</p>
<p>A maioria dos trens em funcionamento é antiga, sem ar condicionado e com lotação quase sempre acima do aceitável. Muitas vezes composições trafegam com portas abertas e as panes são frequentes; problemas que deixam as esperas longas e os trajetos lentos. Não raro, os passageiros descem e vão andando pela ferrovia. O que deveria ser inaceitável, já foi banalizado.</p>
<p>A Supervia, empresa que opera o serviço de trens urbanos da Região Metropolitana desde 1998, tem a concessão do serviço por 50 anos. Para atender as mais de 500 mil pessoas que utilizam o sistema ferroviário por dia, a concessionária assumiu compromissos, como segurança, rapidez, preço justo. No entanto, não é isso que vem sendo oferecido aos cidadãos. O que deveria ser uma opção de transporte rápida, barata e segura se transforma no oposto.</p>
<p>A percepção dos usuários de trem sobre o serviço oferecido é muito ruim. Trens atrasados, superlotados , quebrados , sujos ; estações sem iluminação, sem segurança e sem limpeza. Para completar, há um aumento de tarifa previsto para fevereiro, o que deixará a passagem  R$ 0,10 mais cara. Paga-se muito, por pouco.</p>
<p>O transporte público é um serviço essencial para o trabalhador. Ele pode ser determinante para que uma pessoa consiga ou não um emprego, dependendo das possibilidades de acesso. E tem grande importância para garantir qualidade de vida aos trabalhadores. O tempo que se gasta no deslocamento casa-trabalho-casa e o que sobra para que as pessoas possam ter momentos de lazer e atenção à família são essenciais para todos nós.</p>
<p>Cabe à Agência <em>Reguladora</em> de Transportes Terrestres (Agetransp), órgão público responsável pela fiscalização do transporte público estadual, cobrar das concessionárias que os direitos do cidadão sejam respeitados. Por enquanto, só há descaso por todo lado.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>De volta ao candeeiro e ao carro-de-boi</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 17:18:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ambientalista]]></category>
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		<category><![CDATA[Usina Hidrelétrica]]></category>

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		<description><![CDATA[Aos ambientalistas de boa-vontade e aos ingênuos, pergunto se conhecem a importância da geração e distribuição de energia elétrica, para o desenvolvimento social (esqueçamos o crescimento econômico).
Alguém já mensurou o significado, do ponto de vista da dignidade humana, do programa ‘Luz para Todos’, ao tirar milhões de compatriotas de uma verdadeira Idade Média para as ofertas do século XX?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/amazonas-300x211.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5049" title="amazonas-300x211" src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/amazonas-300x211.jpg" alt="" width="300" height="211" /></a></p>
<p>Aos ambientalistas de boa-vontade e aos ingênuos, pergunto se conhecem a importância da geração e distribuição de energia elétrica, para o desenvolvimento social (esqueçamos o crescimento econômico).</p>
<p>Alguém já mensurou o significado, do ponto de vista da dignidade humana, do programa ‘Luz para Todos’, ao tirar milhões de compatriotas de uma verdadeira Idade Média para as ofertas do século XX?</p>
<p>Sugiro um exercício: calcular quantas florestas são poupadas no Brasil e no mundo quando as locomotivas a vapor são substituídas pelas elétricas ou pelos carros dos metrôs e a geração de energia elétrica a partir de fontes fósseis ou lenha é substituída pela energia derivada de hidroelétricas ou usinas termonucleares.</p>
<p>esse respeito, não seria ocioso lembrar que Angras I e II nos forneceram milhões de toneladas de energia limpa ao longo de sua existência. A lamentar, apenas, a demora na retomada do projeto de Angra III.</p>
<p>Seria cômico se não fosse trágico, ou cínico, nossa classe média gritar contra a geração de energia de fontes limpas como a hidráulica e nuclear, e ao mesmo tempo querer mais tevês, mais geladeiras e <em>freezers</em>, mais aparelhos de ar-condicionado, mais máquinas de lavar roupa e mais isso e aquilo cuja fabricação depende de…energia, e cujo funcionamento  depende de… energia. E quanto mais aparelhos elétricos, já sabia o conselheiro Acácio, mais consumo de energia.</p>
<p>É curioso pretender o primeiro, o segundo e mesmo o terceiro automóvel, ou camioneta ou quase-tanques de guerra (pra se deslocar, em regra, daqui até logo ali, quase sempre só o motorista) esquecida a classe-média de que a indústria automotiva depende de energia. Não é sério querer mais plástico e alumínio (que é pura energia) em seus lares – na construção de suas casas, em seus eletrodomésticos, nos brinquedos de seus filhos e nos seus próprios (<em>tablets, e-books, smartphones</em>…), deslembrando-se de que essas maravilhas são filhas da mineração e da petroquímica.</p>
<p>Que tal dizermos agora aos milhões de brasileiros retirados da pobreza e que recém ingressaram nas primeiras faixas do consumo, que eles podem tudo, menos… consumir energia? Tudo menos comprar seu fogão, sua tevê, seu liquidificador?</p>
<p>Energia elétrica não brota dos roçados nem cai do céu, como a chuva. Precisa ser produzida, e é cara. Neste ponto, nem os economistas conseguem obrar milagres.</p>
<p>As opções são poucas: as térmicas alimentadas por petróleo ou carvão, as usinas nucleares e as hidroelétricas, disponíveis em poucos países. O Brasil é um deles e dos mais ricos em recursos hídricos. Mas querem que desse recurso (limpo, renovável e menos caro) abramos mão, como querem que abramos mão da alternativa nuclear, embora sejamos possuidores de uma das maiores reservas de urânio do mundo.</p>
<p>Que sobra?</p>
<p>Aos desmemoriados, lembremos o ‘apagão’ do final do segundo governo FHC, que só não se repetiu em 2003 porque naquele ano o crescimento do PIB foi simplesmente pífio: 0,5%. O ‘apagão’ (quem pagará ao povo os prejuízos sofridos?) não foi pena imposta pelo diabo negando-nos chuva, mas incontornável consequência da falta de investimentos, que o Brasil tenta recuperar com Santo Antonio, Jirau e Belo Monte, e Angra III.</p>
<p>Lembremos: o aumento da geração de energia deve caminhar à frente da demanda, para poder estimular a economia e melhorar as condições de vida da população.</p>
<p>Mas, saberão os inocentes do Leblon o que faz o governo quando a geração de energia elétrica, no Brasil derivada principalmente das hidroelétricas, não atende à demanda? Aciona as termelétricas movidas a diesel ou carvão mineral, os campeões em emissão de C0<sup>2</sup>, aumentando o aquecimento global. Em resumo: lutar contra hidrelétricas e usinas nucleares é defender a fonte fóssil. Não tem saída.</p>
<p>Vejamos os fatos objetivos.</p>
<p>A tendência mundial, considerando mesmo a crise geral do capitalismo, indica o aumento constante e acentuado do consumo de energia. Segundo a norte-americana EIA (<em>Energy Information Administration</em>), a demanda deverá crescer 53% entre 2008 e 2053, ou seja, mais que dobrará em apenas 45 anos!</p>
<p>E sabem quem deverá atender a esse consumo?</p>
<p>As usinas dependentes de combustíveis fósseis, a saber, petróleo e carvão vegetal. O Brasil é dos poucos países que têm condições de romper com essa tragédia, pois dispõe de recursos hidráulicos ainda abundantes e inexplorados. Mas não pode, impedido que está de construir hidrelétricas (como está impedido de criar aquavias), porque elas ora alagam terras sem uso, ora alteram o passeio de bagres, ou, diz-nos um anônimo procurador do Ministério Público Federal do Pará, porque “as compensações oferecidas pelo governo e pelo Consórcio Norte Energia (<em>construtor da usina de Belo Monte</em>) são insuficientes para manter a qualidade de vida” dos 700 índios da etnia Xilkrin, que teriam de abandonar suas terras.</p>
<p>Não faz muito, o início das obras do Centro de Lançamento do foguete Cyclone-4, em Alcântara, Maranhão, foi retardado em 14 meses, tempo durante o qual durou Ação movida pelo Ministério Público Federal daquele Estado, que acusava a empresa <em>Alcântara Cyclone Space</em>, fruto de tratado firmado entre o Brasil e a Ucrânia, de, com a movimentação de máquinas e operários, ‘haver assustado os antepassados dos quilombolas que moravam em grutas na praia’…</p>
<p>As dificuldades interpostas às construções de Santo Antonio e Jirau pedem um livro.</p>
<p>As previsões mais recentes, considerando a crise mundial e o horizonte próximo, indicam o crescimento da demanda brasileira de energia, que deverá saltar de 456,5 mil GWh para 730 mil GWh em apenas 12 anos. Que fazer, se nossas hidrelétricas estão interditadas e se a opção nuclear, a única absolutamente não-poluidora, é tratada como verdadeira pornografia pelo fundamentalismo ambientalista?</p>
<p>Falar nas alternativas eólica ou solar, em termos de alternativas para o país (produção em grande escala) é ignorar que essas fontes, pois, embora não descartáveis, são, ainda, fontes caras, tecnologias em desenvolvimento, mesmo  pouco eficientes (e, diga-se de passagem, dependem de complementação térmica para sua regulação). Servem para garantir calor às residências de praia das classes abastadas ou para suprir as necessidades de condomínios ricos e pequenas vilas e povoações isoladas, compensando, com a geração local, o alto custo das redes de transmissão.</p>
<p>Hoje, essas fontes geram 1.436 MW e podem chegar, em 2020, a 6.041MW. Ora, isso representará apenas 3,59% do total de energia de que necessitaremos naquele ano. Basear nessas fontes nosso futuro energético…</p>
<p>Uma coisa é certa, a oposição midiática, com seu apêndice partidário, faz a cabeça da classe média alienada, levando-a a crer que existe ‘almoço grátis’ e insuflando o sentimentalismo ingênuo para, isto sim,  combater o projeto nacional desenvolvimentista de que carecem nosso país e nosso povo, nada importando quanto suicida seja, e criminoso, para com as gerações que nos sucederão.</p>
<p>Depois do ‘pós-comunismo’ e do ‘fim da História’, eis a proposta da ‘nova direita’: a pós-civilização.</p>
<p>Voltemos para o candeeiro a azeite e ao carro de boi. Voltemos nós, pois os ricos já estão comprando apartamentos em Miami.</p>
<p>Por: Roberto Amaral na <a href="http://www.cartacapital.com.br/economia/de-volta-ao-candeeiro-e-ao-carro-de-boi/">Carta Capital.</a></p>
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		<title>A favor do voto em lista</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 19:42:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Blog Marcelo Sereno]]></category>
		<category><![CDATA[Semana]]></category>
		<category><![CDATA[José Dirceu]]></category>
		<category><![CDATA[PT]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Política]]></category>
		<category><![CDATA[Voto em Lista]]></category>

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		<description><![CDATA[ ex-secretário-geral da Presidência da República de Fernando Henrique Cardoso Eduardo Graeff publicou nas páginas deste O Estado de S. Paulo o artigo Contra o voto em lista (23/2, A2), cujo objetivo se observa no título, mas que tem como resultado revelar a verdadeira face da oposição hoje no Brasil: a falta de um projeto alternativo de país. Ao atacar o modelo de lista fechada, o tucano atinge as próprias fraquezas de seu partido. Nas linhas do texto, fica evidente que a oposição é um aglomerado sem propostas e despida de base social sólida a que representar. Está, enfim, à deriva.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/reforma.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-4369" title="reforma_política" src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/reforma-300x131.png" alt="reforma_política" width="300" height="131" /></a>José Dirceu * &#8211; O Estado de S.Paulo</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; color: #464646; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 16px; padding: 0px;">O ex-secretário-geral da Presidência da República de Fernando Henrique Cardoso Eduardo Graeff publicou nas páginas deste O Estado de S. Paulo o artigo Contra o voto em lista (23/2, A2), cujo objetivo se observa no título, mas que tem como resultado revelar a verdadeira face da oposição hoje no Brasil: a falta de um projeto alternativo de país. Ao atacar o modelo de lista fechada, o tucano atinge as próprias fraquezas de seu partido. Nas linhas do texto, fica evidente que a oposição é um aglomerado sem propostas e despida de base social sólida a que representar. Está, enfim, à deriva.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; color: #464646; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 16px; padding: 0px;">
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; color: #464646; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 16px; padding: 0px;">A fragilidade do fio condutor das críticas ao voto em lista é tão grande que colabora para soterrar as ponderações mais razoáveis. Afinal, sustentar que esse modelo não pode ser aprovado porque favoreceria o Partido dos Trabalhadores (PT) é recorrer a um não argumento, que, de resto, esquece que o PT já vem crescendo há duas décadas, ampliando suas representações, seu volume de votos e número de governantes eleitos. E isso ocorre não porque o modelo favorece, mas, essencialmente, porque o PT tem propostas amplamente discutidas dentro do partido e com a sociedade e possui elevada capacidade de comunicação e mobilização. A relação do PT com a sociedade é especial, de diálogo permanente, daí os resultados nas urnas.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; color: #464646; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 16px; padding: 0px;">Justificar que o voto em lista causaria confusão entre partidos e eleitores, desacostumados ao sistema, significa, na verdade, defender o modelo atual, pois todas as demais mudanças deixariam os eleitores confusos. Trata-se de argumento que ofende a inteligência do cidadão e minimiza o papel dos meios de comunicação na difusão das informações. Além disso, o voto distrital misto, defendido por José Serra nas eleições, é mais complexo do que o voto em lista.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; color: #464646; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 16px; padding: 0px;">Na verdade, a preocupação com a reforma política não se deveria voltar para um cálculo hipotético sobre quais forças se beneficiam desta ou daquela proposta, pois o resultado já é conhecido: a reforma não é aprovada. O que deve nortear o debate é que sentido &#8211; ou quais sentidos &#8211; deve ter o sistema político-partidário e eleitoral do Brasil nas próximas décadas. Queremos um modelo pautado na figura do candidato ou que valorize os programas dos partidos? Que dimensão o voto deve assumir com vista a aproximar o eleitor do partido? Como adotar mecanismos capazes de limitar o espaço que o poder econômico tem hoje nos resultados eleitorais? Essas são algumas das reais questões que temos de enfrentar na discussão da reforma política.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; color: #464646; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 16px; padding: 0px;">É preciso incutir no debate a perspectiva de que todos os modelos têm prós e contras, ou seja, as mudanças a serem realizadas poderão dirimir as falhas do nosso atual sistema na medida em que apontarem para os mesmos sentidos. Se a preocupação é com a criação de espaços de estrangulamento da pluralidade da representação política, há meios de se evitarem tais efeitos colaterais. O que não se pode admitir é que o Brasil caminhe para um modelo em que se amplia a importância das personalidades em detrimento dos programas políticos. Essa é uma tendência que precisa ser combatida.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; color: #464646; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 16px; padding: 0px;">O voto em lista prevê que o eleitor escolha as melhores propostas, votando nos partidos &#8211; e não nas pessoas. Ao contrário do que se tenta transformar em verdade, para vetar previamente a ideia, há mais de um jeito de fazer a composição dessa lista: pode ser exclusivamente da direção do partido; pode ser da direção, atendendo à proporcionalidade de votações dos militantes; pode ser resultado de votações nominais dentro do partido. É importante, enfim, que esse processo seja acompanhado e fiscalizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O consenso sobre como será a mecânica ainda está por se fazer, em processo que passa por amplo debate com a sociedade e no Congresso Nacional.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; color: #464646; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 16px; padding: 0px;">Mas a principal vantagem do voto em lista é, sem dúvida, pôr em debate na sociedade os projetos que os partidos representam. O cerne da disputa são os projetos, as concepções de condução da coisa pública e os rumos que queremos para o futuro. No fundo, é isso que está em jogo numa eleição, não a pessoa do candidato. E devemos valorizar isso no novo sistema eleitoral. A variante do voto distrital misto acaba por conferir menos espaço aos programas partidários do que o voto em lista, e o voto distrital puro &#8211; ou ideias como o &#8220;distritão&#8221; &#8211; fere os princípios da proporcionalidade e da soberania do voto, que conferem maior liberdade ao cidadão para votar e escolher seus representantes.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; color: #464646; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 16px; padding: 0px;">Além desse, os outros pontos essenciais da reforma que atendem aos mesmos objetivos do voto em lista são: o fim da coligação proporcional, a instituição para valer da cláusula de desempenho e, especialmente, a fidelidade partidária e o financiamento público das campanhas. São questões que ainda carecem de debate, e a sociedade tem de se apoderar desses temas para indicar os caminhos das mudanças. O desejável é que os partidos se articulem e funcionem como irradiadores de informação e centros de discussão.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; color: #464646; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 16px; padding: 0px;">Felizmente, há integrantes da oposição que estão interessados em discutir o que é melhor para o eleitor e para o País. O grau de avanço do texto da reforma passa pelo tamanho da participação dos atores políticos do campo governista e de oposição. Para mim, parece claro que a nossa direção deve ser a de um sistema que estimule um debate eleitoral de melhor nível, de viés programático, não personalista, que fortaleça os partidos como instituições representativas e que impeça a predominância do poder econômico.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; color: #464646; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 16px; padding: 0px;">Não há por que temer os avanços democráticos. Esse é o motivo de ser da reforma política.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; color: #464646; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 16px; padding: 0px;">
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; color: #464646; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 16px; padding: 0px;">* ADVOGADO, MEMBRO DO DIRETÓRIO NACIONAL DO PT, FOI MINISTRO DA CASA CIVIL</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Artigo: Os frágeis argumentos contra o TAV</title>
		<link>http://www.blogdosereno.com.br/blog/2011/02/artigo-os-frageis-argumentos-contra-o-tav/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Feb 2011 17:54:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[TAV]]></category>
		<category><![CDATA[transportes]]></category>
		<category><![CDATA[Trem de Alta Velocidade]]></category>

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		<description><![CDATA[À medida que se aproxima a data da licitação do trem de alta velocidade, ligando o Rio a São Paulo e Campinas, aumenta o tom da polêmica sobre a oportunidade ou não dessa obra e respectivo serviço. Obras dessa magnitude geram argumentos de todo tipo, de acordo com a visão que a pessoa tenha sobre os problemas existentes e as formas de minimizá-los ou trocar por outros problemas de menor valor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-top: 0.5em; margin-bottom: 0.9em;"><a href="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/tav11.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4290" title="tav1" src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/tav11-300x225.jpg" alt="tav1" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="margin-top: 0.5em; margin-bottom: 0.9em;"><em>*José Augusto  Valente  é diretor técnico da Agência T1 e ex-secretário de Política  Nacional de Transportes (2004-2007) do Ministério dos Transportes</em></p>
<p style="margin-top: 0.5em; margin-bottom: 0.9em;">À medida que se  aproxima a data da licitação do trem de alta velocidade, ligando o Rio a  São Paulo e Campinas, aumenta o tom da polêmica sobre a oportunidade ou  não dessa obra e respectivo serviço.</p>
<p><a name="more"></a></p>
<p style="margin-top: 0.5em; margin-bottom: 0.9em;">Obras  dessa magnitude geram argumentos de todo tipo, de acordo com a visão  que a pessoa tenha sobre os problemas existentes e as formas de  minimizá-los ou trocar por outros problemas de menor valor.</p>
<p style="margin-top: 0.5em; margin-bottom: 0.9em;">Na minha opinião,  expressa quando estive Secretário de Política Nacional de Transportes  (2004-2007) do Ministério dos Transportes, o Trem de Alta Velocidade não  tem apenas importância do ponto de vista da logística de passageiros.</p>
<p style="margin-top: 0.5em; margin-bottom: 0.9em;">Sua importância,  também, não tem a ver, exclusivamente, com os benefícios indiretos  gerados pela significativa redução de gases esfeito-estufa, bem como da  redução da poluição sonora, além da redução de dependência de fontes  não-renováveis de combustíveis.</p>
<p style="margin-top: 0.5em; margin-bottom: 0.9em;">Esses motivos, de  difícil avaliação econômica, mas que qualquer pessoa de bom senso  enxerga ser significativa, por si só já justificariam a concretização  dessa obra e serviço, iniciando um novo paradigma que será corrente nos  próximos anos na América do Sul.</p>
<p style="margin-top: 0.5em; margin-bottom: 0.9em;">Assim, juntem-se  todos esses motivos ao fato de que o Brasil, dominando a tecnologia dos  trens de alta velocidade, será referência mundial em projeto, construção  e manutenção das vias permanentes, como na fabricação de equipamentos  para a indústria dos trens de alta velocidade. É disso que se trata e  não de uma obra ferroviária, como alguns querem fazer crer.</p>
<p style="margin-top: 0.5em; margin-bottom: 0.9em;">Os argumentos  utilizados para bombardear o projeto do trem de alta velocidade  brasileiro são insuficientes para responder aos benefícios estratégicos a  serem gerados pela implantação e domínio da tecnologia. Pelo menos, não  li até agora opositores do projeto que se dignem a fazer esse debate.</p>
<p style="margin-top: 0.5em; margin-bottom: 0.9em;">Argumentos do tipo  “deveria investir esse dinheiro em outra coisa na área social” ou “em  vez de trem de alta velocidade poderia ser um trem comum de 120 km/h de  velocidade”ou ainda “deveria investir em metrô” são ingênuos e não dão  conta da questão estratégica envolvida.</p>
<p style="margin-top: 0.5em; margin-bottom: 0.9em;">Além da tecnologia  “roda sobre trilho”, que provavelmente será a vencedora da licitação, o  Brasil já desenvolve a tecnologia de levitação magnética, no Laboratório  de Aplicações de Supercondutores da COPPE/UFRJ.</p>
<p style="margin-top: 0.5em; margin-bottom: 0.9em;">O protótipo em  desenvolvimento, por enquanto, destina-se ao uso urbano, por força do  convênio em vigor com a Transrapid alemã, detentora da tecnologia de  levitação magnética para a alta velocidade.</p>
<p style="margin-top: 0.5em; margin-bottom: 0.9em;">Com a implantação do  projeto TAV, o Brasil terá todas as condições de avançar e dominar a  tecnologia da levitação magnética e terá o domínio da tecnologia roda  sobre trilho. Com isso, estará na vanguarda mundial, num momento em que a  busca por soluções sustentáveis ambientalmente será uma obsessão para  países desenvolvidos e emergentes.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>31 anos de glórias</title>
		<link>http://www.blogdosereno.com.br/blog/2011/02/31-anos-de-glorias/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Feb 2011 14:52:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Blog Marcelo Sereno]]></category>
		<category><![CDATA[Semana]]></category>

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		<description><![CDATA[Duvido que alguém, vinculado ou ligado aos ideias do nosso Partido dos Trabalhadores não se emocionem ao ouvir o jingle daquela campanha de 1989, com Chico, Djavan e Gil entoando o nosso desejo de ver Lula lá. Duvido ainda, que você militante do partido do trabalhadores, não se emocione ao se lembrar de Lula ou ainda com uma vitória tão importante, que foi eleger Dilma Rousseff a primeira mulher presidente do Brasil.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0cm;"><a href="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/pt31-anos_D1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4237" title="pt31 anos_D1" src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/pt31-anos_D1-300x183.jpg" alt="pt31 anos_D1" width="300" height="183" /></a>Duvido que alguém, vinculado ou ligado aos ideias do nosso Partido dos Trabalhadores não se emocionem ao ouvir o jingle daquela campanha de 1989, com Chico, Djavan e Gil entoando o nosso desejo de ver Lula lá. Duvido ainda, que você militante do partido do trabalhadores, não se emocione ao se lembrar de Lula ou ainda com uma vitória tão importante, que foi eleger  Dilma Rousseff a primeira mulher presidente do Brasil.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">
<p style="margin-bottom: 0cm;">São 31 anos de lutas e conquistas que foram crescendo paulatinamente no campo da política e das questões sociais. Hoje, aqueles ideais lá do começo da década de 1980 personificados com a fundação do Partido dos Trabalhadores, são realidade. Experimentamos uma mobilidade social, que retirou 30 milhões da miséria. E nossos planos, são mais ousados, quando falamos em erradicação da miséria extrema.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">
<p style="margin-bottom: 0cm;">Olhar as imagens da campanha anterior ou lembrar das lutas dessa campanha recente e ver o sucesso de tudo isso, remetem a um pensamento de que acreditamos. E por isso conquistamos tudo isso. Somos o único partido que cresceu em representatividade ao longo dos anos. E isso é importante porque temos mais força para colocar em prática todo aquele grande projeto, que hoje esbanja maturidade.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">
<p style="margin-bottom: 0cm;">O momento é outro. Mas nesses 31 anos do Partido dos Trabalhadores a única certeza que temos é que precisamos acreditar. Acreditar e lutar porque nós já conseguimos e vamos conseguir muito mais. Hoje as felicitações são para todos aqueles que acreditam e que lutam um sonho de país mais justo, mais solidário e mais democrático. Porque o PT, companheiro, é só a concretização de vários sonhos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Fábio Schneider, 9 anos,  quer ser presidente</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Nov 2010 11:48:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Blog Marcelo Sereno]]></category>
		<category><![CDATA[Coréia do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[Fábio Schneider]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente Lula]]></category>
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		<description><![CDATA[Poderíamos traçar longas considerações filosóficas sobre os ídolos. Segundo a Wikipédia , ídolos são “um objeto de adoração que representa materialmente uma entidade espiritual ou divina, e frequentemente é associado a ele poderes sobrenaturais, ou a propriedade de permitir uma comunicação entre os mortais e o outro mundo. Na atualidade são as celebridades, esportistas, músicos - olimpianos, na conceituação de Edgar Morin -, que ocupariam esse lugar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0cm;">
<div id="attachment_3645" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/GAROTO2.jpg"><img class="size-medium wp-image-3645" title="fábio_schneider" src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/GAROTO2-300x199.jpg" alt="Fábio recebe autógrafo de Lula e afirma: Quero ser presidente." width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Fábio recebe autógrafo de Lula e afirma: Quero ser presidente.</p></div>
<p>Poderíamos traçar longas considerações filosóficas sobre os ídolos. Segundo a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Ddolo" target="_blank">Wikipédia</a> , ídolos são “um objeto de adoração que representa materialmente uma entidade <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Espírito">espiritual</a> ou <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Deus">divina</a>, e frequentemente é associado a ele poderes sobrenaturais, ou a propriedade de permitir uma comunicação entre os mortais e o outro mundo. Na atualidade são as celebridades, esportistas, músicos  &#8211; olimpianos, na conceituação de Edgar Morin -, que ocupariam esse lugar.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">
<p style="margin-bottom: 0cm;">Em um país como o nosso,  jogadores de futebol  ocupam o lugar de ídolos, junto com artistas de toda espécie, músicos, modelos, etc&#8230;Dificilmente, um político mereceria o lugar de adoração, de respeito ou de reverência. Utilizo essas conceituações para falar do episódio que aconteceu em Seul,  capital da Coréia do Sul, na quinta-feira(11) quando o presidente Lula e a presidente eleita, Dilma Rousseff por lá estiveram.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">
<p style="margin-bottom: 0cm;">Todo mundo se lembra da história de Fábio Schneider, 9 anos, (quem não se lembra <a href="http://www.youtube.com/watch?v=D8rfP_Nd_kw&amp;feature=player_embedded" target="_blank">clique aqui</a> ) que, ao encontrar o atual e a futura presidentes  afirmou: “Quero ser presidente da República”. Para muitos, isso pode não representar muita coisa. Para outros, como nós,  representa um  momento de resgate  &#8211; mesmo que tímido – da esperança e da fé no futuro. Esperança e fé no futuro,  que 55,7 milhões de brasileiros deram ao eleger Dilma Rousseff e, com isso, manter o projeto social e democrático para a mudança do Brasil.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">
<p style="margin-bottom: 0cm;">É. Quando uma criança diz que quer ser presidente, como outras querem ser médicos, astronautas, pilotos de corrida, nadadores, cientistas, aponta que uma semente foi plantada e que, se bem tratada, possivelmente, renderá bons frutos, daqueles que estão dispostos, como médicos, cientistas e  e atletas, a doar seu tempo, sua vida e sua história,  por uma nação.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">
<p style="margin-bottom: 0cm;">Fábio Schneider poderá não ser Presidente da República. Poderá ser policial, engenheiro ou artista plástico, mas ele será um adulto com um ponto de vista diferente. Um dia ele quis ser presidente. E como ele disse ao Lula, uma das suas ações seria universalizar a educação nas áreas mais pobres. Isso aponta que ele seria um presidente &#8211; ou médico, ou engenheiro &#8211;  com um ponto de vista diferente. Que não pensa só em si, nem só no lucro da firma, nem só em vencer o concorrente. Todas essas, coisas importantes também!</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Ele será o presidente &#8211; ou médico, o advogado, o jornalista &#8211;  mais humano. E é por essas razões que temos que nos emocionar com suas afirmações. Uma criança ter  Lula como ídolo e querer se espelhar nele, demonstra que, de alguma maneira  &#8211; ou de muitas –,  Lula acertou no seu modo de ser e no seu modo de fazer política.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">
<p style="margin-bottom: 0cm;">E não é só isso. Fábio Schneider é um exemplo e principalmente um alento de que continuaremos trabalhando por dias melhores, por um país mais amplo, mais justo e, principalmente mais democrático, porque democratizou o sonho. E é isso que Fábio Schneider é: a democratização do direito de sonhar.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Uma mulher, muitos direitos</title>
		<link>http://www.blogdosereno.com.br/blog/2010/11/uma-mulher-muitos-direitos/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Nov 2010 15:04:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A participação das mulheres na política brasileira é muito recente. Por isso, o marco fantástico a eleição de Dilma Rousseff para a presidência da república, somando mais de 55 milhões de votos. A primeira brasileira eleita deputada foi Carlota Pereira Queiroz, em 1933. Só no ano seguinte, a Assembleia constituinte estabeleceu a igualdade entre os sexos, a regulamentação do trabalho feminino, a equiparação salarial e o direito ao voto.  ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/DIlma-e-LUla.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3560" title="Braslia - DF" src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/DIlma-e-LUla-300x199.jpg" alt="Braslia - DF" width="300" height="199" /></a>A participação das mulheres na política brasileira é muito recente. Por  isso, o marco fantástico a eleição de Dilma Rousseff para a presidência  da república, somando mais de 55 milhões de votos. A primeira brasileira  eleita deputada foi Carlota Pereira Queiroz, em 1933. Só no ano  seguinte, a Assembleia constituinte estabeleceu a igualdade entre os  sexos, a regulamentação do trabalho feminino, a equiparação salarial e o  direito ao voto.</p>
<p>Embora no papel desde os anos 1930, os avanços da participação  feminina na política e no mercado de trabalho avança em menor escala. E  verdade seja dita, não é por culpa delas. O Conselho Nacional dos  Direitos da Mulher constatou, em 2001, que em torno de 44% do  funcionalismo público é composto por mulheres. Mas o percentual cai  quando chegamos ao cargo de chefia: apenas 13% deles é composto por  mulheres.</p>
<p>Já naquela época, a opinião pública brasileira mostrava tendência  para aprovação da participação feminina na política, conforme ressalta o  artigo “O papel da mulher na gestão pública” disponível <a href="http://www.sefaz.ms.gov.br/age/artigostec/artigoluciane.pdf" target="_blank">aqui</a><a href="http://www.sefaz.ms.gov.br/age/artigostec/artigoluciane.pdf" target="_blank"></a>.  Nele, a pesquisadora Luciane Lima destaca que a atuação feminina em  cargos públicos é considerada mais positiva do que a dos homens,  conforme verificação realizada pelo instituto de pesquisa Vox Populi.  Luciane ressalta: “o levantamento mostra que elas são consideradas, pela  população e até mesmo pelos próprios homens, mais confiáveis, honestas,  competentes, firmes, capazes e mais responsáveis”.</p>
<div>
<p>O Brasil encontra-se em um momento histórico diferenciado. Já  contabilizamos inúmeras vezes os avanços econômicos e sociais, pelos  quais passamos nos últimos 8 anos. Mais de 15 milhões de postos formais  de trabalho gerados, mais de 20 milhões de pessoas retiradas da miséria.  Outros 30 milhões alçados à condição de classe média. Investimentos em  infraestrutura, em saúde, em educação&#8230; um sem número de coisas.</p></div>
<p>E neste cenário que Dilma Rousseff assumirá o poder, muitos  dirão que a tarefa é mais simples, uma vez que o país está minimamente  organizado. No entanto, ela terá a seu favor, e contra também, o legado  do governo de Luís Inácio Lula da Silva. O presidente que deixará o  poder com o índice de aprovação que supera os 80%.</p>
<p>Ela terá ainda a maioria do Senado e da Câmara dos Deputados, mas  isso não tornará seu trabalho mais simples, considerando que deverá  contar com a oposição ferrenha dos partidos alinhados à direita, bem  como de toda a imprensa brasileira que ainda não engoliu sua vitória e a  vontade do povo de fazer o Brasil seguir mudando. Nós torcemos por  Dilma. Estamos certos que fará uma gestão eficiente e diferente de Lula.  Até porque são pessoas distintas.</p>
<p>Mas o seu papel na história vai mais além do que ser a primeira  mulher a presidir o Brasil. Ela deverá representar a consolidação dos  direitos, não só das mulheres, como de uma grande parcela da sociedade  que estava à margem e que, a partir do governo Lula, começou a entender o  que é fazer parte desse Brasil. A resposta veio nas urnas.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Convite aos militantes</title>
		<link>http://www.blogdosereno.com.br/blog/2010/10/convite-aos-militantes-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 16:14:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[Eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
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		<category><![CDATA[Segundo Turno]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos 8 anos, o Brasil está passando por uma série de mudanças que são significativas para o povo. Que assumiu um país com taxa de desemprego de 15% e que está hoje na faixa dos 8%. Um país cuja inflação marcava na casa dos dois dígitos e hoje está em 5%. Quando assumimos o poder, o salário mínimo equivalia a U$$ 76 e hoje já está perto de U$$ 300. Retiramos 30 milhões de pessoas da linha da miséria e avançamos em investimentos na infraestrutura, ampliamos o acesso a educação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0cm;">
<div id="attachment_3281" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/militancia.jpg"><img class="size-medium wp-image-3281" title="Rio de Janeiro - RJ" src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/militancia-300x199.jpg" alt="Militantes devem se preparar para um trabalho árduo no segundo turno." width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Militantes devem se preparar para um trabalho árduo no segundo turno.</p></div>
<p>Nos últimos 8 anos, o Brasil está passando por uma série de mudanças que são significativas para o povo. Que assumiu um país com taxa de desemprego de 15% e que está hoje na faixa dos 8%. Um país cuja inflação marcava na casa dos dois dígitos e hoje está em 5%. Quando assumimos o poder, o salário mínimo equivalia a U$$ 76 e hoje já está perto de U$$ 300. Retiramos 30 milhões de pessoas da linha da miséria e avançamos em investimentos na infraestrutura, ampliamos o acesso a educação.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">
<p style="margin-bottom: 0cm;">Durante a campanha, estive em diversas comunidades do Rio de Janeiro e vi que, aos poucos, a realidade dessas milhares de pessoas está mudando. Na Rocinha, obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) vão mudando a realidade, que já está bem diferente no Complexo do Alemão, por exemplo.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">
<p style="margin-bottom: 0cm;">Queremos aprofundar essas mudanças, que ainda caminham devagar, mas que devem contemplar, paulatinamente, o país. Queremos construir, de fato, um país para todos. Por isso, precisamos eleger Dilma Rousseff presidente.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">
<p style="margin-bottom: 0cm;">Precisamos eleger a Dilma não só porque ela será a primeira mulher a presidir o país. Precisamos eleger a Dilma porque ainda queremos um país mais justo, mais amplo e mais democrático. Com mais acesso e mobilidade social.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">
<p style="margin-bottom: 0cm;">
<p style="margin-bottom: 0cm;">Por isso que você, militante, é muito importante nessa batalha. Vista sua camisa, pegue a sua bandeira e defenda o projeto que vai continuar mudando o Brasil, personificado na grande mulher que é Dilma Rousseff. Faça sua parte no boca a boca, com seus vizinhos, amigos, parentes, colegas de trabalho. Em seus perfis nas redes sociais. No twitter, no Orkut, no Facebook, via e-mail.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">
<p style="margin-bottom: 0cm;">Vamos combater essa onda de boatos, fazendo o que sabemos de melhor: política boa e limpa, baseada na militância empenhada e, sobretudo, justa para o Brasil seguir mudando.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">
]]></content:encoded>
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		<title>Sereno fala sobre o desenvolvimento da Zona Oeste</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 20:05:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[1314]]></category>
		<category><![CDATA[Cel. Paulo Flávio]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Sereno]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Zona Oeste]]></category>

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		<description><![CDATA[Ações para o desenvolvimento da Zona Oeste. Este foi um dos assuntos da reunião do candidato a deputado federal Marcelo Sereno (PT - 1314) com lideranças e formadores de opinião.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/09/foto.JPG"><img class="alignleft size-medium wp-image-3092" style="border: 10px solid white;" title="foto" src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/09/foto-300x225.jpg" alt="foto" width="210" height="158" /></a>Ações para o desenvolvimento da Zona Oeste.  Este foi um dos assuntos da reunião do candidato a deputado federal  Marcelo Sereno (PT &#8211; 1314) com lideranças e formadores de opinião. O  evento aconteceu esta manhã na Escola Luarte &#8211; A Casa do Curumim e  contou com a participação do candidato a deputado estadual Cel. Paulo  Flávio (PT &#8211; 13222).<br />
Marcelo Sereno falou também sobre  crescimento da região e a importancia de votar em Dilma Rousseff para o  Brasil e o Rio de Janeiro seguir mudando..</p>
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