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Agosto começa com superávit

A balança comercial brasileira fechou a primeira semana de agosto apresentou salto positivo de U$$ 943 milhões. Na comparação com a média diária do mês de julho (US$ 61,7 milhões), o superávit na balança comercial teve aumento de 205,8%. Em relação à média de agosto do ano passado (US$ 145,4 milhões), o crescimento foi de 29,7%.

Aeronáutica recebe incentivo com redução de impostos

Foram publicadas nesta sexta-feira, cinco resoluções da Câmara de Comércio Exterior (Camex) aprovadas na última reunião do Comitê Executivo de Gestão da Camex (Gecex), realizada em 5 de agosto. A Resolução nº 55 altera a regra de tributação da Tarifa Externa Comum (TEC) para produtos do setor aeronáutico. A alíquota do Imposto de Importação (II) passa a ser de 0% para compra de aeronaves, aparelhos de treinamento de vôo e também para aquisições no exterior de partes e peças destinadas a fabricação, reparo, manutenção, transformação, modificação ou indutrialização de aeronaves.

Inflação zero

O IBGE informou nesta sexta-feira que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a medida oficial da inflação, teve variação de 0,01% em julho. O IPCA é usado como referência pelo Banco Central para estabelecer metas de variação de preços no país.

Mais emprego formal

Pela conta da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) divulgada pelo Ministério do Trabalho, o Brasil gerou quase dois milhões de emprego no ano passado. Entre janeiro e dezembro foram contabilizadas 1,766 milhões de empregos formais, ou 4, 48% a mais do que o volume contabilizado em 2008. O número é diferente do apresentado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) no início do ano que apontou 995 mil vagas formais.

Cesta básica mais barata

Pelo terceiro mês consecutivo a pesquisa nacional da sexta básica apontou deflação. A pesquisa foi feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e mostrou que o açúcar e o tomate foram os principais responsáveis pela queda.

Caos no ar

O Brasil volta novamente a passar por problemas no setor aéreo. Na segunda-feira (2) e nesta terça-feira o transporte de passageiros novamente contabilizou atrasos. O impacto foi sentido nos aeroportos do Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo. Eu mesmo já tive problemas por causa da confusão nos vôos que, dificilmente, saem na hora. Isso porque é um mercado aberto, pelo qual pagamos caro por um conforto que não temos.

Mês de julho registra superávit

Mantendo a tendência, o superávit de julho de 2010 também foi recorde. Nossas vendas para o mercado externo alcançaram patamar de U$$ 17,6 bilhões, contra U$$ 16, 3 bilhões em compras. Depois de sucessivos recordes verificados na comparação mensal, o mês de julho deste ano teve o segundo melhor resultado da série histórica, ficando atrás de julho de 2008, quando as vendas e compras no mercado externo representaram, respectivamente, US$ 20,451 bilhões e US$ 17,148 bilhões.

Brasil na presidência do Mercosul

O Brasil tem realizado um importante trabalho de liderança da América Latina. Essa condição será fortalecida , quando o presidente Lula passará a presidir o Mercosul. A presidência brasileira se inicia no momento em que o bloco completa 20 anos e terá como tema Mercosul: Os Próximos 20 Anos” e será iniciada na abertura da cúpula que acontece em San Juan, na Argentina.

O poder da Classe D

Por todos os lugares por onde tenho andado desde que a campanha começou, sempre faço questão de ressaltar alguns pontos do governo Lula que estão mudando a vida das pessoas. As notícias dessa segunda-feira continuam apontando para isso. De acordo com a pesquisa do Instituto Poder Popular aponta que a capacidade de consuma das famílias classe D superará da classe B. Em 2010 a classe D terá disponível para gastar com produtos e serviços R$ 381,2 bilhões, valor que representa 28% do total de rendimentos.

Embraer fecha negócio com duas empresas para vender 160 aeronaves

A participação da Embraer no Salão de Farborough, na Grã-Bretanha, rendeu à empresa brasileira uma encomenda de 160 aviões, em dois contratos, totalizando um montante de U$$ 5,8 bilhões. Dessa forma a empresa brasileira fica atrás Boeing e da Airbus. Os contratos foram feitos com as empresas Flybe, da Inglaterra, optou por 140 aeronaves, e a norte-americana Air Lease Corporation, por 20.

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