O Datafolha realizou pesquisa que revela que seis em cada dez brasileiros pertencem à classe média. São 90 milhões de pessoas, muitas delas recém chegadas a esse estrato, auxiliadas por políticas de distribuição de renda, crescimento econômico mais forte e maior acesso a crédito.
A primeira fase do Complexo Industrial Superporto do Açu, empreendimento do empresário Eike Batista em São João da Barra, no Norte Fluminense, começa a operar em meados de 2013. Quando os terminais de minério de ferro, para exportação do produto e de petróleo, e o espaço para cargas entrarem em atividade serão abertos 10 mil postos de trabalho na área da construção civil e de operação de empresas instaladas. Até lá, serão investidos pela LLX, empresa de logística do grupo EBX, R$ 3,8 bilhões.
Para quase um terço da população (29,4%), o desemprego é a principal causa da pobreza no Brasil, seguido pela dificuldade de acesso e má qualidade da educação (18,4%) e pela corrupção (16,8%). E apenas 6% acreditam que programas de distribuição de renda, como o Bolsa Família, ajudam a resolver o problema. É o que aponta estudo divulgado hoje (21) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre a percepção da pobreza, que entrevistou 3.796 pessoas em agosto deste ano.
O comércio brasileiro está vivendo um momento de pleno emprego, disse à Agência Brasil o professor de varejo da Fundação Getulio Vargas, Daniel Plá. “Pela primeira vez, às vésperas do Natal, de cada dez lojas você tem uma que ainda não conseguiu completar o quadro de funcionários. Isso se repete no Brasil inteiro. Há dificuldade de contratar”, acrescentou.
O investimento estrangeiro direto acumulado no Brasil se multiplicou por quatro em cinco anos, passando de US$ 162,8 bilhões em 2005 para US$ 660,5 bilhões em 2010
A Caixa Econômica Federal firmou com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) uma parceria para oferecer microcrédito e educação financeira para cerca de 5 mil micro e pequenos empreendedores das favelas da Rocinha, do Vidigal e Chácara do Céu, na zona sul do Rio, recentemente ocupadas pelas forças de segurança pública.
No passado as páginas dos jornais noticiavam as crises da economia brasileira e a necessidade de financiamento externo do país, mas hoje quando abrimos os mesmo jornais vemos estampado nas páginas que os salários no Brasil estão melhores que os da Europa para algumas categorias. Isso é resultado de uma política de valorização do mercado interno e de diversificação da pauta exportadora conduzidas pelo presidente Lula e agora pela presidenta Dilma, que garantem ao Brasil a segurança para passar por uma nova crise econômica mundial sem grandes problemas. Se antes pedíamos dinheiro ao FMI, agora é o próprio Fundo Monetário Internacional que vem ao Brasil e nos diz que devemos emprestar para salvar as economias ameaçadas.
O consumidor brasileiro foi às lojas conferir se o varejo se animou com as medidas de incentivo ao consumo, anunciadas pelo governo na manhã da última quinta-feira (1º/12). Uma das medidas, a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados, atinge eletrodomésticos da chamada linha branca – geladeira, fogões e máquinas de lavar. E foram justamente esses os produtos procurados por consumidores ouvidos.
Um dos grandes desafios da humanidade para as próximas décadas, será equiparar a produção de alimento de modo a garantir a alimentação da população. Estimativa da Organização das Nações Unidas dão conta de que até outubro deste ano a população mundial chegará à marca de 7 bilhões de pessoas. Em 2050 deveremos ser 9 bilhões de pessoas. Para alimentar a população mundial projetada, a produção deverá aumentar em 70 por cento no mundo e 100 por cento nos países em desenvolvimento, segundo a FAO.
A economia brasileira vive um ciclo virtuoso. Nossa economia se desenvolve e por isso gera emprego em patamares nunca antes observados. E isso tudo começou com o governo Lula e suas políticas. Hoje, no artigo do Octavio de Barros, publicado no Valor Econômico e disponibilizado pelo clipping do Ministério do Planejamento, vemos uma análise do impacto dessas políticas e como elas afetaram e, principalmente modificaram a realidade do mercado de trabalho e da população economicamente ativa.