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	<title>Blog do Marcelo Sereno &#187; Juventude</title>
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		<title>Jovens são quase 24% dos trabalhadores pobres do mundo, mostra relatório da ONU</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 18:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Marcelo Sereno]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Pobreza]]></category>

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		<description><![CDATA[Os jovens são quase 24% dos trabalhadores pobres no mundo, somando 152 milhões de pessoas. É o que mostra relatório sobre a situação mundial dos jovens no mundo do trabalho feito pelo Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas e divulgado ontem (6).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/jovens-trabalhando.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5280" title="jovens trabalhando" src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/jovens-trabalhando-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Os jovens são quase 24% dos trabalhadores pobres no mundo, somando 152 milhões de pessoas. É o que mostra relatório sobre a situação mundial dos jovens no mundo do trabalho feito pelo Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas e divulgado ontem (6).</p>
<p>No caso dos trabalhadores não considerados pobres, ou seja os que vivem com mais de US$ 1,25 por dia, os jovens representam 18,6% do total. Com menor crescimento da economia global, a juventude tem enfrentado dificuldade para conseguir uma vaga de trabalho.</p>
<p>Mesmo entre os que têm emprego, muitos relataram enfrentar longa jornada de trabalho, instabilidade, poucas oportunidades para avançar na carreira, não ter benefícios de saúde e trabalham na informalidade. Por isso, não conquistam a independência financeira e nem conseguem complementar a renda familiar. Outros disseram que sequer conseguem emprego de meio período para custear os gastos com os estudos.</p>
<p>O documento também apontou o problema do desemprego da população jovem no Oriente Médio e na África. Em 2010, o percentual de jovens sem trabalho nessas duas regiões era 25,5% no Oriente Médio e 23,8% no Norte da África.</p>
<p>O relatório diz ainda que os jovens apostam na tecnologia da informação e desenvolvimento sustentável (empregos verdes) como áreas que oferecem uma melhor condição de trabalho nos próximos anos. Eles também pedem um sistema educacional de melhor qualidade e com facilidade de acesso e sugerem aos governos que implantem programas de estágios em grandes companhias privadas para a qualificação e inserção no mercado de trabalho.</p>
<p>As Nações Unidas ouviram jovens e representantes de organizações da sociedade civil por meio das mídias sociais para elaborar o relatório. Foram 1,1 mil opiniões, sugestões e recomendações recebidas durante quatro semanas, em outubro do ano passado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte:<a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-02-06/jovens-sao-quase-24-dos-trabalhadores-pobres-do-mundo-mostra-relatorio-da-onu"> Agência Brasil</a></p>
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		<title>Pré-matrícula na rede pública do RJ deve ser confirmada até sexta-feira</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 13:46:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Marcelo Sereno]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Matrícula]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Pais ou responsáveis de alunos da rede pública do Rio que fizeram a inscrição na segunda fase da pré-matrícula deverão confirmar a matrícula das crianças até esta sexta-feira (3). De acordo com a Secretaria de Estado da Educação, a pré-matrícula para escolas da rede tem 249 mil inscritos nas duas fases realizadas do processo. Só na segunda fase foram realizadas 70,5 mil inscrições.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Matrícula-Digital-2012.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5235" title="Matrícula-Digital-2012" src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Matrícula-Digital-2012-300x219.jpg" alt="" width="300" height="219" /></a>Pais ou responsáveis de alunos da rede pública do Rio que fizeram a inscrição na segunda fase da pré-matrícula deverão confirmar a matrícula das crianças até esta sexta-feira (3). De acordo com a Secretaria de Estado da Educação, a pré-matrícula para escolas da rede tem 249 mil inscritos nas duas fases realizadas do processo. Só na segunda fase foram realizadas 70,5 mil inscrições.</p>
<p>O responsável deverá comparecer à unidade munido dos seguintes documentos:<br />
- Original da carteira de identidade ou documento equivalente e CPF do aluno, se possuir;<br />
- Histórico Escolar ou Declaração de Transferência da última unidade escolar em que estudou, constando a série para a qual o aluno está habilitado;<br />
- Original da carteira de identidade e do CPF do responsável legal, no caso de menor de 18 anos; comprovante de residência e atestado médico.</p>
<p>O resultado da pré-matrícula está disponível no site <a href="http://www.matriculafacil.com.br/" target="_blank">www.matriculafacil.com.br.</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/02/pre-matricula-na-rede-publica-do-rj-deve-ser-confirmada-ate-sexta-feira.html">G1</a></p>
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		<title>No Rio, filhos da classe C deixam antes a casa dos pais</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 18:32:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Marcelo Sereno]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Classe C]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[A cada cem moradores de comunidades carentes do Rio de janeiro que pertencem à classe média, 34 possuem menos de 25 anos e formam um grande mercado potencial consumidor. O dado foi divulgado nesta terça-feira 31 pelo Instituto Data Popular divulgada nesta terça-feira , 31.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Rocinha.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5227" title="Rocinha" src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Rocinha-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>A cada cem moradores de comunidades carentes do Rio de janeiro que pertencem à classe média, 34 possuem menos de 25 anos e formam um grande mercado potencial consumidor. O dado foi divulgado nesta terça-feira 31 pelo Instituto Data Popular divulgada nesta terça-feira, 31.</p>
<div id="attachment_65764">
<p>Com um perfil independente e um apetite voraz por consumo, estes jovens tornaram-se um alvo econômico. A estimativa é que eles consumam em torno de 5 bilhões de reais por ano com o próprio salário.</p>
</div>
<p>A geração C, como esses jovens são conhecidos, tem como característica um nível de escolaridade superior ao de seus pais. Mais escolarizada, a geração se tornou uma referência dentro de suas residências, e passou a ser a responsável pelas compras de casa e pela introdução das novas tecnologias na rotina dos pais.</p>
<p>De acordo com a pesquisa do Data Popular, 68% das pessoas com menos de 25 anos da classe C possuem ensino médio completo e 8,7% ensino superior – contra 27,8% e 11,6%, respectivamente, da faixa etária de 45 até 55 anos.</p>
<p>Por isso, hoje, 22% dos jovens da Geração C cuidam das contas da casa, enquanto 23% são responsáveis pelas compras do mês e 64% pela compra de itens tecnológicos.</p>
<p><strong>Independência</strong></p>
<p>O aumento da escolaridade também diminui a diferença salarial entre os pais e os filhos cariocas que ascendem à nova classe média.</p>
<p>Esse fenômeno gerou um evento inusitado: muitos jovens cariocas optam por não morar com os pais.</p>
<p>Por nascerem em cenário mais favorável (com acesso mais fácil ao ensino superior, ao crédito e em um momento econômico melhor) do que os pais, os jovens da classe C ganham em média 72,30 reais para cada 100 reais de salário de seus pais.</p>
<p>Nas classes A e B a diferença é bem mais acentuada: a cada 100 reais de rendimento de um pai, um filho da elite ganha apenas 28,50 reais, em média.</p>
<p>Hoje, 24% destes jovens já não moram mais com a família, enquanto apenas 7% dos jovens da elite fazem o mesmo.</p>
<p><strong>Consciência Financeira</strong></p>
<p>Para saciar o apetite por consumo e por independência, a maioria da Geração C recorre ao crédito. Mas engana-se quem pensa que as facilidades de crédito para este perfil etário possa se tornar um problema de inadimplência.</p>
<p>Apesar de 69% desses jovens possuírem cartões de crédito, a maioria (67%) não gosta de acumular dívidas. Além disso, 72,9% têm um emprego formal e 44% possuem poupança.</p>
<p>Ou seja, aliam responsabilidade financeira com consumo – dois motores do crescimento brasileiro.</p>
<p>Atualmente, 5 em cada 10 universitários são recém-ingressos à classe média. E o sonho de 29% deles é ter acesso a uma educação de qualidade, que lhes ofereça a oportunidade para alcançar um bom emprego – segundo maior desejo, com 19%.</p>
<p>A pesquisa foi realizada com 2.000 jovens, de 15 a 25 anos, na região metropolitana do Rio de Janeiro.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.cartacapital.com.br/economia/no-rio-filhos-da-classe-c-deixam-antes-a-casa-dos-pais/">Carta Capital</a></p>
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		<title>MEC quer tablets nas escolas</title>
		<link>http://www.blogdosereno.com.br/blog/2012/01/mec-quer-tablets-nas-escolas/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 14:20:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Marcelo Sereno]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Computador]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[MEC]]></category>
		<category><![CDATA[Tablets]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando o computador começou a chegar nas escolas, no final da década de 80, ficava restrito às atividades administrativas. O equipamento começou a ser inserido no cotidiano dos alunos por meio dos antigos laboratórios de informática, ainda sem acesso à internet. Hoje, em plena era digital, a promessa é que, em pouco tempo, os tablets estejam nas mãos dos alunos disputando espaço com o quadro negro, livros e cadernos. Para isso, o Ministério da Educação (MEC) vai lançar este ano um edital para que as redes de ensino possam adquirir o equipamento a custo mais baixo, como fez com os laptops do programa Um Computador por Aluno (UCA).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/tabletescola.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5181" title="tabletescola" src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/tabletescola.jpg" alt="" width="260" height="198" /></a>Quando o computador começou a chegar nas escolas, no final da década de 80, ficava restrito às atividades administrativas. O equipamento começou a ser inserido no cotidiano dos alunos por meio dos antigos laboratórios de informática, ainda sem acesso à <em>internet</em>. Hoje, em plena era digital, a promessa é que, em pouco tempo, os <em>tablets</em> estejam nas mãos dos alunos disputando espaço com o quadro negro, livros e cadernos. Para isso, o Ministério da Educação (MEC) vai lançar este ano um edital para que as redes de ensino possam adquirir o equipamento a custo mais baixo, como fez com os <em>laptops</em> do programa Um Computador por Aluno (UCA).</p>
<p>“Estamos definindo as características do aparelho, vai depender muito inclusive do custo. Não soltamos ainda o edital porque precisa ter uma definição clara dos pré-requisitos do equipamento. Tem que ter acessibilidade, ser resistente e rodar qualquer conteúdo”, explica Sérgio Gotti, diretor de Formulação de Conteúdos Educacionais da Secretaria de Educação Básica do MEC.</p>
<p>Atualmente, cerca de 500 escolas do país contam com os <em>laptops </em>educacionais do UCA. O MEC calcula que 574 mil equipamentos foram adquiridos por meio do pregão do UCA, seja pelo próprio governo federal ou por prefeituras e governos estaduais &#8211; o número inclui máquinas que já foram solicitadas e estão a caminho das escolas. Considerando o total de matrículas na rede pública nos ensinos fundamental e médio, o número de estudantes que têm um computador em mãos hoje dentro da sala de aula representa menos de 2% das matrículas &#8211; se cada máquina estiver sendo utilizada individualmente, como previa o projeto original. Segundo Gotti, a intenção nunca foi universalizar o programa e levar os <em>laptops</em> a todos os alunos. O ministério defende que os <em>tablets</em> não virão para substituir os <em>laptops</em>, mas complementar as tecnologias existentes nas escolas.</p>
<p>“As políticas na verdade se complementam e a gente espera universalizar a tecnologia unindo os <em>tablets</em>, os <em>laptops</em> e os computadores de mesa. As tecnologias se somam e a gente trabalha com as alternativas disponíveis dentro da melhor realidade de cada ambiente”, explica o diretor do MEC.</p>
<p>O UCA começou a ser pensado em 2005, mas demorou a sair do papel, e as máquinas só chegaram aos estudantes em 2009. Os primeiros computadores foram distribuídos pelo MEC para alguns municípios e na segunda fase as próprias prefeituras adquiriram os aparelhos por meio de um edital organizado pelo governo que reduziu os custos. O governo ainda não decidiu se irá comprar parte dos <em>tablets</em> com recursos próprios e distribuir para as redes de ensino consideradas prioritários pelo baixo desempenho nas avaliações, como ocorreu com o UCA. Mas o edital para que as prefeituras e os governos estaduais possam comprar os equipamentos se tiverem interesse já está sendo produzido.</p>
<p>Às vésperas da chegada de uma nova tecnologia nas salas de aula das escolas brasileiras, ainda não há uma avaliação oficial dos resultados alcançados pelo UCA em termos de melhoria da qualidade do aprendizado. A percepção nas redes de ensino é que o equipamento desperta grande interesse nos alunos e dá mais motivação, diz Gotti.</p>
<p>“A Universidade Federal do Ceará (UFC) está fazendo esse trabalho de avaliação do UCA, mas não há resultados ainda porque faz pouco tempo que os <em>laptops</em> estão em uso. Mas em geral tem-se constatado que há muito interesse por parte dos alunos no uso do computador em sala de aula que foge daquele modelo tradicional do laboratório de informática. Ele traz um ganho em termos de curiosidade desse aluno que pode pesquisar e entender melhor os conteúdos”, explica.</p>
<p>Neste ano, o MEC divulga o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2011, indicador que mede a qualidade do ensino oferecido pelas escolas do país e é calculado a cada dois anos. Com esses dados será possível comparar se houve melhoria no desempenho das escolas que receberam os <em>laptops</em> entre 2009 e 2011.</p>
<p>Fonte:  <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-01-30/mec-quer-tablets-nas-escolas-mas-programa-anterior-que-entregou-laptops-chegou-menos-de-2-dos-alunos"><strong>Agência Brasil</strong> </a></p>
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		<title>Prouni: matrículas dos selecionados começam nesta segunda</title>
		<link>http://www.blogdosereno.com.br/blog/2012/01/prouni-matriculas-dos-selecionados-comecam-nesta-segunda/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 13:36:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Marcelo Sereno]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ProUni]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade]]></category>

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		<description><![CDATA[As matrículas dos pré-selecionados no programa Universidade para Todos (Prouni) começam nesta segunda-feira e seguem até o dia 1º de fevereiro. O candidato deve comparecer à instituição de ensino na qual foi aprovado para confirmar as informações declaradas na inscrição e fazer a matrícula.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="SearchKey_Text1">
<p><a href="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/ProUni.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5126" title="ProUni" src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/ProUni-300x174.jpg" alt="" width="300" height="174" /></a>As matrículas dos pré-selecionados no programa Universidade para Todos (Prouni) começam nesta segunda-feira e seguem até o dia 1º de fevereiro. O candidato deve comparecer à instituição de ensino na qual foi aprovado para confirmar as informações declaradas na inscrição e fazer a matrícula. O resultado da primeira chamada do Prouni foi divulgado na última sexta-feira e pode ser conferido <a href="http://prounialuno.mec.gov.br/"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>Depois desse prazo, caso ainda haja bolsas disponíveis, será feita a segunda chamada de candidatos, prevista para o dia 7 de fevereiro, com prazo para comprovação da documentação até 15 de fevereiro.</p>
<p><strong>Espera</strong><br />
Ao fim das duas chamadas, os candidatos não pré-selecionados ou aqueles que foram pré-selecionados em cursos sem formação de turma podem manifestar interesse em fazer parte da lista de espera, que será usada pelas instituições participantes do programa para a ocupação das bolsas eventualmente ainda disponíveis. O período para manifestação de interesse na lista irá de 22 a 24 de fevereiro.</p>
<p>Ao fim desse prazo, serão feitas duas convocações dos integrantes. A primeira, a partir de 27 de fevereiro, com prazo para comprovação de documentos e matrícula de 28 do mesmo mês até 2 de março. A segunda, em 9 de março, com prazo de 12 a 15 de março.</p>
<p><strong>Prouni</strong><br />
Neste processo seletivo são ofertadas 195.030 bolsas &#8211; 98.728 integrais e 96.302 parciais, de 50% da mensalidade &#8211; em 1.321 instituições de ensino superior particulares, entre universidades, centros universitários e faculdades.</p>
<p>Ao final de seis dias de inscrições, o programa registrou a inscrição de 1.208.398 candidatos. O número supera os 1.048.631 inscritos do processo de 2011, até então a maior marca.</p>
<p>Cada estudante teve o direito de fazer duas opções de cursos. Dessa forma, o número de inscrições chegou a 2.323.546. Criado em 2005, o Prouni já concedeu 919 mil bolsas de estudos em cursos de graduação e sequenciais de formação específica.</p>
<p>Fonte: <a href="http://noticias.terra.com.br/educacao/vestibular/noticias/0,,OI5572087-EI12889,00-Prouni+matriculas+dos+selecionados+comecam+nesta+segunda.html">Portal Terra</a>.</p>
</div>
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		</item>
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		<title>É possível vencer o crack</title>
		<link>http://www.blogdosereno.com.br/blog/2011/12/e-possivel-vencer-o-crack/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 18:05:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Marcelo Sereno]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Combate ao Crack]]></category>
		<category><![CDATA[consumo de drogas]]></category>
		<category><![CDATA[crack]]></category>
		<category><![CDATA[Drogas]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[O consumo de drogas pelos jovens é cada vez maior e o que preocupa a nós pais e também aos governantes é o avanço de uma das drogas mais agressivas: o crack. Como prometeu em sua campanha para o Planalto, a presidenta Dilma Rousseff lançou nesta quarta-feira um programa de enfrentamento ao crack e a outras drogas. Estão previstos R$ 4 bilhões em investimentos, recursos que serão direcionados para ampliação da rede de tratamento aos usuários de drogas, combate ao tráfico e para a ampliação das ações de prevenção. Esse programa representa uma vitória para o Brasil, pois significa que os milhares de usuários de drogas agora terão a oportunidade de receber tratamento gratuito, nas enfermarias especializadas que serão criadas em hospitais do SUS e nos 308 consultórios de rua para atendimento direto das vítimas dos tóxicos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/crack.jpg"><img src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/crack-300x199.jpg" alt="" title="crack" width="300" height="199" class="aligncenter size-medium wp-image-4964" /></a><br />
O consumo de drogas pelos jovens é cada vez maior e o que preocupa a nós pais e também aos governantes é o avanço de uma das drogas mais agressivas: o crack. Como prometeu em sua campanha para o Planalto, a presidenta Dilma Rousseff lançou nesta quarta-feira um programa de enfrentamento ao crack e a outras drogas. Estão previstos R$ 4 bilhões em investimentos, recursos que serão direcionados para ampliação da rede de tratamento aos usuários de drogas, combate ao tráfico e para a ampliação das ações de prevenção. Esse programa representa uma vitória para o Brasil, pois significa que os milhares de usuários de drogas agora terão a oportunidade de receber tratamento gratuito, nas enfermarias especializadas que serão criadas em hospitais do SUS e nos 308 consultórios de rua para atendimento direto das vítimas dos tóxicos.</p>
<p>No Rio de Janeiro, o crack assola milhares de adolescentes e jovens. A droga destrói as perspectivas de futuro dos usuários e muitas vezes acabam com as famílias dos mesmos. Na estação de trem de Manguinhos, dezenas de jovens se aglomeram em um terreno baldio, onde consomem drogas, principalmente o crack, e aproveitam a roubar as pessoas que passam por ali ou que usam o trem diariamente. Uma realidade que também pode ser constatada nos arredores da Central do Brasil.</p>
<p>Realidade que agora ganha a oportunidade se ser transformada com esta série de ações anunciadas pela presidenta Dilma. O tema da campanha é: Crack, é possível vencer, as ações estão estruturadas em três eixos: cuidado, autoridade e prevenção. Além da criação de leitos especializados e consultórios destinados ao tratamento de usuários, que representam os dois primeiros eixos, ações de repressão ao tráfico fazem parte do terceiro eixo.</p>
<p>Somado a isso, o governo federal quer acelerar a destruição de entorpecentes apreendidos pela polícia e agilizar o leilão de bens utilizados para o tráfico, para isso irá encaminhar para o Congresso Nacional um projeto de lei que altera o Código de Processo Penal e a Lei de Drogas. Também será enviada proposta que institui o Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, Prisionais e sobre Drogas. Com o novo sistema de informações, o governo poderá traçar estratégias de combate ao tráfico mais consistentes e que realmente mostrem resultados.</p>
<p>Ações que representam muito para o Brasil, mas que têm um significado especial para o Rio de Janeiro, um Estado que convive com o tráfico há décadas e nos últimos anos vem conseguindo retomar as áreas antes dominadas por criminosos na capital fluminense. Aliados às Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), essas ações de repressão ao tráfico devem representar um avanço na política de retomada de territórios pelo estado. Junto com tudo isso, queremos avançar ainda mais levando cidadania às pessoas e oferecendo oportunidades de qualificação e trabalho para quem vive nas comunidades agora ocupadas pelo estado. </p>
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		<title>Inscrição para projeto Novos Saberes vai até 12 de janeiro</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 13:13:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Marcelo Sereno]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Formação]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Favelas]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde a última  terça-feira (6), o Observatório de Favelas e a Redes de Desenvolvimento da Maré publicam o edital de seleção para o projeto Novos Saberes, curso preparatório para a entrada de graduados de origem popular em mestrados e doutorados acadêmicos, nas áreas de ciências humanas. As inscrições vão da data de lançamento ao dia 12 de janeiro de 2012. Terão prioridade na seleção os candidatos de origem popular, que vivem ou já tenham vivido em favelas e periferias, se declarem negros ou indígenas, tenham estudado em escolas públicas na maior parte de sua formação e não possuam na geração anterior de suas famílias pessoas que obtiveram diploma universitário.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/novos-saberes.jpg"><img src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/novos-saberes-300x187.jpg" alt="" title="novos saberes" width="300" height="187" class="aligncenter size-medium wp-image-4955" /></a><br />
Desde a última  terça-feira (6), o Observatório de Favelas e a Redes de Desenvolvimento da Maré está aberto o edital de seleção para o projeto Novos Saberes, curso preparatório para a entrada de graduados de origem popular em mestrados e doutorados acadêmicos, nas áreas de ciências humanas. As inscrições vão da data de lançamento ao dia 12 de janeiro de 2012. Terão prioridade na seleção os candidatos de origem popular, que vivem ou já tenham vivido em favelas e periferias, se declarem negros ou indígenas, tenham estudado em escolas públicas na maior parte de sua formação e não possuam na geração anterior de suas famílias pessoas que obtiveram diploma universitário.</p>
<p>O projeto Novos Saberes tem entre os seus principais objetivos qualificar intelectuais comprometidos com a busca por um ideal de cidade mais justo e, portanto, prontos a formular novas perguntas que abram caminho para avanços nos conhecimentos sobre questões sociais e urbanas; e contribuir para ampliar a multiplicidade dos perfis socioeconômicos e raciais de estudantes matriculados nos programas de pós-graduação stricto sensu de bem conceituadas universidades brasileiras.</p>
<p>Nos 10 meses de curso, cujas aulas acontecerão nas sedes do Observatório de Favelas e da Redes, ambas na Maré, serão ministrados conteúdos sobre metodologia de pesquisa, produção de texto acadêmico e língua estrangeira instrumental (inglês, francês e/ou espanhol) &#8211; conhecimentos geralmente exigidos como pré-requisitos para o acesso a programas de mestrado e doutorado.</p>
<p>No início do projeto será realizado um seminário temático reunindo acadêmicos, representantes da sociedade civil organizada, profissionais de educação, estudantes e demais interessados, para debater os desafios e perspectivas da educação e a entrada de estudantes oriundos de favelas e periferias urbanas no ainda restrito universo da pós-graduação brasileira. Na oportunidade, os alunos serão apresentados a uma rede de acadêmicos que os apoiará na produção de seus respectivos projetos de pesquisa.</p>
<p>As duas organizações responsáveis pelo curso também pretendem inaugurar uma biblioteca que, além de atender a demanda dos estudantes, deve se tornar uma referência no que diz respeito à bibliografia de temas sociais e urbanos.</p>
<p>CLIQUE AQUI PARA BAIXAR EDITAL DE SELEÇÃO</p>
<p>Mais informações:</p>
<p>Comunicação institucional do Observatório de Favelas<br />
Tel.: (21) 3105 0204 / (21) 3888 3230<br />
E-mails: comunicacao@observatoriodefavelas.org.br, thiago@observatoriodefavelas.org.br, raika@observatoriodefavelas.org.br </p>
<p>Comunicação institucional da Redes da Maré<br />
Email: cecília@redesdamare.org.br Tel.: (21) 3105 5531 (falar com Cecília Olliveira)</p>
<p>Para entender mais&#8230;<br />
O papel da universidade na produção de representações da favela e as principais dificuldades enfrentadas por estudantes de origem popular para entrar na pós-graduação</p>
<p>Sobretudo, na década de 1970, com o desenvolvimento dos programas de pós-graduação, a universidade brasileira assume a posição de ator de grande prestígio no que diz respeito à produção representações sobre as favelas, exercendo a partir de então significativo impacto no entendimento que se tinha destes locais.</p>
<p>Segundo a socióloga Lícia Valladares, em 1992, só o Rio de Janeiro tinha 10 programas de pós-graduação, nos quais as questões urbanas tinham espaço de destaque nas áreas de sociologia, antropologia, ciência política, história, geografia, planejamento urbano, medicina social, arquitetura e urbanismo, entre outros. Em 2001, de acordo com a mesma autora, eram 19 os programas.</p>
<p>O crescimento dos programas de pós-graduação que desenvolvem linhas de pesquisa concentradas nas questões sociais e urbanas, paralelo ao expressivo crescimento geral da oferta de vagas em programas de pós-graduação stricto sensu nos últimos 10 anos, é, entretanto, contrabalançado por dados não tão animadores. Basta olhar para as informações mais recentes sobre a quantidade de doutores por 100 mil habitantes no país. Estas dão conta de que, atualmente, em nosso país são 1,4 doutores a cada mil habitantes, enquanto, na Suíça, por exemplo, esse número é de 23, na Alemanha, 15,4 e, nos Estados Unidos, 8,4.</p>
<p>O quadro revela que o acesso a este campo de disputas em torno do conhecimento e de legitimação de representações sobre a cidade e as questões sociais que é a universidade permanece restrito a um pequeníssimo número de indivíduos que constituem, sem dúvida, uma elite intelectual.</p>
<p>As dificuldades de acesso a este restritíssimo grupo são maiores ainda para os graduados de origem popular e envolvem dimensões socioeconômicas, culturais e institucionais. Dentre os principais obstáculos ao acesso de graduados de origem popular à pós, pode-se, a princípio, destacar:</p>
<p>a) a necessidade de ampliação de seu capital social: o graduado precisa estar inserido em redes onde circulam informações que, uma vez acessadas, permitirão o traçado de estratégias para multiplicar as chances de aprovação nos processos seletivos;</p>
<p>b) a dificuldade de acesso ao capital cultural comum a grupos de classe média e alta, como o domínio de língua estrangeira (pré-requisito para ingresso na maioria dos mestrados e doutorados);</p>
<p>c) a dificuldade financeira para adquirir a bibliografia exigida nos editais dos processos seletivos;</p>
<p>d) Pouco domínio da linguagem acadêmica, já que a maioria destes estudantes sai da universidade sem necessariamente passar pela experiência da pesquisa. </p>
<p>Portanto, assim como os pré-vestibulares comunitários na década de 1990 têm contribuído de forma decisiva para entrada de estudantes de origem popular na universidade, hoje, o projeto Novos Saberes pretende criar condições para que o mesmo se repita nos mestrados e doutorados destas instituições de ensino.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.observatoriodefavelas.org.br/observatoriodefavelas/projetos/mostraProjeto.php?id_projeto=25">Observatório das Favelas</a></p>
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		<title>A visão das comunidades: Muito além dos 140 caracteres</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 17:28:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Marcelo Sereno]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Rocinha]]></category>
		<category><![CDATA[UPP]]></category>

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		<description><![CDATA[“Colocar a comunidade nos olhos daqueles que não a conhecem. Mas de maneira correta, imparcial e social”. É dessa forma que o estudante de jornalismo Leandro Lima, morador da Rocinha, deseja contribuir no trabalho jornalístico e na desmistificação da comunidade. Desde 2008, ele tem um site de notícias sobre o local onde mora. No recente processo de pacificação, teve atuação importante na cobertura, via Twitter, do que acontecia por lá. Na entrevista ele fala sobre comunicação e o impacto das redes sociais nesse novo processo pelo qual a Rocinha passa. Confira.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/euparamidia.jpg"><img src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/euparamidia-300x233.jpg" alt="" title="euparamidia" width="300" height="233" class="alignleft size-medium wp-image-4863" /></a><br />
“Colocar a comunidade nos olhos daqueles que não a conhecem. Mas de maneira correta, imparcial e social”. É dessa forma que o estudante de jornalismo Leandro Lima, morador da Rocinha, deseja contribuir no trabalho jornalístico e na desmistificação da comunidade. Desde 2008, ele tem um site de notícias sobre o local onde mora. No recente processo de pacificação, teve atuação importante na cobertura, via Twitter, do que acontecia por lá. Na entrevista ele fala sobre comunicação e o impacto das redes sociais nesse novo processo pelo qual a Rocinha passa. Confira.</p>
<p><strong>MobilizaçãoBR:</strong> Você acredita que a imprensa retrata a realidade da comunidade?<br />
<strong>Leandro Lima:</strong> Antes da ocupação, eu encontrava poucas informações sobre as comunidades não pacificadas. O pouco que tinha era somente sobre notícias de violência. </p>
<p>Publicado originalmente no <a href="http://mobilizacaobr.ning.com/profiles/blogs/a-visao-das-comunidades-muito-alem-dos-140-caracteres">MobilizaçãoBr.</a><br />
As fotos são do site Favela da Rocinha.<br />
<strong>Mob:</strong> Há um interesse da imprensa em realizar uma abordagem do cotidiano das comunidades além das pautas sobre violência?<br />
<strong>Leandro:</strong> Acredito que sim. Já houve movimentos assim em outras comunidades após as pacificações. Eu vejo a imprensa em uma comunidade exatamente igual a um turista. Ele tem medo, conhece superficialmente, mas quando se integra, tenta garimpar o máximo de informações possíveis e assim, expõe para os demais.</p>
<p><strong>Mob:</strong> Como as redes sociais podem auxiliar no processo de comunicação das comunidades?<br />
<strong>Leandro: </strong>É um novo meio de comunicação. Antigamente as pessoas usavam muito para o lazer. Hoje os usuários já estão mais maduros para passar informações precisas e úteis. O Twitter por exemplo é uma excelente ferramenta. Quem souber utilizar essas redes sociais, vão ter tudo à mão, como pegar o melhor caminho para tal lugar que terá uma promoção de tal produto. Isso tudo em uma ferramenta só. Não é diferente ao utilizar em comunidades, principalmente naquelas que muita gente tem interesse em conhecer, mas não tem coragem. A pessoa de dentro da favela comenta sobre algum fato e se ela tiver muitos contatos/seguidores com o usuário, isso vai ser replicado para muita gente. É tudo muito rápido e preciso.</p>
<p><a href="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/MG_3298.jpg"><img src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/MG_3298-300x200.jpg" alt="" title="_MG_3298" width="300" height="200" class="aligncenter size-medium wp-image-4864" /></a><br />
<strong>Mob: </strong>Você acompanhou a cobertura da imprensa no trabalho de “retomada do território pela polícia”? O que é possível destacar de positivo? E de negativo?<br />
<strong>Leandro: </strong>Sim, estive o tempo todo com a imprensa no antes e depois da ocupação. Realmente há uma ansiedade nos profissionais para buscar informações sobre incursões em favelas. Antes mesmo da ocupação, em momento de tensão, repórteres buscavam depoimentos de moradores que corriam para suas casas com compras e isso me causava um mal estar, pois é ruim para o profissional ter que fazer isso sabendo que dificilmente alguém dará atenção. Por outro lado, a imprensa teve muito cuidado ao expor a comunidade após a invasão. Conseguiram obter o máximo de informação possível para publicar algo, até então, novo para aqueles que não conheciam a comunidade.</p>
<p><strong>Mob: </strong>E como as mídias sociais e o trabalho desenvolvido por vocês podem auxiliar no processo de cobertura desses fatos?<br />
<strong>Leandro:</strong> É uma informação de dentro para fora. Enquanto as grandes mídias procuram informação, nós já a temos. Nós sabemos a quem procurar para falar tal assunto. Temos contatos, temos caminhos mais rápidos que as mídias usuais.</p>
<p><a href="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/PAC-Rocinha.jpg"><img src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/PAC-Rocinha-300x200.jpg" alt="" title="PAC Rocinha" width="300" height="200" class="aligncenter size-medium wp-image-4865" /></a><br />
<strong>Mob: </strong>De que maneira o trabalho desenvolvido por vocês nas mídias sociais pode contribuir para o processo de pacificação?<br />
<strong>Leandro:</strong> Além de profissionais, ou futuro profissionais, somos moradores. Queremos relatar o que de fato acontece aqui. Estamos prontos para mostrar o que as grandes mídias não mostram. Estamos o tempo todo no território ocupado e isso já é uma imensa vantagem.</p>
<p><strong>Mob: </strong>Já foi procurado pela polícia ou outro agente público para auxiliar na difusão das informações referentes à pacificação?<br />
<strong>Leandro: </strong>Sim, diversas vezes.</p>
<p><strong>Mob:</strong> E a imprensa, como recebe as informações e o trabalho desenvolvido?<br />
<strong>Leandro:</strong> Já utilizaram nossas informações para elaborarem matérias. Fomos o primeiro a chegar e quando isso acontece, eles nos consultam para a veracidade do ocorrido. Algumas mídias nos adotaram como fonte de informações.</p>
<p><strong>Mob:</strong> Como o trabalho de vocês pode ajudar nesse momento de transição e “retomada do território” pelo estado?<br />
<strong>Leandro:</strong> Agora o que predomina é o nosso “lado morador”. O que faremos é relatar e acompanhar todo o processo de ocupação e estar ciente de tudo que acontece com o morador. Verificamos as promessas de desenvolvimento e também, como é realizado as operações policiais.</p>
<p><strong>Mob: </strong>De que maneira você acredita que pode auxiliar o trabalho jornalístico de quem não vive em comunidade?<br />
<strong>Leandro:</strong> Colocar a comunidade nos olhos daqueles que não a conhecem. Mas de maneira correta, imparcial e social. Denunciar sobre aquela região que nunca recebeu nenhuma atenção do governo e também mostrar o que as grandes mídias não mostram. Problemas de saneamento básico, educação, limpeza, lazer&#8230; neste momento que inicia a UPP, as mídias estão extasiadas com as comunidades que acabam direcionando as matérias para algo que embeleze o lugar, mas esquecendo muita gente que precisa de ajuda, justamente neste momento.</p>
<p><strong>Mob: </strong>Quais são os erros mais graves observados nas coberturas sobre as retomadas dos territórios das comunidades e a volta do poder público?<br />
<strong>Leandro: </strong>Dizer que tudo está perfeito. É complicado iniciar um processo tão complexo como esse e, em alguns dias, dizer que está tudo solucionado. A mídia sabe que não é assim. O trabalho está apenas começando e deveriam mostrar os pontos que chamam atenção para o governo tomar uma iniciativa de melhora. </p>
<p><strong>Mob: </strong>O trabalho de vocês é por natureza um contraponto ao realizado pela imprensa? </p>
<p><strong>Leandro:</strong> Podemos dizer que sim. Não que elas não sejam um exemplo, nós aprendemos muito com elas. Mas a necessidade de ter uma comunicação interna é muito grande. Onde vivemos, na Rocinha, já estávamos preparados. Muita gente aqui utiliza alguns veículos de comunicação para expor sobre a comunidade e só agora isso é utilizado pela imprensa.</p>
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		<title>Conselho Político da JPT lança convite à nova geração para transformar o Brasil</title>
		<link>http://www.blogdosereno.com.br/blog/2011/07/conselho-politico-da-jpt-lanca-convite-a-nova-geracao-para-transformar-o-brasil/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 20:34:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Marcelo Sereno]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[PT]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste fim de semana, em Brasília, a Juventude do PT, em parceria com a Fundação Friedrich Erbert (FES), reuniu seu Conselho Político, formado pelos secretários estaduais e membros de sua direção nacional, além de gestores de PPJ, conselheiros de juventude e ativistas dos movimentos sociais.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/juventude.JPG"><img class="alignleft size-medium wp-image-4769" title="juventude" src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/juventude-300x225.jpg" alt="juventude" width="300" height="225" /></a>Neste fim de semana, em Brasília, a Juventude do PT, em parceria com a  Fundação Friedrich Erbert (FES), reuniu seu Conselho Político, formado  pelos secretários estaduais e membros de sua direção nacional, além de  gestores de PPJ, conselheiros de juventude e ativistas dos movimentos  sociais.</p>
<p>Mais de 60 jovens petistas de 25 estados mais o DF discutiram e  aprovaram resoluções sobre temas na ordem do dia, como a 2a Conferência  Nacional de Juventude, a Reforma Política, a Reforma Estatutária e a  organização e desafios do II Congresso da JPT, que será em novembro, no  Distrito Federal.</p>
<p><strong>A juventude pode fazer a diferença no desenvolvimento do Brasil</strong></p>
<p>Na primeira mesa, sobre a 2a Conferência Nacional de Juventude,  Esther Bemerguy, Secretário-executiva do Conselho de Desenvolvimento  Econômico e Social (CDES), desafiou os jovens petistas:&#8221;A juventude tem  que discutir desenvolvimento e projeto nacional, trazendo dimensões  novas e inéditas para ele e renová-lo&#8221;.</p>
<p>Gabriel Medina, presidente do Conselho Nacional de Juventude, destacou  que a JPT teve &#8220;reunião importante de conselheiros petistas do Conjuve e  de gestores de PPJs do PT&#8221;. &#8220;Precisamos aprimorar e qualificar estes  encontros e processos. O caminho escolhido pela Secretaria de Juventude  do PT está correto&#8221;, disse. Para Medina, a tarefa é de &#8220;trazer jovens  que militam nos movimentos sociais e de juventude para saber suas  plataformas, suas lutas, suas demandas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Queremos incidir nos marcos legais da PPJ, estamos embrionários, o ECA  precisou de 15 a 20 anos de luta para ser aprovado&#8221;. Também afirmou que  aceita debater um novo modelo para o Conjuve: &#8220;Podemos fazer esta  discussão de um novo modelo de conselho (&#8230;)Estou aberto a esse debate  para aumentarmos a representatividade no processo&#8221;, declarou.</p>
<p>Lea Marques, da assessoria da Juventude da CUT, resumiu a linha ousada  com que a Central vai entrar na 2a Conferência: &#8220;A juventude brasileira,  75% é trabalhadora, ou esta empregada ou procurando emprego e para  dialogar com essa juventude temos que propor políticas voltadas ao mundo  do trabalho&#8221;. Informou que a Juventude da CUT está construindo  conferências livres nas escolas com mais de mil alunos&#8221;.</p>
<p>Severine Macedo, Secretária Nacional de Juventude do Governo Federal,  enfatizou a sensibilidade do ex-presidente Lula com a juventude,  bancando o Grupo Interministerial e Projovem, além de ter criado a SNJ e  o Conjuve. Para ela, &#8220;outro desafio é discutir a juventude da classe  social que ascendeu no governo do presidente Lula, discutir a forma de  gestão e condição para as PPJs acontecerem&#8221;.&#8221;A pauta é grande e  desafiadora, uma tarefa muito forte para companheiros/as na SNJ e quero  contar muito com a JPT para este apontamento de onde estão as  fragilidades&#8221;, disse.<br />
Severine chamou a responsabilidade da atual geração com a Política  Nacional de Juventude: &#8220;O que não dá é [a Conferência] virar guerra de  torcida, ver quem ganhou mais ou perdeu mais, quem fragilizou quem. A  Política Nacional de Juventude está em jogo também e quem perde não é  quem está dirigindo a SNJ do governo, mas a juventude brasileira.&#8221;</p>
<p><strong>Uma nova democracia, esperança de uma geração</strong></p>
<p>Na mesa de Reforma Política, pela noite de sexta-feira, a discussão empolgou o plenário.<br />
Elói Pietá, Secretário-Geral do PT, denunciou que &#8220;até agora, o tema  Reforma Política ficou limitado aos debates partidários, aos debates no  PT&#8221;.&#8221;Queremos levar o tema da Reforma Política para a sociedade.  Financiamento público é a largada, a ruptura (&#8230;) desde o império, quem  financia as campanhas eleitorais é quem tem dinheiro. Até hoje fazem  isso. Tanto que têm entre 116 e 150 deputados ruralistas&#8221;, defendeu.</p>
<p>Flávio Jorge, diretor da Fundação Perseu Abramo, falou sobre o que a FPA  tem feito pela Reforma Política, que aprovou em 2010 esse como um tema  central. A Fundação, das resoluções do nosso último congresso do PT,  começou a fazer este debate no campo das fundações partidárias: Mauricio  Grabois, Alberto Pasqualini/Leonel Brizola</p>
<p>Para o líder do PT na Câmara dos Deputados, Paulo Teixeira, &#8220;o sistema  não ajuda o jovem&#8221;. Para ele, o PT, a CUT, a UNE, o MST, a CNBB, a OAB  tem que agora se reunir em comitê nacional para fazer agora um  calendário. &#8220;As Diretas Já começaram com ato pequenininho na Praça  Charles Miller (SP), que acabou com milhões de pessoas no Anhangabaú e  na Cinelândia&#8221;, disse. &#8220;Vocês da JPT precisam puxar este debate, temos  que empurrar esta juventude no sentido de convencê-la e mobilizá-la para  que possa ir para as ruas em torno da reforma política. É pela reforma  política que os jovens vão entrar mais rapidamente nos postos de comando  do país&#8221;, conclamou.</p>
<p>Na sua intervenção sobre o assunto, Valdemir Pascoal, Secretário  Nacional da Juventude do PT, defendeu que a juventude não pode apenas  servir pra mobilização de rua e levantar bandeira, tem que esta inserida  no processo. &#8220;Importante valorizar os jovens que ocupam espaços  institucionais, que a juventude esteja presente nas listas partidárias,  com cota de 10 a 30%&#8221;, disse. Valdemir enfatizou que a JPT quer  participar da campanha do PT pela reforma política não só para  distribuir panfleto, mas inserido nas coordenações nos estados.  &#8220;Proponho fazer atividade nacional sobre reforma política em setembro  com as juventudes partidárias e fazer no II Congresso atividade com  jovens parlamentares, prefeitos e que trabalham com jovens&#8221;.</p>
<p><strong>Organizando o II Congresso e um novo patamar organizativo</strong></p>
<p>No sábado (9), durante um dos mais esperados debates da programação,  as discussões foram sobre a Reforma Estatutária e os presentes apontaram  para o desafio de consolidar avanços do I Congresso e atuar de forma  combinada. Para os jovens do PT, é importante incorporar as resoluções  do I ConJPT no Estatuto. A Direção da JPT apresentou emenda à comissão  da reforma estatutária, mas não foi acatada e será submetida ao  Congresso do PT. Carla Bezerra, da Executiva Nacional apresentou a  emenda da JPT ao Anteprojeto de Reforma Estatutária.</p>
<p>À tarde, na mesa sobre o II Congresso da Juventude do PT, Vivian Farias,  coordenadora nacional de organização, apresentou as informações  organizativas do II ConJPT, seguidos de informes dos estados. A JPT  espera reunir mais de 1.500 jovens só na etapa nacional do processo. Ao  final da mesa, foram lidas e aclamadas as propostas de resolução sobre  as reformas política e estatutária, 2ª Conferência e II Congresso da JPT  (clique nos links para ler).</p>
<p>Domingo (10) de manhã, Edvaldo Assis, da assessoria da SORG, apresentou o  &#8220;SisJuv&#8221;, cadastro informatizado e interativo elaborado para o controle  de filiados e para organização das etapas locais do ConJPT. A previsão é  de lançar o programa em 1º de Agosto, junto com o texto-base do  congresso e a listagem final de jovens aptos a participar.</p>
<p>Após o Conselho Político, a Executiva Nacional da JPT se reuniu e  definiu o tema do II Congresso da JPT, que será a convocação à um novo  patamar para a juventude, estimulando o debate sobre o desenvolvimento  que os jovens querem para o Brasil. “Uma nova geração para transformar o  Brasil”, é o convite que a JPT faz ao partido e à sociedade.</p>
<p>Confira os textos das resoluções:</p>
<p><a href="http://www.pt.org.br/portalpt/dados/bancoimg/110712125828Resolucao2aConferencia.doc">2ª Conferência Nacional da Juventude</a></p>
<p><a href="http://www.pt.org.br/portalpt/dados/bancoimg/110712125913ResolucaoReformaPolitica.doc">Reforma Política</a></p>
<p><a href="http://www.pt.org.br/portalpt/dados/bancoimg/110712125949ResolucaoReformaEstatutaria.doc">Reforma Estatutária</a></p>
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		<title>PEC da Juventude é decretada</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 21:47:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Marcelo Sereno]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Constituição]]></category>
		<category><![CDATA[PEC da Juventude]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia em que comemorava 20 anos de implementação (13/07) o Estatuto da Criança e do Adolescente, mais direitos da juventude foram assegurados com a promulgação da Proposta de Emenda a Constituição 42/2008, a chamada PEC da Juventude. Trata-se de uma luta antiga das entidades estudantis em defesa dos interesses dos jovens, que não eram contemplados na Constituição Federal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center;">
<div id="attachment_2621" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><img class="size-medium wp-image-2621 " title="Congresso_Nacional" src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/congressolatest-300x108.jpg" alt="Congresso aprovou a PEC da Juventude que ampliará direitos dos jovens." width="350" height="150" /><p class="wp-caption-text">Congresso aprovou a PEC da Juventude que ampliará direitos dos jovens.</p></div>
<p>No dia em que comemorava 20 anos de implementação (13/07) o Estatuto da Criança e do Adolescente, mais direitos da juventude foram assegurados com a  promulgação da Proposta de Emenda a Constituição 42/2008, a chamada PEC da Juventude. Trata-se de uma luta antiga das entidades estudantis em defesa dos interesses dos jovens, que não eram contemplados na Constituição Federal.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">
<p style="margin-bottom: 0cm;">A alteração inclui a palavra jovem no artigo do 227 da Constituição e garante a essa classe direitos semelhantes aos das crianças, dos jovens e dos idosos. A PEC 42/2008 dá a seguinte redação ao parágrafo da Carta Magna: “É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão”.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">
<p style="margin-bottom: 0cm;">A campanha para a provação da PEC da Juventude movimentou as redes sociais, os políticos, a classe artística e a sociedade civil como um todo, incluindo os movimentos sociais. A PEC foi aprovada por unanimidade, com 52 votos favoráveis. A votação foi acompanhada por representantes de diversas entidades representantes de jovens e de estudantes, que lotaram as galerias do plenário e comemoraram. Parlamentares se uniram aos colegas na celebração dessa importante página da história.</p>
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