O prefeito Eduardo Paes participou nesta quarta-feira, dia 23, do evento “Avanços e Desafios para a Rio+20”, realizado no Palácio da Cidade, em Botafogo. O encontro, preparatório para a conferência que acontece no próximo ano na cidade, reuniu o subsecretário-geral para Assuntos Econômicos e Sociais da ONU e secretário-geral da Rio+20, Sha Zukang, o subsecretário-geral de Meio Ambiente, Energia, Ciência e Tecnologia do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Luiz Alberto Figueiredo Machado, entre outras autoridades. Na ocasião, o prefeito do Rio anunciou a inclusão da cidade no projeto GRI (Global Report Initiative), instrumento que vai avaliar os impactos ambientais, econômicos e sociais das ações do Município. Vale ressaltar que o Rio é a primeira grande metrópole da América Latina a produzir um GRI.
Por desenvolvimento sustentável entendemos como um modelo de desenvolvim,ento global que incorpora aspectos de desenvolviment ambiental no modelo de desenvolvimento socioeconômico. Une a capacidade de produção e a de manutenção, de modo que não comprometa as gerações futuras. Mais do que um modismo, o desenvolvimento local sustentável pode ser uma alternativa para diversas regiões.
Paralelamente ao processo de leilão da Usina Hidrelétrica Belo Monte e ao licenciamento da obra, aprovado hoje pelo Ibama, o governo federal desenvolveu uma proposta de desenvolvimento regional sustentável do Xingu. O foco do Plano é, ao mesmo tempo em que se garante o aumento da matriz energética brasileira, de forma ambientalmente sustentável, promover o crescimento econômico e social da população da região Xingu, no Pará. A explicação foi apresentada nesta quarta-feira (1/6) pela ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, em entrevista coletiva no Palácio do Planalto.
O Programa Nacional de Mudanças Climáticas tem como objetivo alinhar o desenvolvimento econômico e social e a proteção do clima e redução do efeito estufa. A expectativa é que com as medidas adotadas pelo Plano, a diminuição dos gases que provocam o efeito estufa reduzam entre 36,1 % e 38,9 % as emissões projetadas até 2020.
No começo desta semana, Marina Silva já havia sinalizado que o PT foi o partido que mais adequou o programa de governo às propostas ambientias do PV. Leia aqui. Nesta quarta-feira (20) a candidata à presidência da república , Dilma Rousseff apresentou sua proposta de governo para o Meio Ambiente.
“Ao fim, Serra nem tangenciou a questão ambiental. Dilma, ao menos, reafirmou o compromisso firmado pelo governo com as metas de Copenhague”, ressaltou Marina Silva em sua página no Twitter, após o debate promovido pela RedeTV e pela Folha de São Paulo na noite do último domingo (17).
Um assunto tão importante como o Código Florestal Brasileiro – que entrou em pauta na Câmara dos Deputados na semana passada – precisa ser tratado com o muito cuidado. Dentro das mudanças propostas está a possibilidade de oferecer aos estados possam reduzir o limite mínimo de matas ciliares. Teoricamente os índices de preservação dos biomas brasileiros em seu patamar atual que é de 80% para a Amazônia, 35% para o cerrado, e 20% para as áreas de Mata Atlântica, Caatinga, Pantanal e Pampas.