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	<title>Blog do Marcelo Sereno &#187; crack</title>
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		<title>É possível vencer!</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 22:39:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Marcelo Sereno]]></category>
		<category><![CDATA[crack]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil já vive uma epidemia de crack. A droga que vicia rápido, devasta famílias e tira vidas já atinge mais de um milhão de dependentes. Em dezembro o Governo Federal lançou o plano “Crack, é possível vencer!” que tem como objetivos aumentar a oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários, enfrentar o tráfico de drogas e as organizações criminosas e ampliar atividades de prevenção por meio da educação, informação e capacitação. Os eixos cuidado (saúde), autoridade (segurança pública) e prevenção terão investimentos de R$ 3,92 bilhões com atuação articulada entre governo federal, estados e municípios.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil já vive uma epidemia de crack. A droga que vicia rápido, devasta famílias e tira vidas já atinge mais de um milhão de dependentes. Em dezembro o Governo Federal lançou o plano “Crack, é possível vencer!” que tem como objetivos aumentar a oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários, enfrentar o tráfico de drogas e as organizações criminosas e ampliar atividades de prevenção por meio da educação, informação e capacitação. Os eixos cuidado (saúde), autoridade (segurança pública) e prevenção terão investimentos de R$ 3,92 bilhões com atuação articulada entre governo federal, estados e municípios.</p>
<p>Na cidade do Rio de Janeiro, estima-se que 90% da população de rua seja viciada em crack. Há cracolândias em áreas como o Jacarezinho e a Prefeitura tem agido na retirada dos dependentes das ruas, muitas vezes recorrendo à internação compulsória, quando o risco da pessoa morrer é grande e ela é internada mesmo contra vontade. O trabalho de acolhimento tem sido acompanhado por profissionais do Departamento de Políticas, Programas e Projetos da Secretaria Nacional de Segurança Pública e já resultou em 17 operações nesta cracolândia, com um total de 1.139 pessoas acolhidas.</p>
<p>Essa experiência de parceria colaborou para que o Rio seja o primeiro estado a ser contemplado com o plano do Governo Federal. Serão abertas mais 80 vagas em abrigos especializados do tratamento da dependência química e o fortalecimento das equipes dos 14 Centros de Referência Especializados da Assistência Social na capital.</p>
<p>De maneira atabalhoada, o governo do estado e a prefeitura de São Paulo resolveram agir independente do Governo Federal e, na semana passada , iniciaram a Operação Sufoco na cracolândia do centro da capital paulista. A Polícia Militar está agindo na repressão ao tráfico no local. A ação – que se estenderá até o dia 31 de janeiro – também pretende buscar procurados da Justiça e criar um ambiente mais seguro que permita a ação de assistentes sociais e médicos no auxílio aos dependentes.</p>
<p>A gravidade da situação requer cuidado e responsabilidade. Assim, a parceria entre os três níveis de governo se faz mais que necessário. A coordenação das ações é essencial para o sucesso de um plano abrangente que tem como objetivo salvar vidas.</p>
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		<title>É possível vencer o crack</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 18:05:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Marcelo Sereno]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
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		<description><![CDATA[O consumo de drogas pelos jovens é cada vez maior e o que preocupa a nós pais e também aos governantes é o avanço de uma das drogas mais agressivas: o crack. Como prometeu em sua campanha para o Planalto, a presidenta Dilma Rousseff lançou nesta quarta-feira um programa de enfrentamento ao crack e a outras drogas. Estão previstos R$ 4 bilhões em investimentos, recursos que serão direcionados para ampliação da rede de tratamento aos usuários de drogas, combate ao tráfico e para a ampliação das ações de prevenção. Esse programa representa uma vitória para o Brasil, pois significa que os milhares de usuários de drogas agora terão a oportunidade de receber tratamento gratuito, nas enfermarias especializadas que serão criadas em hospitais do SUS e nos 308 consultórios de rua para atendimento direto das vítimas dos tóxicos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/crack.jpg"><img src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/crack-300x199.jpg" alt="" title="crack" width="300" height="199" class="aligncenter size-medium wp-image-4964" /></a><br />
O consumo de drogas pelos jovens é cada vez maior e o que preocupa a nós pais e também aos governantes é o avanço de uma das drogas mais agressivas: o crack. Como prometeu em sua campanha para o Planalto, a presidenta Dilma Rousseff lançou nesta quarta-feira um programa de enfrentamento ao crack e a outras drogas. Estão previstos R$ 4 bilhões em investimentos, recursos que serão direcionados para ampliação da rede de tratamento aos usuários de drogas, combate ao tráfico e para a ampliação das ações de prevenção. Esse programa representa uma vitória para o Brasil, pois significa que os milhares de usuários de drogas agora terão a oportunidade de receber tratamento gratuito, nas enfermarias especializadas que serão criadas em hospitais do SUS e nos 308 consultórios de rua para atendimento direto das vítimas dos tóxicos.</p>
<p>No Rio de Janeiro, o crack assola milhares de adolescentes e jovens. A droga destrói as perspectivas de futuro dos usuários e muitas vezes acabam com as famílias dos mesmos. Na estação de trem de Manguinhos, dezenas de jovens se aglomeram em um terreno baldio, onde consomem drogas, principalmente o crack, e aproveitam a roubar as pessoas que passam por ali ou que usam o trem diariamente. Uma realidade que também pode ser constatada nos arredores da Central do Brasil.</p>
<p>Realidade que agora ganha a oportunidade se ser transformada com esta série de ações anunciadas pela presidenta Dilma. O tema da campanha é: Crack, é possível vencer, as ações estão estruturadas em três eixos: cuidado, autoridade e prevenção. Além da criação de leitos especializados e consultórios destinados ao tratamento de usuários, que representam os dois primeiros eixos, ações de repressão ao tráfico fazem parte do terceiro eixo.</p>
<p>Somado a isso, o governo federal quer acelerar a destruição de entorpecentes apreendidos pela polícia e agilizar o leilão de bens utilizados para o tráfico, para isso irá encaminhar para o Congresso Nacional um projeto de lei que altera o Código de Processo Penal e a Lei de Drogas. Também será enviada proposta que institui o Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, Prisionais e sobre Drogas. Com o novo sistema de informações, o governo poderá traçar estratégias de combate ao tráfico mais consistentes e que realmente mostrem resultados.</p>
<p>Ações que representam muito para o Brasil, mas que têm um significado especial para o Rio de Janeiro, um Estado que convive com o tráfico há décadas e nos últimos anos vem conseguindo retomar as áreas antes dominadas por criminosos na capital fluminense. Aliados às Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), essas ações de repressão ao tráfico devem representar um avanço na política de retomada de territórios pelo estado. Junto com tudo isso, queremos avançar ainda mais levando cidadania às pessoas e oferecendo oportunidades de qualificação e trabalho para quem vive nas comunidades agora ocupadas pelo estado. </p>
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		<title>Ministério da Saúde intesifica ações de combate ao crack</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 17:42:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Marcelo Sereno]]></category>
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		<category><![CDATA[Plano Emergencial de Ampliação do Acesso do Tratamento para Usuários de Álcool e Drogas (PEAD)]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas Públicas]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério da Saúde anunciou na quinta-feira (20) a ampliação da rede de assistência aos usuários de crack. Dentre as ações está prevista a criação de novos leitos em hospitais gerais para receber esses pacientes. A expectativa é de que até o final do ano o número de vagas passe de 2,5 mil para 5 mil. O Ministério deverá direcionar para o custeio desses leitos especializados montante da ordem de R$ 180 milhões. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2027" title="Combate_Crack" src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/coletivacracklatest-300x114.png" alt="Combate_Crack" width="300" height="114" />O Ministério da Saúde anunciou na quinta-feira (20) a ampliação da rede de assistência aos usuários de crack. Dentre as ações está prevista a  criação de novos leitos em hospitais gerais para receber esses pacientes. A expectativa é  de que até o final do ano o número de vagas passe de 2,5 mil para 5 mil. O  Ministério deverá direcionar para o custeio desses leitos especializados montante  da ordem de R$ 180 milhões.</p>
<p>Essas ações são parte do Plano de Enfrentamento ao Crack que prevê investimentos de  até R$ 400 milhões nas políticas de enfrentamento ao problema que contemplam:  a prevenção, o tratamento, a reinserção social do usuário e o  enfrentamento do tráfico de forma de maneira integrada com  estados, municípios e a sociedade civil.</p>
<p>Essas ações são fundamentais considerando a agressividade da droga que, de acordo  com estimativas do Ministério da Saúde, atinge 600 mil pessoas no país. O  numero de usuários quase dobrou nos últimos cinco anos, quando o numero estimado  de usuários era de 380 mil.</p>
<p>O  Plano de Enfrentamento é uma  medida importante já que entende a dependência química como um problema de  saúde pública. E, principalmente, pulveriza e descentraliza  as  ações.  Além de contemplar municípios dos mais variados portes que faz com que o  Plano seja amplo e abrangente.</p>
<p>O Governo Federal deverá intensificar ações  anunciadas em 2009, no Plano Emergencial de Ampliação do Acesso do Tratamento para Usuários de Álcool e Drogas  (PEAD) que previa a construção de 73 novos Centros Atenção Psicossocial até o final  deste ano. Deste total, 52 já estão habilitados. Ainda de acordo com o  Ministério da Saúde 136 novos centros especializados em álcool e drogas deverão ser  construídos até o final de 2011.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O crack é uma droga nova que apareceu no mercado  brasileiro de forma agressiva, com fácil acesso e preço baixo. Causa dependência e danos físicos rapidamente e que, apesar de indícios do uso  entre pessoas da classe média, afeta mais diretamente populações mais  vulneráveis &#8212; população de rua, crianças e adolescentes.  Foi criada nos  Estados Unidos na década de 1980.</p>
<p>O Ministério da Saúde tem uma página específica para disseminar  informações e combater o problema: <a href="http://www.nuncaexperimenteocrack.com.br/" target="_blank">http://www.nuncaexperimenteocrack.com.br/</a></p>
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		<title>Contra o crack</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 19:19:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos]]></category>

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		<description><![CDATA[Dados do Instituto de Segurança Pública do Estado indicam que, em 2009, as apreensões de crack cresceram mais de 500% em relação a 2008 no Rio de Janeiro. Assistentes sociais, policiais, profissionais de saúde e a sociedade de uma maneira geral constatam, assustados, que o consumo da droga cresceu na cidade. O que, há mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dados do Instituto de Segurança Pública do Estado indicam que, em 2009, as apreensões de crack cresceram mais de 500% em relação a 2008 no Rio de Janeiro. Assistentes sociais, policiais, profissionais de saúde e a sociedade de uma maneira geral constatam, assustados, que o consumo da droga cresceu na cidade.</p>
<p>O que, há mais de 10 anos, é uma realidade muito viva em São Paulo, chegou ao Rio de Janeiro. Estima-se que mais de 300 favelas cariocas já tenham o crack entre os produtos oferecidos pelos traficantes. No início do ano passado, esse número não chegava a 50.</p>
<p>Estima-se que 90% dos jovens que vivem nas ruas sejam dependentes da droga que, cinco vezes mais potente que a cocaína, causa dependência avassaladora e praticamente instantânea. Para conscientizar os jovens de todas as classes sociais sobre os efeitos do crack no organismo, a Superintendência de Políticas da Juventude da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos lançou a campanha “Escolha a vida, viva sem crack”. As ações da Secretaria visam difundir a informação e fazer com que os jovens tomem consciência que o barato de uma noite pode ter consequências sérias, com um final nada feliz.</p>
<p>Os efeitos intensos e devastadores do crack, que causa desequilíbrio físico e psíquico, devastam famílias e ceifam vidas. Segundo os estudos de assistentes sociais, depois que se começa a consumir a droga, a sobrevida é, em média, de apenas dois anos.</p>
<p>As campanhas educativas são muito importantes para esclarecer e prevenir. Além disso, o poder público tem que investir no atendimento às pessoas que queiram deixar o vício. O acesso aos centros de reabilitação tem que ser garantido e a repressão ao tráfico é questão de saúde pública.</p>
<p>Os jovens que consomem crack precisam de ajuda e, ao contrário dos dependentes de outras drogas, costumam procurar apoio para escapar do vício. As instituições têm que estar preparadas para dar o atendimento necessário e evitar tragédias. O crack avançou de forma muito rápida no estado. Mas ainda é tempo de pará-lo e salvar preciosas vidas.</p>
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		<title>“Escolha a vida, viva sem crack” &#8211; Você não precisa disso para viver!!!</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 20:31:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os brasileiros estão alarmados com o crescimento do consumo de crack no país e com o poder que essa nova droga tem de destruir suas vítimas e suas famílias. Conhecido como a “droga do século”, o crack chegou ao Brasil na década de 1990, em São Paulo, onde é usado, principalmente, pelas pessoas das comunidades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os brasileiros estão alarmados com o crescimento do consumo de crack no país e com o poder que essa nova droga tem de destruir suas vítimas e suas famílias. Conhecido como a “droga do século”, o crack chegou ao Brasil na década de 1990, em São Paulo, onde é usado, principalmente, pelas pessoas das comunidades mais pobres.</p>
<p>Crack e desgraça são palavras indissociáveis, quase sinônimas. As consequências do seu consumo, pelo que se vê nos jornais e se ouve no relato dos usuários e na opinião de especialistas, poderiam ser resumidas em três palavras: sofrimento, degradação e morte.</p>
<p>Devido a sua composição química &#8211; resultante da mistura da pasta de coca com produtos como ácido sulfúrico, querosene, gasolina ou solvente e cal virgem -, o crack compromete rapidamente a saúde de quem o utiliza. Sua popularização se tornou, portanto, um grave problema de saúde pública, que exige uma resposta rápida das autoridades para recuperar suas vítimas e deter o seu avanço.<br />
Recentemente, O Globo trouxe ao conhecimento de todos um dado extremamente preocupante: o aumento do consumo de crack entre os jovens da classe média carioca, constatado por uma pesquisa do Núcleo de Estudos e Pesquisa em Atenção ao Uso de Drogas (Nepad), da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj). Exemplo disso é o caso do músico Bruno Kligierman de Melo, de 26 anos, viciado em crack que, sob o efeito da droga, matou a amiga Bárbara Calazans, de 18, no Flamengo.</p>
<p>O combate incisivo ao crack é fundamental para a sociedade brasileira, mas ele não deve ser feito levando-se em conta apenas a questão da segurança pública. Devem ser considerados os aspectos sociais e econômicos envolvidos na questão do aumento do seu consumo entre os jovens, os mais atingidos por essa verdadeira epidemia. As ações de governo e de Estado devem, portanto, se voltar também para medidas de proteção da juventude, com a adoção de políticas públicas inclusivas que garantam o acesso do jovem ao estudo, ao esporte e ao emprego.</p>
<p>Também é importante mobilizar atletas, artistas e outros formadores de opinião na luta contra o crack. Campanhas como a <strong>“Escolha a vida, viva sem crack”</strong>, realizada pela Superintendência de Políticas para Juventude do RJ em parceria com a TV Globo, somadas ao combate efetuado pelas autoridades de segurança pública, terão papel importante nessa luta mais do que urgente.</p>
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