A taxa de desemprego em dezembro de 2011 ficou em 4,7%, a menor já registrada pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME), segundo informou nesta quinta-feira o IBGE. Com isso, 2011 fechou com uma média anual de 6%, também representando o menor índice de desocupação desde o início do estudo, em março de 2002.
No governo anterior ao do presidente Lula, um breve ministro do Trabalho disse que no Brasil não havia desemprego, mas “crise de empregabilidade”. Aqueles colunistas econômicos que sempre aplaudem os governos neoliberais, os desacertos tucanos, os que não tem qualquer compromisso com o povo brasileiro, acharam muita graça, bastante natural e até entoaram as tradicionais louvaminhas e cantochões de costume aos arautos da exclusão social. Ao invés de apresentar propostas válidas e políticas efetivas e consequentes para o combate de uma chaga social (o desemprego que galopava montado em índices absurdos), o governo tucano se dava ao desfrute de jogar com as palavras e fugir do enfrentamento com um problema que afligia dezenas de milhões de brasileiros.
A taxa de desemprego de abril, estimada em 6,4%, é a mais baixa para o mês desde 2002, informou nesta quinta-feira (26/5) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em abril do ano passado, a desocupação ficou em 7,3%.
De acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), a população desocupada chegou a 1,5 milhão de pessoas e ficou estável em relação ao mês de março de 2011. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, registrou queda de 10,1%. Já a população ocupada somou 22,3 milhões, ficando estável em comparação com março. No confronto com abril de 2010, ocorreu elevação de 2,3% nessa estimativa, representando um adicional de 492 mil ocupados em doze meses.
A taxa de desemprego nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ficou estável em março, ao passar de 6,4% em fevereiro para 6,5%, conforme aponta levantamento divulgado nesta terça-feira (19).
De acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (24) pelo IBGE, a taxa de desemprego registrada em fevereiro deste ano é a menor para o mês, desde o início da série histórica, em fevereiro de 2003. Desde 2005, as taxas de fevereiro vêm diminuindo no país.
O desemprego nas regiões metropolitanas brasileira cai pelo sétimo mês consecutiva e chega ao menor índice desde que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) começou a fazer a medição, em 2002: 5,3%, referente ao mês de dezembro. De acordo com o Instituto, em novembro o índice verificado foi da ordem de 5,7%.
Levantamento da Organização Internacional do Trabalho (OIT) aponta que o Brasil possui menos jovens desempregados do que Estados Unidos e Europa. Essa é a primeira vez na história que o país apresenta resultado positivo em relação ao quesito emprego, o que surpreendeu inclusive, os especialistas da OIT. Mesmo com o fim a da recessão, países ricos não conseguiram reduzir a taxa de desemprego, enquanto nos países emergentes chega a faltar mão de obra.
O Brasil livrou-se de um de seus maiores problemas, que afligiu a vida de nosso povo, promoveu a infelicidade nos lares, sabotou o desenvolvimento econômico, conspirou contra a estabilidade social e ameaçou por décadas até a democracia. Foi no governo do presidente Lula, fruto das políticas desenvolvidas na área social e do estrondoso êxito da condução econômica, que tal flagelo passou a fazer parte apenas de um passado doloroso e não mais da atualidade.
O Brasil registrou no mês de outubro a menor taxa de desemprego desde de 2002: 6,1%. A medição é feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse é o segundo recorde consecutivo verificado pelo IBGE. Em setembro, até então o mês com menor índice registrado da ordem de 6,2%. De acordo com o instituto até outubro, 22,3 milhões de brasileiros.
Ridicularmente, uma bolinha de papel, ou rolo de fita crepe, ou ovni ou o que você quiser acreditar, tem sido o foco central das notícias do Brasil. Não tem recorde de empregos gerados, não tem pesquisa presidencial divulgada, não tem quebra de sigilo comprovada que consiga tirar a atenção desse fato, que nem tanta relevância tem, se considerarmos o conceito origial de notícia que está relacionado ao interesse coletivo.