O Ministério de Dilma Rousseff começa a se formar com a permanência de Guido Mantega à frente do Ministério da Fazenda. E a tarefa para ele não será fácil. Caberá a ele, colocar em prática ações da política econômica que garantirão que a dívida interna líquida seja reduzida a 30% (hoje está em 41%) que é condição para que os juros reais não ultrapassem o percentual de 2% ao final do mandato da presidente.
A Oposição já sabe que a vaca foi pro brejo. Com Serra ladeira abaixo, a preocupação agora é lutar por uma boa composição parlamentar – além de tentar garantir alguns governos estaduais. Os principais nomes oposicionistas já começam a se movimentar nesse sentido.
A aprovação unânime pelo 4º Congresso Nacional do PT da candidatura da ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, à presidência da República representa mais um avanço que o Partido dos Trabalhadores traz para política brasileira. Após termos eleito Lula, um operário nordestino, para o mais alto cargo da República, o PT aponta para a [...]