O Secretário de Estado da Saúde, Sérgio Côrtes deverá ocupar o Ministério da Saúde do governo de Dilma Rousseff. O acerto foi feito na noite dessa segunda-feira, na Granja do Torto, quando Dilma e Sérgio Cabral se reuniram para discutir o assunto. No estado, ele cederá lugar para a subsecretária geral, Monique Fazzi.
Esclarecedora. Dessa forma podemos classificar a entrevista da filósofa e professora da Universidade de São Paulo (USP) Marilena Chauí ao site Carta Maior. Ela falou sobre o processo eleitoral e o papel da mídia nessas eleições. Para ela a grande novidade dessas eleições foi o fato de ter se travado uma guerra entre o preconceito e a verdadeira informação, com vitória para a verdade, é claro. Ela também falou a respeito da regulação dos meios de comunicação.
A participação das mulheres na política brasileira é muito recente. Por isso, o marco fantástico a eleição de Dilma Rousseff para a presidência da república, somando mais de 55 milhões de votos. A primeira brasileira eleita deputada foi Carlota Pereira Queiroz, em 1933. Só no ano seguinte, a Assembleia constituinte estabeleceu a igualdade entre os sexos, a regulamentação do trabalho feminino, a equiparação salarial e o direito ao voto.
Depois de meses intensos finalmente escolhemos quem governará o Brasil nos próximos 4 anos. De um lado, tivemos Dilma Rousseff que representa a continuidade do projeto de Lula – cuja maior marca é o desenvolvimento com justiça social – e José Serra com todo o peso nefasto da política neoliberal que levou o Brasil a anos de estagnação econômica, arrocho e falta de mobilidade social.
O debate da Globo acabou sendo o que teve mais propostas, mostrando que o interesse da população é por problemas reais, bem diferente da agenda do PIG. Dilma ganhou, porque o formato e as perguntas não deixaram muito espaço para as baixarias, o campo preferido de José Serra.
O Rio de Janeiro se vestiu de vermelho e foi de Dilma da Candelária até a Central do Brasil, na tarde desta sexta-feira (28). Esta foi só uma das atividades promovidas pela militância com o intuito de consolidar a vitória de Dilma Rousseff e torná-la a primeira mulher presidente do Brasil. Amanhã, a militância fará uma grande carreata partindo do Maracanã, às 10h.
As eleições estão chegando. Estamos fazendo tudo direitinho. Militando, pedindo voto, que foi a meneira que nós, dos Partidos dos Trabalhadores, aprendemos a fazer. Os institutos de pesquisa apontam vitória para Dilma Rousseff. No entanto, nosso trabalho só terminará no dia 31 de outubro.
Até agora nós fizemos uma campanha limpa e bonita. Nosso objetivo de eleger Dilma Rousseff a primeira mulher presidente do Brasil está próximo de se concretizar. Mas temos que estar atentos e vigilantes porque, de hoje até domingo, muita coisa pode acontecer. Esperamos que a última cartada da oposição seja baixa e suja como nunca se viu na história desde a redemocratização do nosso país. Os baixos atos deverão ser corroborados pelos grandes veículos de imprensa.
Diante das pesquisas que apontam mais de 10 pontos percentuais de Dilma Rousseff frente a José Serra, a camapnha do tucano, em desespero, lança mão das baixarias, que deram o tom da campanha. A mais recente delas envolve o nome da senadora Marina Silva (PV – AC) em um e-mail no qual declararia apoio a José Serra. A suposta nota está vinculada a um site utilizado pela militância do PSDB.
No debate, Dilma mais uma vez foi a que melhor se saiu bem nas respostas. Com firmeza e determinação, ela conseguiu esclarecer as acusações e responder as perguntas do candidato José Serra(PSDB).