A taxa de desemprego em dezembro de 2011 ficou em 4,7%, a menor já registrada pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME), segundo informou nesta quinta-feira o IBGE. Com isso, 2011 fechou com uma média anual de 6%, também representando o menor índice de desocupação desde o início do estudo, em março de 2002.
Para quase um terço da população (29,4%), o desemprego é a principal causa da pobreza no Brasil, seguido pela dificuldade de acesso e má qualidade da educação (18,4%) e pela corrupção (16,8%). E apenas 6% acreditam que programas de distribuição de renda, como o Bolsa Família, ajudam a resolver o problema. É o que aponta estudo divulgado hoje (21) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre a percepção da pobreza, que entrevistou 3.796 pessoas em agosto deste ano.
O comércio brasileiro está vivendo um momento de pleno emprego, disse à Agência Brasil o professor de varejo da Fundação Getulio Vargas, Daniel Plá. “Pela primeira vez, às vésperas do Natal, de cada dez lojas você tem uma que ainda não conseguiu completar o quadro de funcionários. Isso se repete no Brasil inteiro. Há dificuldade de contratar”, acrescentou.
No governo anterior ao do presidente Lula, um breve ministro do Trabalho disse que no Brasil não havia desemprego, mas “crise de empregabilidade”. Aqueles colunistas econômicos que sempre aplaudem os governos neoliberais, os desacertos tucanos, os que não tem qualquer compromisso com o povo brasileiro, acharam muita graça, bastante natural e até entoaram as tradicionais louvaminhas e cantochões de costume aos arautos da exclusão social. Ao invés de apresentar propostas válidas e políticas efetivas e consequentes para o combate de uma chaga social (o desemprego que galopava montado em índices absurdos), o governo tucano se dava ao desfrute de jogar com as palavras e fugir do enfrentamento com um problema que afligia dezenas de milhões de brasileiros.
Dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) mostra que foram gerados 2,8 milhões de empregos em 2010. Durante o Governo Lula foram gerados 15,3 milhões de empregos formais, entre celetistas e estatutários. Número de trabalhadores formais no país chega a 44 milhões.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira (5) o índice de emprego na indústria referente ao mês de fevereiro. Segundo o balanço, o emprego na indústria cresceu 0,5% em relação ao mês anterior. De acordo com o estudo publicado pelo instituto, o índice manteve-se estável nos últimos seis meses. No trimestre é verificada uma variação positiva de 0,1% no mês. Nos últimos 12 meses a alta de 3,9% é a maior desde o início da série histórica.
Em fevereiro foram criados 280.799 novos empregos com carteira assinada no Brasil, número recorde para o período. O resultado é 34,08% superior ao melhor desempenho registrado na série histórica do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), ocorrido em fevereiro de 2010, quando foram gerados 209.425 postos. Os dados foram divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) nesta terça-feira (15).
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje que a taxa de desemprego ficou em 6,7% em agosto. Esse índice é o menor considerando todos os meses, desde março de 2002, quando teve início a série histórica do órgão. No mesmo mês do ano passado, quando ainda havia reflexos da crise econômica que [...]
Pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indica que houve crescimento de 0,3% no emprego industrial em maio em relação a abril. Esse é o quinto resultado positivo consecutivo. Quando comparada ao mesmo período do ano passado, a alta do emprego chegou a 4,2%.
Assim como no mês de março, abril também representou recorde de empregos gerados. Com 305.068 postos gerados, o número compõe a marca histórica para o primeiro quadrimestre. Neste ano, quase um milhão de brasileiros foram contratados com carteira assinada. Desde o início do governo Lula, em 2003, já foram criados 41,4 milhões de postos de trabalho formal.