Mundo avança no combate à desigualdade de gênero

Share A desigualdade entre gêneros diminuiu na maior parte do mundo. A conclusão é do Relatório Global Sobre Desigualdade de Gênero 2013, publicado pelo Fórum Econômico Mundial. A publicação analisou 136 países, dos quais 86 apresentaram melhora na desigualdade do … Leia mais

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A desigualdade entre gêneros diminuiu na maior parte do mundo. A conclusão é do Relatório Global Sobre Desigualdade de Gênero 2013, publicado pelo Fórum Econômico Mundial. A publicação analisou 136 países, dos quais 86 apresentaram melhora na desigualdade do gênero em relação ao gênero anterior.

A Finlândia é considerado o país mais avançado quando se avalia a igualdade entre homens e mulheres. Noruega e Suécia também aparecem no topo da lista de países mais justos nesse assunto. O estudo destaca que os países nórdicos têm histórico de reconhecer e investir no talento individual. “Tratam-se de economias pequenas, com populações pequenas. Eles reconhecem que o talento importa e este talento está nos homens e nas mulheres”, afirmou Saadia Zahid, principal autora do relatório.

O Brasil não avançou e nem teve retrocesso nesse ponto e ocupa a mesma colocação do ano passado: 62a. Nas Américas, a Nicarágua aparece em 10o a listagem e é considerado o pais mais igualitário. Os Estados Unidos ocupam a 23a posição e foram elogiados pelo “empoderamento político das mulheres”.

O relatório aponta grandes avanços na redução de desigualdade em quesitos como acesso a saúde e a educação. Vinte e cinco países foram apontados como fornecedores de oportunidades igualitárias para meninos e meninas no quesito educação. A igualdade econômica apresentou um cenário mais desfavorável, em que a diferença entre gêneros diminuiu apenas em 60%.

Tanto em países desenvolvidos quanto nos em desenvolvimento, a presença da mulher em posições de liderança na área econômica ainda é limitada. Apesar de as mulheres tenham obtido ganhos em termos de representação política, de 2% neste ano, a brecha entre gêneros diminuiu em apenas 21%.

Com informações do G1.