O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje que a taxa de desemprego ficou em 6,7% em agosto. Esse índice é o menor considerando todos os meses, desde março de 2002, quando teve início a série histórica do órgão. No mesmo mês do ano passado, quando ainda havia reflexos da crise econômica que [...]
Há uma excelente geração de novos dirigentes latino-americanos surgidos nos últimos anos e que vem operando transformações importantes na América Latina. Eles precisam ser vistos para muito além da ótica restritiva da questão ideológica, sendo aquilatados por seus feitos administrativos e pela devoção à vida pública. E a história corre célere no jovem continente cheio de riquezas naturais, povoado por centenas de milhões de pessoas produtivas e conscientes, ávido de recuperar o tempo perdido e assumir o lugar que o aguarda no cenário mundial.
Os brasileiros construíram ao longo de mais de meio século uma das maiores empresas do mundo. Em verdade, foi bem mais que isso. Nosso povo acreditou em seu próprio país, recusando-se a aceitar a balela de que estaria fadado a uma eterna dependência externa, buscando sua auto-suficiência energética em nosso riquíssimo território. Hoje aquele entusiasmo cívico, impulsionado por um misto de teimosia juvenil com coragem desassombrada, que tomou as ruas, encheu praças, levantou os quartéis e as universidades ao mesmo tempo, uniu civis e militares, mostrou a face nacionalista de nossa gente, é traduzida em realização, trabalho e sucesso.
E mais uma vez o Governo Lula deu mostras de que sabe ouvir a população ao assinar três Decretos e duas Medidas Provisórias que tem como objetivo dar mais autonomias às universidades federais. Os decretos liberam recursos para o Programa de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais e regulamentam a assistência estudantil.
A realização da Copa de 2014 em nosso país será um verdadeiro divisor de águas em nossa história, em diversos setores, especialmente no econômico e no social. Trata-se de oportunidade ímpar de consolidação do Brasil como potência emergente e como Nação que se impõe aos olhos de todo o restante do cenário internacional.
O Governo Lula está chegando ao final. Mas o seu legado permanecerá por muito tempo porque a conquista popular foi muito grande. Ganharemos muito com a eleição de Dilma Rousseff (13) que personifica a continuidade desse legado representado pela retirada de 30 milhões de pessoas da situação de miséria absoluta. Mas nós temos planos grandiosos e, por isso, precisamos nos planejar e atuar em frentes diversas.
O futuro já chegou a dezenas de milhões de lares em nosso país. Mais de 73 milhões de brasileiros acessam o mundo e o futuro com toques nas teclas de seus computadores, vencendo a distância que os separava da informação, do saber, da cultura, do planejamento, das artes, da economia, da diversão. A inclusão digital é uma realidade e ela vem mudando a vida das pessoas.
Há várias maneiras de se promover transformações profundas na história de um país e na vida de seu povo. O Brasil já experimentou várias delas. Creio, mesmo, que já passamos por todos os experimentos institucionais, desde o rompimento de Pedro I com a coroa portuguesa, passando pela queda da monarquia e a proclamação da República. Purgamos as eleições a bico-de-pena e seus governos ilegítimos na República Velha e assistimos a revolução de 30 promovida pela Aliança Liberal e os quinze anos de Getúlio no Catete, marcados tanto por profundas e benéficas mudanças sociais quanto pelo autoritarismo político.
O Programa Minha Casa, Minha Vida deu tão certo que vai ser exportado. O governo brasileiro será parceiro do venezuelano que construirá a primeira versão internacional do programa, que deverá beneficiar 40 mil pessoas, na favela de San Augustín, localizada no centro de Caracas, capital da Venezuela.
A economia brasileira acumula bons resultados. O mais recente, acaba de ser divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e aponta um avanço de 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) entre janeiro e março deste ano, em comparação ao quarto trimestre de 2009. Analisando o mesmo período de 2009 o crescimento foi de 9%.