A diferença entre o rendimento médio real dos trabalhadores da região metropolitana de São Paulo ante o resto do País está menor. De 2003 a 2011, o salário dos paulistas teve alta de 13,8% e foi o que menos cresceu entre as seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A taxa de desemprego em dezembro de 2011 ficou em 4,7%, a menor já registrada pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME), segundo informou nesta quinta-feira o IBGE. Com isso, 2011 fechou com uma média anual de 6%, também representando o menor índice de desocupação desde o início do estudo, em março de 2002.
Aproximadamente 11,4 milhões de pessoas em todo o país moravam em assentamentos irregulares, como favelas, comunidades de baixa renda, invasões, em 2010. O número representa 6% da população brasileira. Elas ocupavam 3,2 milhões de domicílios, concentrados principalmente na Região Sudeste (49,8%), com destaques para os estados de São Paulo (23,2%) e do Rio de Janeiro (19,1%). Por outro lado, as regiões Sul (5,3%) e Centro-Oeste (1,8%) detinham o menor número dessas comunidades de baixa renda. Ao todo, havia no país no ano passado 6.329 favelas em 323 municípios.Aproximadamente 11,4 milhões de pessoas em todo o país moravam em assentamentos irregulares, como favelas, comunidades de baixa renda, invasões, em 2010. O número representa 6% da população brasileira. Elas ocupavam 3,2 milhões de domicílios, concentrados principalmente na Região Sudeste (49,8%), com destaques para os estados de São Paulo (23,2%) e do Rio de Janeiro (19,1%). Por outro lado, as regiões Sul (5,3%) e Centro-Oeste (1,8%) detinham o menor número dessas comunidades de baixa renda. Ao todo, havia no país no ano passado 6.329 favelas em 323 municípios.
A taxa de desemprego nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ficou estável em março, ao passar de 6,4% em fevereiro para 6,5%, conforme aponta levantamento divulgado nesta terça-feira (19).
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira (5) o índice de emprego na indústria referente ao mês de fevereiro. Segundo o balanço, o emprego na indústria cresceu 0,5% em relação ao mês anterior. De acordo com o estudo publicado pelo instituto, o índice manteve-se estável nos últimos seis meses. No trimestre é verificada uma variação positiva de 0,1% no mês. Nos últimos 12 meses a alta de 3,9% é a maior desde o início da série histórica.
E a economia brasileira continua com fôlego. Para confirmar isso, é ó ver o balanço da produção industrial que foi divulgado nesta sexta-feira (01/04), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e que aponta que a produção industrial cresceu 1,9% no mês de fevereiro em comparação com o mês de janeiro. No primeiro mês do ano, a expansão verificada foi de 0,2%.
De acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (24) pelo IBGE, a taxa de desemprego registrada em fevereiro deste ano é a menor para o mês, desde o início da série histórica, em fevereiro de 2003. Desde 2005, as taxas de fevereiro vêm diminuindo no país.
A produção da indústria nacional avançou em todas as 14 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2010, de acordo com levantamento divulgado nesta quarta-feira (9). Cinco estados registraram alta acima da média nacional que foi de 10,5%. Espírito Santo (22,3%), Goiás (17,1%), Amazonas (16,3%), Minas Gerais (15,0%) e Paraná (14,2%) foram os estados que mais se destacaram. O impulso foi decorrente do bom desempenho dos segmentos de bens de capital e consumo duráveis, principalmente automóveis e eletrodomésticos da linha marrom e comodities.
O ano de 2010 apresentou crescimento de 10,5% na produção industrial em relação ao ano anterior. Os dados foram divulgados pelo IBGE que aponta que este é o melhor desempenho da indústria desde 1986. As atividades que apresentaram maior destaque foram as de veículos automotores, cuja alta atingiu 24,2%, e máquinas e equipamentos, com 24,3%.
Um dos legados do governo Lula será o avanço do poder de compra da população. Como o presidente lembrou na prestação de contas do governo, que quando ele assumisse nenhum brasileiro deixaria de fazer três refeições no país, sua atuação permitiu que avançássemos muito mais. Pesquisa realizada pelo Data Popular, instituto vinculado ao Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta que neste ano a classe C deverá gastar R$ 865 bilhões.