Há quem ainda duvide que a presidente eleita, Dilma Rousseff deverá se comportar apenas como uma marionete de Lula em função da aposta na continuidade de um governo que deu certo, como alicerce para outro que vá ampliar as mudanças pelas quais o país está passando. Prova de que estamos diante de dois dirigentes distintos é a recente entrevista que Dilma concedeu ao jornal norte-americano “The Washington Post”.
Façamos hoje um exercício de imaginação. Pense em um cidadão brasileiro de nome José Costa, que resida no Rio de Janeiro, mais especificamente na zona oeste. Leva uma vida mediana, tem um emprego médio, como seu nível de escolaridade. Trabalha de 9h às 18h, chega em casa às 20h. Toma um banho. Janta e se reúne com a esposa para ver o noticiário noturno. Ele se depara com uma reportagem que envolva urânio enriquecido, acordo de paz, sanções da ONU, o Lula e se questiona: O que eu, morador da zona oeste, tenho a ver com isso?
O mundo amanheceu mais sereno hoje. A notícia entre o acordo entre Irã, Turquia e Brasil sobre a troca de combustíveis nucleares pode por fim à disputa ocidental sobre o programa nuclear do Irã. Mais uma vitória e mais uma aula de diplomacia do governo Lula. Vale ressaltar que Brasil e Turquia não são membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU.
Fonte: Reuters O presidente norte-americano Barack Obama renovou a oferta de diálogo e diplomacia de seu governo com Teerã neste sábado, um ano após sua proposta de um recomeço com o Irã fracassar na obtenção de resultados concretos. Obama, que se dirigiu aos iranianos em um novo vídeo que marca a observância do Nowruz -um [...]