O Partido dos Trabalhadores sempre a militância como sua marca. É um partido que agrega, que trabalha e supera as diferenças. No processo eleitoral que começou oficialmente na semana passada, diversas caminhadas já foram feitas. A ideia é chamar os integrantes do partido para promoção de seus candidatos. É uma forma também de os candidatos ficarem mais perto dos eleitores, bem como de apresentar suas propostas.
Nos últimos oito anos o Brasil vem passando por intensas mudanças em sua estrutura. Mudanças significativas para uma parcela da população que antes não era considerada. Tivemos 30 milhões de pessoas que ascenderam a classe média. Que tiveram a oportunidade de ingressar no ensino superior e acreditar em um futuro melhor.
Nos últimos sete anos, o Brasil vem caminhando para sanar, de forma rápida, problemas que eram considerados característicos do país. Sob a gestão de Lula, vamos reduzindo o problema da distribuição de renda. A dívida externa foi quitada e a percepção da opinião pública mundial em relação ao nosso paísestá cada vez melhor.
Lula defendeu, em notícia publica na quinta-feira (3), um Estado que arrecada. A grande imprensa e a oposição não pouparam críticas, defenderam à redução da carga tributária e um estado omisso. Na quarta-feira (2) O Brasil já tinha alcançado a média de R$ 500 bilhões em impostos arrecadados nas esferas municipal, estadual e federal.
O presidente Lula comemorou as novas perspectivas de crescimento do país, mas alertou que o Brasil deve evitar o efeito sanfona, quando os crescimentos em um período são muito díspares. Ele defendeu o crescimento sustentável, que perdure por muitos anos.
Que o governo de Lula é um sucesso, ninguém duvida. A simpatia e a competência do presidente brasileiro vem sendo saudadas nos mais diversos pontos do mundo e não é de se estranhar que esse reflexo seja sentido internamente também. Prova disso, foi o evento que aconteceu na noite de terça-feira (25) na CUT Rio, no Centro do Rio de Janeiro, quando o PT do Rio recebeu quase uma centena de novos filiados.
Façamos hoje um exercício de imaginação. Pense em um cidadão brasileiro de nome José Costa, que resida no Rio de Janeiro, mais especificamente na zona oeste. Leva uma vida mediana, tem um emprego médio, como seu nível de escolaridade. Trabalha de 9h às 18h, chega em casa às 20h. Toma um banho. Janta e se reúne com a esposa para ver o noticiário noturno. Ele se depara com uma reportagem que envolva urânio enriquecido, acordo de paz, sanções da ONU, o Lula e se questiona: O que eu, morador da zona oeste, tenho a ver com isso?
Mais uma vez o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) multou o presidente Lula por fazer propaganda antecipada. Daqui a pouco o assunto, por acontecer tantas vezes, deixa de ser notícia. Esta é a terceira vez que o presidente é punido em R$ 5 mil. De acordo com o TSE a propaganda antecipada aconteceu durante a inauguração de uma universidade federal, em Teófilo Otoni, Minas Gerais. Na época, Dilma Rousseff ainda ocupava a cadeira de Ministra da Casa Civil.
O mundo amanheceu mais sereno hoje. A notícia entre o acordo entre Irã, Turquia e Brasil sobre a troca de combustíveis nucleares pode por fim à disputa ocidental sobre o programa nuclear do Irã. Mais uma vitória e mais uma aula de diplomacia do governo Lula. Vale ressaltar que Brasil e Turquia não são membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU.
O legado de Lula chegou à índia. O “The Hindu” publicou artigo de Jorge Heine, que ocupa a Cátedra de Governança Global da Escola Balsillie de Assuntos Internacionais, destacando o atual momento do Brasil, em especial uma análise dos oito anos da administração Ptista.