Voltando à nossa retrospectiva, hoje falo do programa Saúde Não Tem Preço. Em fevereiro o Ministério da Saúde passou a distribuir gratuitamente medicamentos para diabetes e hipertensão. No o Brasil, o número de pessoas que sofrem com essas doenças e são beneficiadas pelo programa passou de 853.181, em janeiro, para quase 3,1 milhões em novembro.
Lançado há 45 dias, o programa “Saúde não tem preço” já beneficiou 3,5 milhões de brasileiros com a distribuição gratuita de medicamentos para tratar diabetes e hipertensão. Distribuídos em postos credenciados do “Aqui tem Farmácia Popular” que somam, ao todo, 15 mil farmácias credenciadas além de 548 postos do governo espalhados em mais de 2,5 mil municípios.
O brasileiro anda satisfeito com a qualidade da atenção à saúde que vem recebendo. Isso foi destacado no suplemento de Saúde da PNAD de 2008. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o Ministério da Saúde e apontam que 85% da população atendida consideraram os serviços bom ou muito bom. Ainda de acordo com a pesquisa, 27,5 milhões de domicílios brasileiros estavam cadastrados no Programa de Saúde da Família (PSF).
Em épocas de feriado, como o que ocorreu no início do mês, e de festas a tendência é que o bancos de sangue fiquem com estoque mais baixo. Com o aumento da população e o crescimento do de 30% no transplante de órgãos a necessidade de transfusão também aumenta. Por essas razões, o Ministério da Saúde veicula, até o próximo dia 30 a campanha “Doe sangue, faça alguém nascer de novo”, de incentivo à doação de sangue.
O Ministério da Saúde assinou parceria que permitirá que o Brasil passe a produzir sete medicamentos. Com esta medida, o número de medicamentos que deixam ser importados pelo país sobe para 21, representando uma economia da ordem de R$ 170 milhões. Dentre os medicamentos que deixarão de ser importados estão utilizados no tratamento da AIDS.
O Ministério da Saúde anunciou na quinta-feira (20) a ampliação da rede de assistência aos usuários de crack. Dentre as ações está prevista a criação de novos leitos em hospitais gerais para receber esses pacientes. A expectativa é de que até o final do ano o número de vagas passe de 2,5 mil para 5 mil. O Ministério deverá direcionar para o custeio desses leitos especializados montante da ordem de R$ 180 milhões.