A relação entre a pobreza e a hanseníase explica, em parte, a posição brasileira no ranking de incidência da doença. A conclusão é do diretor do Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch. Ele participou ontem (1º), no Rio de Janeiro, da abertura de um ciclo de seminários internacionais sobre a doença, organizado pelas Nações Unidas (ONU).
A presidenta Dilma Rousseff rebateu hoje (20) as críticas sobre a insistência do governo brasileiro em defesa da reforma do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). Dilma disse que a posição “não é um capricho”, mas reflete a necessidade da nova estrutura da ordem mundial. Segundo ela, é necessário observar que várias das entidades internacionais estão “obsoletas”. Para a presidenta, a “ONU envelheceu”.
Façamos hoje um exercício de imaginação. Pense em um cidadão brasileiro de nome José Costa, que resida no Rio de Janeiro, mais especificamente na zona oeste. Leva uma vida mediana, tem um emprego médio, como seu nível de escolaridade. Trabalha de 9h às 18h, chega em casa às 20h. Toma um banho. Janta e se reúne com a esposa para ver o noticiário noturno. Ele se depara com uma reportagem que envolva urânio enriquecido, acordo de paz, sanções da ONU, o Lula e se questiona: O que eu, morador da zona oeste, tenho a ver com isso?
Nesta semana o Rio de Janeiro sedia o V Fórum Urbano Mundial, que tem como objetivo analisar a rápida urbanização e seu impacto nas comunidades, cidades, economias, mudanças climáticas e políticas em todo o mundo. Nesta edição, o evento organizado pela Organização das Nações Unidas tem como tema “O Direito à Cidade: Unindo o Urbano [...]