Depois de meses intensos finalmente escolhemos quem governará o Brasil nos próximos 4 anos. De um lado, tivemos Dilma Rousseff que representa a continuidade do projeto de Lula – cuja maior marca é o desenvolvimento com justiça social – e José Serra com todo o peso nefasto da política neoliberal que levou o Brasil a anos de estagnação econômica, arrocho e falta de mobilidade social.
O debate da Globo acabou sendo o que teve mais propostas, mostrando que o interesse da população é por problemas reais, bem diferente da agenda do PIG. Dilma ganhou, porque o formato e as perguntas não deixaram muito espaço para as baixarias, o campo preferido de José Serra.
Diante das pesquisas que apontam mais de 10 pontos percentuais de Dilma Rousseff frente a José Serra, a camapnha do tucano, em desespero, lança mão das baixarias, que deram o tom da campanha. A mais recente delas envolve o nome da senadora Marina Silva (PV – AC) em um e-mail no qual declararia apoio a José Serra. A suposta nota está vinculada a um site utilizado pela militância do PSDB.
Já que a Globo não deu conta de segurar a campanha de José Serra (PSDB), eis que surge a revista Veja. Nesta semana, o panfleto tenta, desesperadamente criar uma fábrica de dossiês no Palácio do Planalto, envolvendo o Ministério da Justiça numa grande e sórdida trama de espionagem. Isso, depois de a própria Polícia Federal ter dito que a quebra dos sigilos ter ocorrido sem, no entanto, ser comprovada sua utilização para fins eleitorais.
Durante uma caminhada no centro de Campo Grande, zona Oeste do Rio, José Serra foi alvejado na cabeça por um objeto voador não identificado (ovni). Aparentemente sem feridas graves, o candidato do PSDB continuou a atividade até receber um telefonema que agravou os sintomas do ferimento causado pelo ovni. Foi encaminhado a uma clínica particular e submetido a uma tomografia, que não confirmou maiores danos.
A candidta do PT à presidência da república, Dilma Rousseff destacou que a diferença entre o governo Lula e o de FH é que frente às denúncias de corrupção, a gestão Ptista não só investiga, como pune. Prova disso, foi a reviravolta no caso da quebra de sigilo fiscal de pessoas ligadas ao candidato José Serra (PSDB) e o dossiê preparado pelo chamado “grupo de inteligência” da pré-campanha de Dilma Rousseff (PT).
Quem, nas duas últimas semanas, leu os colunistas dos “grandes jornais” (os três maiores de São Paulo e Rio) deve ter notado a insistência com que falaram (ou deixaram implícito) que as eleições presidenciais não estavam definidas. Contrariando o que as pesquisas mostravam (a avassaladora dianteira de Dilma), fizeram quase um coro de que “nada era definitivo”, pois fatos novos poderiam alterar o cenário.
O jornal Valor Econômico publicou hoje, 14 de janeiro, um artigo que merece leitura e reflexão. Assinado pela repórter especial de Política Maria Inês Nassif, o texto trata da tentativa do PSDB de aproveitar eleitoralmente o princípio de crise com os militares, provocada pela divulgação da terceira edição do Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-III). Ela [...]