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	<title>Blog do Marcelo Sereno &#187; Rio de Janeiro</title>
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		<title>Governo do Rio diz que 30 novos trens começarão a operar até setembro deste ano</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 14:52:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Marcelo Sereno]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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		<description><![CDATA[A Secretaria Estadual de Transportes do Rio de Janeiro informou hoje (9) que  30 novos trens chineses, com ar condicionado, comprados pelo governo fluminense, começarão a operar até setembro deste ano.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/tremrio.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5312" title="tremrio" src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/tremrio-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>A Secretaria Estadual de Transportes do Rio de Janeiro informou hoje (9) que  30 novos trens chineses, com ar condicionado, comprados pelo governo fluminense, começarão a operar até setembro deste ano. A informação foi divulgada por meio de nota, depois que o <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-02-09/problemas-em-trem-provocam-tumulto-em-estacoes-ferroviarias-do-rio">defeito em um trem</a> na manhã de hoje provocou tumulto e confronto entre passageiros e policiais.</p>
<p>Segundo o governo do estado, estão sendo investidos R$ 2,4 bilhões na compra de 120 trens, na reforma de 73 e na melhoria das 98 estações ferroviárias. De acordo com a secretaria, já foi aberta a licitação para a compra de mais 60 trens.</p>
<p>Sobre a manifestação de passageiros hoje, a secretaria informou que “repudia todo e qualquer ato de depredação de patrimônio público, o que impede um melhor serviço à população do Rio de Janeiro”. Entre os passageiros que circularam pelas estações hoje, muitos criticavam a qualidade do serviço dos trens urbanos fluminenses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-02-09/governo-do-rio-diz-que-30-novos-trens-comecarao-operar-ate-setembro-deste-ano">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Carnaval do Rio deve movimentar este ano mais de US$ 620 milhões</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 14:25:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Marcelo Sereno]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
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		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[A exemplo da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos, o carnaval  é considerado uma oportunidade de  geração de negócios, emprego e renda no Brasil, disse o superintendente da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico do Rio de Janeiro (Sedeis), Luiz Carlos Prestes Filho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/marques.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5308" title="marques" src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/marques-300x188.jpg" alt="" width="300" height="188" /></a>A exemplo da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos, o carnaval  é considerado uma oportunidade de  geração de negócios, emprego e renda no Brasil, disse o superintendente da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico do Rio de Janeiro (Sedeis), Luiz Carlos Prestes Filho.</p>
<p>“O carnaval vai trazer este ano 850 mil turistas e vai movimentar cerca de US$ 628 milhões no estado&#8221;, informou. Isso significará um incremento de 12% em relação ao resultado registrado no ano passado. Para mostrar a importância do carnaval, Prestes lembrou que para a Copa de 2014 está prevista a entrada no país de 700 mil visitantes.</p>
<p>“Se a Fifa [Federação Internacional de Futebol] e o COI [Comitê Olímpico Internacional] fazem da Copa e das Olimpíadas o seu grande negócio, acho que nada mais normal a prefeitura e o governo do estado encararem o carnaval como um evento importantíssimo dentro do contexto da indústria de entretenimento”, observou.</p>
<p>Entre os segmentos que faturam com o evento, Prestes destacou as áreas de turismo, transporte, de fabricação de instrumentos musicais, audiovisual e rádio, da indústria gráfica e editorial, de teatro, empresas de eventos, além dos setores de hospedagem, gastronomia e da indústria de bebidas. “São setores que faturam e movimentam o dinheiro na cidade”.</p>
<p>Autor do estudo Cadeia Produtiva da Economia do Carnaval, o superintendente destacou a criação de empregos temporários no período. Pesquisa do Ministério do Trabalho mostra que o carnaval responde pela geração, durante o ano, de 250 mil empregos temporários no estado. Na região da Saara (Sociedade de Amigos das Adjacências da Rua da Alfândega), maior shopping a céu aberto da América Latina, localizado no centro da capital fluminense, grande parte dos comerciantes tem no carnaval o seu maior faturamento anual e amplia o quadro de funcionários extras.</p>
<p>“É o momento em que mais vendem, mais têm negócios realizados”. Depois do Natal, o carnaval é a principal época de faturamento das lojas. Prestes explicou que muitos empregados que começam como temporários durante o carnaval, depois se tornam fixos. Hotéis, restaurantes, agências de turismo e a área de transporte também fazem contratações temporárias para o período.</p>
<p>Nas escolas de samba, profissionais de diversas áreas, como marceneiros, serralheiros e costureiras, trabalham praticamente o ano inteiro, organizando a infraestrutura da escola para o desfile.</p>
<p>Interior</p>
<p>O superintendente chamou a atenção para a importância dos núcleos produtivos de carnaval, localizados em municípios do interior, que sobrevivem trabalhando para o evento durante todo o ano e têm como principal atividade a confecção e o bordado. Um desses núcleos está na cidade de Barra Mansa, no sul do estado.</p>
<p>“Mais de 700 bordadeiras produzem 39 milhões de peças de bordado para escolas de samba do Rio e de São Paulo. Oitenta por cento da produção do polo de bordado de Barra Mansa são para atender a escolas de São Paulo e do Rio. Os 20% excedentes já estão sendo enviados para escolas de samba no Japão, na Inglaterra, França, em Portugal e nos Estados Unidos”, informou.</p>
<p><strong>Tradição</strong></p>
<p>Este ano, o carnaval do Rio comemora 80 anos do primeiro desfile, realizado em 1932. Ao contrário daquela época, quando poucas pessoas participavam, as escolas hoje têm cerca de 5 mil integrantes. “É outra realidade”. Esse carnaval-espetáculo requer profissionais especializados, como engenheiros elétricos, devido à exigência de laudo do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea) para liberar a escola na avenida. “Estamos falando de segurança do trabalho”, acrescentou Prestes.</p>
<p>O governo do estado e a prefeitura do Rio estimulam as escolas de acesso ou dos grupos C, D e E, cujos orçamentos oscilam entre R$ 10 mil e R$ 70 mil por ano, enquanto as grandes agremiações têm orçamentos que superam, muitas vezes, os US$ 7 milhões. O superintendente convidou a população e os turistas a assistirem ao carnaval dessas pequenas escolas do subúrbio, que são desfiles gratuitos e com segurança. “É carnaval das comunidades que merece ser visto”, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.istoe.com.br/reportagens/190062_CARNAVAL+DO+RIO+DEVE+MOVIMENTAR+ESTE+ANO+MAIS+DE+US+620+MILHOES?pathImagens=&amp;path=&amp;actualArea=internalPage">Revista Istoé</a>, com informações da Agência Brasil.</p>
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		<title>O bom momento do Rio</title>
		<link>http://www.blogdosereno.com.br/blog/2012/02/o-bom-momento-do-rio/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 17:05:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Mensal do Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Rendimento]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhador]]></category>

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		<description><![CDATA[A Pesquisa Mensal de Emprego do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indica que o rendimento médio do trabalhador da Região Metropolitana do Rio cresceu 33,8% entre 2003 e 2011. É o maior índice entre as seis regiões metropolitanas pesquisadas. Além disso, a taxa de desocupação no Rio de Janeiro em 2011 foi de 5,2%, menor do que o índice nacional: 6%.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/vagas-emprego3.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5298" title="vagas-emprego3" src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/vagas-emprego3-300x222.jpg" alt="" width="300" height="222" /></a>A Pesquisa Mensal de Emprego do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indica que o rendimento médio do trabalhador da Região Metropolitana do Rio cresceu 33,8% entre 2003 e 2011. É o maior índice entre as seis regiões metropolitanas pesquisadas. Além disso, a taxa de desocupação no Rio de Janeiro em 2011 foi de 5,2%, menor do que o índice nacional: 6%.</p>
<p>A concentração de servidores públicos e das empresas petrolíferas no estado elevaram os salários. O aumento do salário mínimo, que cresceu de R$ 240 para R$ 545 no período, e dos programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, também garantiram esse incremento na renda, além do bom momento que o estado vive após décadas de crescimento econômico muito baixo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A recuperação do Estado tem sido puxada pelos projetos das empresas ligadas ao setor de petróleo e gás e pela demanda de investimento criada com a Copa do Mundo, de 2014, e Jogos Olímpicos, em 2016. Além disso, o setor de serviços também está em alta, principalmente por conta do turismo e da indústria do entretenimento. O aquecimento econômico fez com que a demanda pelo trabalho crescesse mais rapidamente no Rio do que em outras regiões do país, resultando na subida rápida dos salários.<br />
A estimativa da Federação das Indústrias do Rio (Firjan) é que R$ 181,6 bilhões serão investidos no estado até 2013. Isso pode aumentar ainda mais as oportunidades de emprego e a renda média do trabalhador. Para que isso se concretize e se solidifique, é importante investir na qualificação da mão de obra. Assim, esses benefícios vão perdurar para além da Copa e das Olimpíadas, trazendo ganhos reais e constantes para nossa população.</p>
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		<title>Levantamento do ISP aponta redução de 14,8% nos casos de letalidade violenta</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 13:32:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Marcelo Sereno]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2011, o Rio de Janeiro registrou queda dos principais indicadores estratégicos da Secretaria de Segurança. Segundo pesquisa do Instituto de Segurança Pública (ISP), divulgada nesta terça-feira (7/2), em comparação a 2010 houve redução de: 14,8% nos casos de letalidade violenta (homicídio doloso, lesão corporal seguida de morte, latrocínio e auto de resistência); 6,3 % nas ocorrências de roubos de veículos; e 15,2% no número de roubos de rua (a transeunte, a coletivo e de celular).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/1beltrame.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5286" title="1beltrame" src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/1beltrame-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>Em 2011, o Rio de Janeiro registrou queda dos principais indicadores estratégicos da Secretaria de Segurança. Segundo pesquisa do Instituto de Segurança Pública (ISP), divulgada nesta terça-feira (7/2), em comparação a 2010 houve redução de: 14,8% nos casos de letalidade violenta (homicídio doloso, lesão corporal seguida de morte, latrocínio e auto de resistência); 6,3 % nas ocorrências de roubos de veículos; e 15,2% no número de roubos de rua (a transeunte, a coletivo e de celular).</p>
<p>A redução de roubos de veículos, de rua, de aparelho celular e em coletivos também foi um dos destaques da pesquisa. Em 2011, foram registrados menos 13.524 roubos do que em 2010 (106.776 contra 120.300, respectivamente), a maior redução em 10 anos. As melhorias salariais para policiais militares e o processo de pacificação nas comunidades do Rio de Janeiro estão entre as ações que ajudaram na redução de delitos.</p>
<p>– Apresentamos os índices, como é de praxe no encerramento do ano, para prestar contas das ações desenvolvidas pelo Estado na área da Segurança Pública. A pesquisa é feita por uma equipe técnica, com dados fornecidos pelos batalhões e pelas delegacias. A Secretaria de Segurança pode trabalhar as ações a partir dos resultados divulgados pelo ISP – afirmou o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame.</p>
<p>Os dados anuais do instituto apontam diminuição de 20.052 para 18.798 registros de roubos de veículos e a redução de 5.828 vítimas para 4.968 no índice de letalidade violenta. Já o número de roubos de rua foi reduzido de 78.536 casos para 66.631. Os destaques da pesquisa na categoria letalidade violenta são a queda de autos de resistência (38,7%), latrocínio (24,4%) e homicídio doloso (10,1%).</p>
<p><strong>Índices do último trimestre<br />
</strong><br />
Além dos dados de 2011, a Secretaria de Segurança também divulgou os índices comparativos de incidências de dezembro de 2011 e 2010 e do trimestre móvel de outubro a dezembro de cada ano.</p>
<p>De outubro a dezembro do ano passado, se comparado ao mesmo período de 2010, o ISP contabilizou a queda de 23,4% em letalidade violenta – de 1.459 casos para 1.118, sendo menos 67,5% e 15,5% nos crimes de autos de resistência e homicídio doloso, respectivamente.</p>
<p>Os índices comparativos de incidências de dezembro de 2011 em relação a dezembro de 2010 também apresentam redução de roubo de rua, que inclui assalto a transeuntes, roubo de celular e assalto em coletivo. Foi registrada diminuição de 12,8% do número de roubo de rua. Os casos caíram de 5.607, em 2010, para 4.889 em 2011. Em letalidade violenta, houve queda de 21,2% (passando de 485 para 382).</p>
<p><strong>Aumento de prisões e apreensões de drogas</strong></p>
<p>No levantamento, o Instituto de Segurança Pública destacou também o aumento de prisões e de apreensões de drogas. Em 2011, foram efetuadas 23.090 prisões, enquanto que no ano passado o número foi de 19.877, 16,2% a mais. Em relação à apreensão de drogas, o instituto registrou 10.828 casos em 2011 e 9.458 em 2010, um aumento de 14,5%.</p>
<p>No trimestre móvel de outubro a dezembro do ano passado, houve um crescimento de 5,5% de apreensões de drogas e 9,4% de prisões em comparação ao mesmo período de 2010. Em dezembro de 2011, foram efetuadas 1.992 prisões e 1.055 apreensões de drogas, enquanto que em 2010, esses números eram de 1.759 prisões e 889 apreensões de drogas, diferença de 13,2 % e 18,7%, respectivamente.</p>
<p><strong>Policiais civis e militares que cumprirem metas recebem gratificações</strong></p>
<p>O estudo do ISP é usado também para definir o Sistema Integrado de Metas da Secretaria de Segurança, que premia unidades policiais que apresentarem melhor desempenho na redução de três principais índices: letalidade violenta (homicídios dolosos, lesões corporais seguidas de morte, latrocínios e autos de resistência), roubos de veículos e roubos de rua (transeunte, celular e coletivo).</p>
<p>Durante a apresentação dos índices de criminalidade, também foram anunciadas as metas da Secretaria de Segurança para 2012. Entre elas, estão a inauguração da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha em março, e a formação de 6 mil novos policiais militares até setembro. O planejamento prevê ainda a inauguração, no segundo semestre, do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) e da primeira sede de Região Integrada de Segurança Pública (RISP), além da Cidade da Polícia.<strong><br />
</strong></p>
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		<title>Que aprendizado podemos tirar da tragédia?</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 13:39:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Marcelo Sereno]]></category>
		<category><![CDATA[13 de maio]]></category>
		<category><![CDATA[Fiscalização]]></category>
		<category><![CDATA[Obra]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[A poeira baixou e agora podemos focar em uma fragilidade que a tragédia da Avenida Treze de Maio evidenciou: o serviço de fiscalização de obras na cidade do Rio de Janeiro. A Prefeitura já admitiu que não tem condições de fiscalizar todas as obras particulares em andamento na cidade. É difícil até saber quantas e quais são elas, uma vez que nem todas são notificadas aos órgãos competentes. Falta pessoal para identificar e fiscalizar as obras.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/fiscalização.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5272" title="fiscalização" src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/fiscalização-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>A poeira baixou e agora podemos focar em uma fragilidade que a tragédia da Avenida Treze de Maio evidenciou: o serviço de fiscalização de obras na cidade do Rio de Janeiro. A Prefeitura já admitiu que não tem condições de fiscalizar todas as obras particulares em andamento na cidade. É difícil até saber quantas e quais são elas, uma vez que nem todas são notificadas aos órgãos competentes. Falta pessoal para identificar e fiscalizar as obras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As reformas que alteram a estrutura do imóvel, o puxadinho e outras intervenções podem parecer inocentes e, por isso, não são reportadas. Em outras vezes, por estar ciente da irregularidade, o proprietário prefere expor-se – e a outros cidadãos – ao risco do que submeter o projeto ao conhecimento da Prefeitura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outra má ação está na não contratação de arquitetos e engenheiros para a elaboração dos projetos dessas intervenções. Contratar um profissional qualificado não é jogar dinheiro fora. É, sim, primar pela segurança. Verificar se esse profissional tem registro no conselho profissional é colaborar com a qualidade do serviço prestado. A preguiça de resolver as coisas da maneira certa não pode ser maior que o desejo de resguardar vidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Rio de Janeiro e muitas outras cidades do Brasil cresceram sem planejamento, ficando muito maiores do que se podia prever quando nasceram. Atualmente, as irregularidades já solidificadas são muitas e vão sendo sobrepostas a novas ações erradas. Ao mesmo tempo, o poder público não conseguiu acompanhar a rapidez da profusão de construções e fiscalizar tudo que é edificado na cidade com a estrutura que se tem na Prefeitura é inviável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas isso não pode ser usado como desculpa. Se já foi identificada a necessidade de mais técnicos que possam agilizar processos de licenciamento e assegurar fiscalizações de obras, agora tem que se partir para a ação. A modernização dos órgãos competentes, a realização de concursos públicos e uma maior difusão de informações sobre a importância do registro de toda e qualquer obra são algumas das ações que podem deixar a cidade mais segura. O Rio já sofreu o trauma. Agora, precisa superar isso, transformando uma experiência ruim em aprendizado.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Renda no RJ sobe mais e se aproxima da de SP</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 13:25:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Marcelo Sereno]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Renda]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[A diferença entre o rendimento médio real dos trabalhadores da região metropolitana de São Paulo ante o resto do País está menor. De 2003 a 2011, o salário dos paulistas teve alta de 13,8% e foi o que menos cresceu entre as seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/moedas-crescimento.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5268" title="moedas-crescimento" src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/moedas-crescimento-300x179.jpg" alt="" width="300" height="179" /></a>A diferença entre o rendimento médio real dos trabalhadores da região metropolitana de São Paulo ante o resto do País está menor. De 2003 a 2011, o salário dos paulistas teve alta de 13,8% e foi o que menos cresceu entre as seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>De acordo com os números do instituto, a alta do rendimento de São Paulo foi quase nove pontos porcentuais inferior à verificada no total do País. Desde 2003, quando foi implementada a nova metodologia da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), o rendimento médio que mais cresceu foi o da região metropolitana do Rio de Janeiro (33,8%), seguida por Belo Horizonte (32,1%) e Salvador (30,9%).</p>
<p>&#8220;É possível dizer que as demais regiões estão convergindo para onde está São Paulo&#8221;, diz Regina Madalozzo, professora de economia do Insper &#8211; Instituto de Ensino e Pesquisa.</p>
<p>A pulverização do salário no País também tem sido influenciada pelo aumento do salário mínimo, que cresceu de R$ 240 para R$ 545 entre 2003 e 2011, e pelos programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, do governo federal. Esses dois fatores costumam ter mais influência em regiões economicamente ainda menos desenvolvidas, como Recife e Salvador.</p>
<p>&#8220;No curto prazo, os programas de transferência de renda são positivos para diminuir as desigualdades regionais&#8221; diz o economista José Márcio Camargo, professor da PUC-Rio. Ele ressalta, entretanto, que é preciso que os governos pensem em políticas de longo prazo para melhorar de forma permanente o rendimento dos trabalhadores das regiões menos favorecidas, como o Norte e o Nordeste do Brasil.</p>
<p><strong>Disputa</strong></p>
<p>A redução entre os rendimentos das regiões deve criar uma disputa entre Rio e São Paulo pelo posto de &#8220;dono&#8221; do maior rendimento nos próximos anos. No ano passado, a diferença foi de apenas 0,6% ou R$ 10,87 a favor de São Paulo; em 2003, era de R$ 234,99. &#8220;Durante a década de 90, a gente observou um crescimento econômico muito baixo no Rio de Janeiro. Então, deve estar havendo uma recuperação dessa década bastante fraca&#8221;, afirma Rafael Bacciotti, economista da Tendências Consultoria.</p>
<p>A recente recuperação econômica do Estado tem sido puxada sobretudo pelos projetos das empresas ligadas ao setor de petróleo e gás e pela demanda de investimento criada com a Copa do Mundo, de 2014, e Jogos Olímpicos, em 2016.</p>
<p><strong>Petróleo</strong></p>
<p>&#8220;O Rio tem grandes reservas de petróleo, empresas petrolíferas estão se instalando lá. Isso faz com que o mercado de trabalho aumente&#8221;, avalia Camargo. Na opinião dele, o setor de serviços também tem atraído investimentos por meio do turismo e pelo o que chama de a &#8220;renovação da cidade&#8221;.</p>
<p>&#8220;Houve uma política de reordenação urbana bem-sucedida, a questão da segurança melhorou nesse período e ajudou na recuperação do Rio.&#8221;</p>
<p>Esse aquecimento econômico causado por diversos fatores, segundo Regina Madalozzo, fez com que a demanda pelo trabalho crescesse mais rapidamente no Rio do que em outras regiões do País, o que levou &#8220;os salários a subirem mais rapidamente&#8221;.</p>
<p>De acordo com o IBGE, na indústria, por exemplo, a renda cresceu 23,8% entre 2003 e 2011 no País, enquanto no Rio o aumento foi de 43,3%. &#8220;É saudável que a economia do País esteja diminuindo as diferenças, até porque a infraestrutura existente não comportaria mais que todo mundo visse trabalhar em São Paulo&#8221;, diz Regina.</p>
<p>Fonte: <a href="http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,renda-no-rj-sobe-mais-e-se-aproxima-da-de-sp,101834,0.htm">Jornal O Estado de S. Paulo</a>.</p>
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		<title>Instalação de UPPs reduz preço de seguros de carro, diz FenaSeg</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 15:27:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Risco]]></category>
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		<description><![CDATA[As Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) contribuíram para a redução do preço dos seguros de automóveis, de acordo com a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenaSeg). Entre os fatores que justificam o recuo, estão a queda do número de roubo de carros nas regiões que já contam com UPPs, além da intensificação das operações de fiscalização do comércio ilegal de peças.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/policia1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5252" title="policia" src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/policia1-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>As Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) contribuíram para a redução do preço dos seguros de automóveis, de acordo com a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenaSeg). Entre os fatores que justificam o recuo, estão a queda do número de roubo de carros nas regiões que já contam com UPPs, além da intensificação das operações de fiscalização do comércio ilegal de peças.</p>
<p>A entidade apontou que o Rio de Janeiro registrou queda no preço de seguros de 6,78% de dezembro de 2010 a novembro de 2011, enquanto a variação média nacional subiu 5,99%. A pesquisa foi baseada em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em todo o País.</p>
<p>Segundo dados da Secretaria de Segurança, o índice de roubo e furto de veículos no Brasil caiu 6,9% em 2011. Já no no Rio, a queda foi de 7,5%.</p>
<p>O coordenador de Análise e Integração da Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional da Secretaria de Segurança, coronel Alexandre de Souza, disse que os maiores índices de roubo de veículos ocorreram em locais onde não há UPPs.</p>
<p>– Na capital, que já conta com 19 UPPs, foram 386 registros em 2011. Já na Baixada Fluminense houve 486 ocorrências. O policiamento das UPPs ajuda na diminuição dos roubos de carros – afirmou o coronel.</p>
<p><strong>Comércio ilegal de peças é foco de ações</strong></p>
<p>O coronel Alexandre de Souza acredita que a diminuição no número de roubos e furtos de veículos nas áreas das UPPs é resultado do Plano de Ação Integrada, que prevê a atuação conjunta das polícias Civil e Militar.– Queremos aprimorar a nossa atuação com ações mais precisas em diversas regiões do Rio. Nosso foco agora é intensificar as operações de fiscalização e combate ao comércio ilegal de peças de automóveis, principalmente nos locais que comercializam ferro-velho – disse o coronel.</p>
<p>De acordo com a FenaSeg, a taxa de roubo e furto de automóveis em todo o Estado, que era de 177,55 a cada 10 mil entre os meses de janeiro e novembro de 2000, caiu para 84,30 no mesmo período em 2010.</p>
<p>– No mesmo ano, registramos 20.052 ocorrências desse tipo de delito, um número próximo ao da meta da Secretaria de Segurança de reduzir para 20 mil casos até 2014. Os índices de 2011 ainda não foram fechados, mas acreditamos que essa meta já foi atingida – afirmou Souza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.jb.com.br/rio/noticias/2012/02/03/instalacao-de-upps-reduz-preco-de-seguros-de-carro-diz-fenaseg/">Jornal do Brasil</a></p>
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		<title>Rio abre ciclo mundial de seminários da ONU sobre hanseníase</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 14:12:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Haneseníase]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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		<description><![CDATA[A relação entre a pobreza e a hanseníase explica, em parte, a posição brasileira no ranking de incidência da doença. A conclusão é do diretor do Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch. Ele participou ontem (1º), no Rio de Janeiro, da abertura de um ciclo de seminários internacionais sobre a doença, organizado pelas Nações Unidas (ONU).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/hanseníase.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5239" title="hanseníase" src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/hanseníase-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a>A relação entre a pobreza e a hanseníase explica, em parte, a posição brasileira no <em>ranking</em> de incidência da doença. A conclusão é do diretor do Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch. Ele participou ontem (1º), no Rio de Janeiro, da abertura de um ciclo de seminários internacionais sobre a doença, organizado pelas Nações Unidas (ONU).</p>
<p>O médico, ex-diretor da Agência Nacional de Vigilância em Saúde (Anvisa), explicou que a transmissão da hanseníase é potencializada em ambientes de grande aglomeração e com más condições de vida. Da mesma forma, a doença leva ao empobrecimento da população, pela discriminação que, muitas vezes, pode resultar na exclusão do mercado de trabalho.</p>
<p>“Quando a gente fala em pobreza isso significa desinformação, más condições de habitação e de vida e, muitas vezes, acesso ruim aos serviços de educação e saúde. Temos que quebrar essa relação em que a pobreza aumenta e perpetua a doença, e doença aumenta e perpetua pobreza”, disse ele.</p>
<p>Como desafios que o Brasil precisa enfrentar para que a incidência da doença caia aos níveis recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), Cláudio Maierovitch relacionou o atraso no controle e no tratamento da doença, a discriminação por desconhecimento sobre o tratamento e a diversidade regional do país.</p>
<p>Apesar de o governo federal ter anunciado, recentemente, mais uma queda na incidência da hanseníase (o coeficiente de incidência nos casos gerais caiu 15% entre 2010 e 2011), o Brasil continua ocupando o segundo lugar em número de casos no mundo. O país responde por 15% dos registros globais de hanseníase, perdendo para a China, que concentra quase metade dos casos, mas com uma população muito superior à brasileira.</p>
<p>O coeficiente de prevalência da doença no país é 1,24 casos para cada grupo de 100 mil habitantes, enquanto a OMS recomenda que este número seja menor que 1. Mesmo parecendo próximo da meta, o desafio do Brasil se concentra nas grandes diferenças de incidência por região. Enquanto o coeficiente em estados como Rio Grande do Sul (0,55), Rio Grande do Norte (0,31) e Paraíba (0,87) estão bem próximos da recomendação internacional, Mato Grosso (7,52) e Tocantins (5,91) aparecem distantes da meta.</p>
<p>“Acabamos de publicar portaria repassando recursos para 246 municípios que respondem por 60% dos casos da doença, principalmente no Nordeste, Norte e Centro-Oeste. Eles recebem esse recurso e se comprometem com uma série de ações, como busca de casos em escolas, entre parentes [de pessoas diagnosticadas com a doença], com a descentralização dos serviços e com o tratamento”, explicou o médico, garantindo que o dinheiro será usado, inclusive, para intensificar a identificação de endemia oculta.</p>
<p>Mesmo sem estimar números, Cláudio Maierovitch acredita que existe um universo de pessoas que não sabem que portam a doença infecciosa, que degenera pele e nervos dos braços, mãos, pernas, pés, rosto, orelhas, olhos e nariz. De acordo com o Ministério da Saúde, os recursos, que somam R$ 16 milhões, começarão a ser liberados ainda este mês.</p>
<p>As políticas públicas nessa área são alvo de críticas de quem trabalha diretamente com os doentes de hanseníase, em especial os que ainda moram nas antigas colônias onde os doentes eram apartados da sociedade compulsoriamente até meados do século passado e que hoje funcionam como hospitais. “Fui em Santa Catarina e fiquei surpreso com a dificuldade que os pacientes têm de exercer sua cidadania. Temos que avançar com normas dentro do SUS [Sistema Único de Saúde] que compreendam essas 33 antigas colônias que ainda existem no país como lugares em que temos que ter políticas diferenciadas. Não dá para pensar que um hospital onde moram pessoas seja tratado apenas como hospital. É uma comunidade também. As normas técnicas tem que ser adequadas a esses locais”, disse Artur Custódio, coordenador nacional do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Mohan).</p>
<p>Custódio explicou que muitas dessas pessoas não têm condições de sair das ex-colônias ou resistem em deixar o local onde passou a maior parte da vida. No Rio de Janeiro, ainda existem dois locais onde os pacientes ficavam isolados por anos: os hospitais-colônia Tavares de Macedo, em Itaboraí, e o Instituto Estadual de Dermatologia Sanitária, antigo Curupaiti, em Jacarepaguá.</p>
<p>O secretário de Habitação do estado, Rafael Picciani, garantiu, no seminário organizado pela ONU para debater como eliminar o estigma da doença, que, em trinta dias, vai entregar 700 títulos de posse de terra às pessoas que vivem em Tavares de Macedo. Em Curupaiti, o secretário disse que soube, recentemente, que 14 famílias estão dividindo porões nessa colônia.</p>
<p>“As ações serão imediatas. Temos famílias compartilhando uma unidade habitacional em condições sub-humanas e isso vai contrário do que os profissionais de saúde defendem. O Mohan vai nos orientar na realocação dessas famílias em habitações próprias e com as melhores condições possíveis”, declarou Picciani.</p>
<p>O Brasil é o segundo país do mundo a indenizar as pessoas que ficaram isoladas nas colônias. O primeiro foi o Japão, onde as mulheres que eram diagnosticadas com hanseníase eram obrigadas a fazer aborto. O Mohan espera que o país seja o primeiro a indenizar os filhos dessas pessoas que foram afastadas dos pais. O histórico é apontado pelo movimento como a razão pela qual a ONU escolheu o Brasil para inaugurar o seminário internacional sobre o tema.</p>
<p>O ciclo de debates será levado para um país de cada continente ao longo do ano. Os seminários serão encerrados em Nova York (Estados Unidos), no início do ano que vem, quando as Nações Unidas vão reunir relatos sobre as políticas e ações adotadas pelos países-membros para rever a resolução criada para induzir a redução da incidência de hanseníase no mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-02-01/rio-abre-ciclo-mundial-de-seminarios-da-onu-sobre-hanseniase">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Pré-matrícula na rede pública do RJ deve ser confirmada até sexta-feira</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 13:46:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
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		<description><![CDATA[Pais ou responsáveis de alunos da rede pública do Rio que fizeram a inscrição na segunda fase da pré-matrícula deverão confirmar a matrícula das crianças até esta sexta-feira (3). De acordo com a Secretaria de Estado da Educação, a pré-matrícula para escolas da rede tem 249 mil inscritos nas duas fases realizadas do processo. Só na segunda fase foram realizadas 70,5 mil inscrições.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Matrícula-Digital-2012.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5235" title="Matrícula-Digital-2012" src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Matrícula-Digital-2012-300x219.jpg" alt="" width="300" height="219" /></a>Pais ou responsáveis de alunos da rede pública do Rio que fizeram a inscrição na segunda fase da pré-matrícula deverão confirmar a matrícula das crianças até esta sexta-feira (3). De acordo com a Secretaria de Estado da Educação, a pré-matrícula para escolas da rede tem 249 mil inscritos nas duas fases realizadas do processo. Só na segunda fase foram realizadas 70,5 mil inscrições.</p>
<p>O responsável deverá comparecer à unidade munido dos seguintes documentos:<br />
- Original da carteira de identidade ou documento equivalente e CPF do aluno, se possuir;<br />
- Histórico Escolar ou Declaração de Transferência da última unidade escolar em que estudou, constando a série para a qual o aluno está habilitado;<br />
- Original da carteira de identidade e do CPF do responsável legal, no caso de menor de 18 anos; comprovante de residência e atestado médico.</p>
<p>O resultado da pré-matrícula está disponível no site <a href="http://www.matriculafacil.com.br/" target="_blank">www.matriculafacil.com.br.</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/02/pre-matricula-na-rede-publica-do-rj-deve-ser-confirmada-ate-sexta-feira.html">G1</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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]]></content:encoded>
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		<title>No Rio, filhos da classe C deixam antes a casa dos pais</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 18:32:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Classe C]]></category>
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		<description><![CDATA[A cada cem moradores de comunidades carentes do Rio de janeiro que pertencem à classe média, 34 possuem menos de 25 anos e formam um grande mercado potencial consumidor. O dado foi divulgado nesta terça-feira 31 pelo Instituto Data Popular divulgada nesta terça-feira , 31.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Rocinha.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5227" title="Rocinha" src="http://www.blogdosereno.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Rocinha-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>A cada cem moradores de comunidades carentes do Rio de janeiro que pertencem à classe média, 34 possuem menos de 25 anos e formam um grande mercado potencial consumidor. O dado foi divulgado nesta terça-feira 31 pelo Instituto Data Popular divulgada nesta terça-feira, 31.</p>
<div id="attachment_65764">
<p>Com um perfil independente e um apetite voraz por consumo, estes jovens tornaram-se um alvo econômico. A estimativa é que eles consumam em torno de 5 bilhões de reais por ano com o próprio salário.</p>
</div>
<p>A geração C, como esses jovens são conhecidos, tem como característica um nível de escolaridade superior ao de seus pais. Mais escolarizada, a geração se tornou uma referência dentro de suas residências, e passou a ser a responsável pelas compras de casa e pela introdução das novas tecnologias na rotina dos pais.</p>
<p>De acordo com a pesquisa do Data Popular, 68% das pessoas com menos de 25 anos da classe C possuem ensino médio completo e 8,7% ensino superior – contra 27,8% e 11,6%, respectivamente, da faixa etária de 45 até 55 anos.</p>
<p>Por isso, hoje, 22% dos jovens da Geração C cuidam das contas da casa, enquanto 23% são responsáveis pelas compras do mês e 64% pela compra de itens tecnológicos.</p>
<p><strong>Independência</strong></p>
<p>O aumento da escolaridade também diminui a diferença salarial entre os pais e os filhos cariocas que ascendem à nova classe média.</p>
<p>Esse fenômeno gerou um evento inusitado: muitos jovens cariocas optam por não morar com os pais.</p>
<p>Por nascerem em cenário mais favorável (com acesso mais fácil ao ensino superior, ao crédito e em um momento econômico melhor) do que os pais, os jovens da classe C ganham em média 72,30 reais para cada 100 reais de salário de seus pais.</p>
<p>Nas classes A e B a diferença é bem mais acentuada: a cada 100 reais de rendimento de um pai, um filho da elite ganha apenas 28,50 reais, em média.</p>
<p>Hoje, 24% destes jovens já não moram mais com a família, enquanto apenas 7% dos jovens da elite fazem o mesmo.</p>
<p><strong>Consciência Financeira</strong></p>
<p>Para saciar o apetite por consumo e por independência, a maioria da Geração C recorre ao crédito. Mas engana-se quem pensa que as facilidades de crédito para este perfil etário possa se tornar um problema de inadimplência.</p>
<p>Apesar de 69% desses jovens possuírem cartões de crédito, a maioria (67%) não gosta de acumular dívidas. Além disso, 72,9% têm um emprego formal e 44% possuem poupança.</p>
<p>Ou seja, aliam responsabilidade financeira com consumo – dois motores do crescimento brasileiro.</p>
<p>Atualmente, 5 em cada 10 universitários são recém-ingressos à classe média. E o sonho de 29% deles é ter acesso a uma educação de qualidade, que lhes ofereça a oportunidade para alcançar um bom emprego – segundo maior desejo, com 19%.</p>
<p>A pesquisa foi realizada com 2.000 jovens, de 15 a 25 anos, na região metropolitana do Rio de Janeiro.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.cartacapital.com.br/economia/no-rio-filhos-da-classe-c-deixam-antes-a-casa-dos-pais/">Carta Capital</a></p>
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