Iniciadas em junho de 2010 pela Barra da Tijuca, na Zona Oeste, as obras da Linha 4 do metrô do Rio de Janeiro (Barra – Ipanema) começam na Zona Sul no início de 2012. Na região, serão construídas quatro novas estações e um túnel subterrâneo da Gávea à Praça General Osório. Para minimizar os transtornos, optou-se por um método construtivo e pelo uso de equipamentos que vão permitir a interdição temporária de menos de 500 metros de vias públicas dentro dos 4,5 km de obras na Zona Sul.
Começa a funcionar, neste sábado, o primeiro corredor preferencial para ônibus (Bus Rapid System – BRS) no Centro da cidade, abrangendo a Avenida Presidente Antônio Carlos e a Rua Primeiro de Março.
As comunidades pacificadas da Rocinha e do Cantagalo serão as primeiras a receber as unidades do programa Rio Poupa Tempo, criado pela Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro (Jucerja) com objetivo de reunir, em um mesmo espaço físico, entidades privadas e públicas, ligadas ao município, estado e governo federal, de maneira a oferecer à população serviços de utilidade pública com qualidade, eficiência e rapidez.
No último sábado o PT do Rio de Janeiro sentou bases para o futuro político do Estado. Foram dados os primeiro passos para consolidar a aliança entre o Partido dos Trabalhadores e o PMDB para a eleição de 2012, com a indicação do companheiro Adilson Pires como candidato à vice na chapa de reeleição do prefeito Eduardo Paes (PMDB). A união formada entre os governos federal, estadual e municipal, já vem dando frutos como a retomada de territórios antes ocupados por traficantes.
Os trens de alta velocidade são uma tendência na Europa e no Japão. Vi isso no texto de meu companheiro José Augusto Valente que é especialista em transportes. A oposição, personificada na figura do candidato a presidência José Serra, deseja com todas as forças que não funcione. Conforme o texto de Valente, Serra acredita que o investimento – da ordem de R$ 33 milhões – seja destinado aos metrôs.