No início de 2014, a Zona Oeste do Rio ganhará um hospital geral com o que há de mais moderno em atendimento do trauma. Construído em Campo Grande, próximo às principais vias de acesso da região, o novo Hospital Rocha Faria terá a capacidade de atendimento ampliada em 400% e contará com 350 leitos.
A Escola Técnica de Saúde (ETES) Herbert Daniel de Souza vai abrir na próxima segunda-feira (6/2) as inscrições para 145 vagas em três cursos de atualização na área de Saúde: Auxiliar de Saúde Bucal (70 vagas), Imuno-Hematologia Clínica (30) e Atualização em Promoção da Saúde e Práticas Educativas (45). Todos os cursos são gratuitos, têm duração de seis meses e as vagas serão distribuídas por sorteio.
O que você faz com a casca de inhame, melancia, banana? Na maioria das vezes essas e outras partes dos alimentos não são aproveitadas e vão diretamente para o lixo. Na inventiva cozinha do projeto Favela Orgânica todas as cascas, talos, folhas entre outras partes que compõem as verduras, legumes e frutas são aproveitadas de forma integral. A ideia surgiu em março de 2011 quando Regina Tchelly, coordenadora e idealizadora do Favela Orgânica, começou a participar de um projeto que tinha acabado de chegar na Babilônia/Chapéu Mangueira, a Agência de Redes para Juventude, coordenado por Marcus Faustini e patrocinado pela Petrobrás, que atua em seis comunidade com UPP.
Inaugurada nesta quarta-feira com presença de autoridades do estado e do município, a Clínica da Família do Batan, em Realengo, é a mais equipada das 55 da cidade. A unidade tem uma Academia Carioca, um Centro de Convivência do Idoso e uma Sala de Práticas Integradas, que oferecerá massagem.
O Brasil já vive uma epidemia de crack. A droga que vicia rápido, devasta famílias e tira vidas já atinge mais de um milhão de dependentes. Em dezembro o Governo Federal lançou o plano “Crack, é possível vencer!” que tem como objetivos aumentar a oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários, enfrentar o tráfico de drogas e as organizações criminosas e ampliar atividades de prevenção por meio da educação, informação e capacitação. Os eixos cuidado (saúde), autoridade (segurança pública) e prevenção terão investimentos de R$ 3,92 bilhões com atuação articulada entre governo federal, estados e municípios.
Voltando à nossa retrospectiva, hoje falo do programa Saúde Não Tem Preço. Em fevereiro o Ministério da Saúde passou a distribuir gratuitamente medicamentos para diabetes e hipertensão. No o Brasil, o número de pessoas que sofrem com essas doenças e são beneficiadas pelo programa passou de 853.181, em janeiro, para quase 3,1 milhões em novembro.
As operadoras de planos de saúde devem garantir aos consumidores a marcação de consultas, exames e cirurgias nos prazos máximos definidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). No caso de consultas básicas – pediatria, clínica médica, cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia – o prazo máximo será de sete dias úteis. A regra começa a valer a partir desta segunda-feira (19).
O Programa Saúde Não Tem Preço, lançado em fevereiro pelo governo, está beneficiando cada vez mais brasileiros e ampliando o acesso ao tratamento de diabetes e hipertensão no Sistema Único de Saúde (SUS).
O número de usuários da ação, que oferece 11 medicamentos, aumentou 264% nas mais de 20 mil empresas credenciadas distribuídas pelo País.
A pedido da Prefeitura do Rio, o Ibope fez uma pesquisa para saber qual o principal desafio da cidade. Mais da metade dos entrevistados – 54% – definiu a saúde como o principal problema a ser solucionado. Os outros temas mais votados foram: segurança e violência e educação. A partir da pesquisa completa será elaborado o novo plano estratégico do Rio para o período 2012-2016, cuja conclusão é prevista para março. Para a elaboração do plano serão levados em conta ainda a análise de especialistas e dos integrantes do Conselho da Cidade, que serão apresentados hoje (15) pelo prefeito Eduardo Paes.
Uma série de mudanças para melhorar o atendimento médico em uma das principais unidades de atendimento de urgência na capital fluminense, o Hospital Municipal Miguel Couto, localizado no Leblon, começa a ser anunciada pela direção. Depois de um mês de avaliação por parte do programa SOS Emergências, do Ministério da Saúde, as medidas devem reduzir o tempo de permanência dos pacientes na unidade e melhorar a qualidade do atendimento.